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Com apoio do Estado, Mâncio Lima passa a integrar o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

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O Diário Oficial da União formalizou, no final de fevereiro, a adesão do município de Mâncio Lima ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). A iniciativa reforça o esforço estadual e municipal para efetivar as políticas de Segurança Alimentar e Nutricional.

A ação tem como objetivo formular e implementar políticas e planos de Segurança Alimentar e Nutricional, estimular a integração de esforços entre governo e sociedade civil, bem como promover o acompanhamento, o monitoramento e a avaliação da segurança alimentar e nutricional e da realização progressiva do Direito Humano à Alimentação Adequada.

Em 2024 e 2025, o Estado, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), realizou capacitações com os municípios da regional do Juruá, incluindo Mâncio Lima, processo necessário para a formalização da adesão ao sistema.

Secretária destaca que adesão é essenical para fortalecimento da segurança alimentar no munícipio. Foto: Ingrid Kelly/Secom

A vice-governadora e secretária da pasta, Mailza Assis, destaca que, para a população de Mâncio Lima, a adesão representa mais oportunidades.

“Significa prioridade no acesso a recursos federais, mais chances de implantação de Restaurantes Populares, Cozinhas Comunitárias e Bancos de Alimentos. Significa fortalecer a agricultura familiar, apoiar quem produz e garantir que quem precisa tenha acesso a uma alimentação adequada”, ressaltou.

Além de Mâncio Lima, os municípios de Cruzeiro do Sul, Rio Branco, Plácido de Castro e Rodrigues Alves já haviam aderido ao sistema. A meta agora é ampliar essa conquista e garantir que todos os municípios do Acre também passem a integrar a política de Segurança Alimentar e Nutricional.

Programas e politicas são fortalecidas com a adesão. Foto: Mardilson Gomes/Asssessoria.

A chefe do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional da SEASDH, Nilciany Vilaço, enfatiza que a adesão permite que o município atue de forma articulada com o governo federal, o governo estadual e o governo municipal.

“Esse avanço é resultado de trabalho, dedicação e compromisso da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, sob a liderança da secretária Mailza Assis, que tem priorizado o fortalecimento dessa política pública. Seguimos firmes, unindo Estado e município, para garantir que as ações cheguem a quem mais precisa e para avançarmos, juntos, no combate à fome em todo o Acre”, reforçou.

Conforme publicação no Diário Oficial da União, também formalizaram adesão ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), juntamente com o município acreano, os seguintes municípios de outros estados: Maragogi (AL), Monteirópolis (AL) e Senador Rui Palmeira (AL); Anamã (AM), Benjamin Constant (AM) e Parintins (AM); Alagoinhas (BA), Catu (BA), Cotegipe (BA), Cristópolis (BA), Formosa do Rio Preto (BA), Ipirá (BA), Mundo Novo (BA), Ribeira do Amparo (BA), Rodelas (BA), Serrolândia (BA) e Teofilândia (BA); Amontada (CE), Itapiúna (CE), Mulungu (CE) e Saboeiro (CE); São Gonçalo do Gurguéia (PI); Dobrada (SP), Itaberá (SP), Itapura (SP) e Saltinho (SP).

O que é o Sisan

O Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), instituído pela Lei nº 11.346/2006, é um sistema público brasileiro de gestão intersetorial e participativa que articula os três níveis de governo (federal, estadual, municipal) e a sociedade civil. Seu objetivo é formular, implementar e monitorar políticas de segurança alimentar e nutricional para garantir o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA).

Vantagens da adesão ao Sisan

Fonte: Governo AC

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Governo do Acre providencia apoio às terras indígenas afetadas pelas cheias dos rios em Tarauacá e Vale do Juruá

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As fortes chuvas que atingem o Acre nos últimos dias provocaram o transbordamento de rios em todo o Vale do Juruá e Tarauacá, impactando diretamente comunidades ribeirinhas e diversas terras indígenas. Diante da situação, o governo do Acre mobilizou neste sábado, 25, uma força-tarefa para prestar assistência emergencial às populações afetadas, com atuação integrada da Secretaria Extraordinária de Povos Indígenas (Sepi), Defesa Civil Estadual, Secretaria de Estado de Assistência Social (SEASDH) e Corpo de Bombeiros.

Na Terra Indígena do Rio Gregório, em Tarauacá, todas as 18 aldeias dos povos Yawanawa e Noke Ko’í foram atingidas pela alagação. A cheia comprometeu roçados, criações de animais, sistemas de energia solar e o acesso à água potável. Também há registros de impactos em aldeias dos povos Shawãdawa e Apolima Arara, no Vale do Juruá.

Estado vai garantir todo o apoio necessário. Foto: cedida

Desde que tomou conhecimento da gravidade da situação, a governadora Mailza Assis determinou o envio imediato de apoio às regiões atingidas. Equipes da Defesa Civil Estadual já estão em campo, especialmente no rio Gregório, realizando levantamentos técnicos e coordenando as primeiras ações de apoio humanitário.

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“Determinamos que toda a ajuda necessária chegue às terras indígenas afetadas e ribeirinhos, com apoio humanitário e ações integradas para atender as comunidades neste momento”, afirmou.

Diante dos impactos severos da cheia nas terras indígenas, a secretária extraordinária de Povos Indígenas, Francisca Arara, intensificou o acompanhamento dos povos afetados.

“Desde o primeiro momento em que a governadora Mailza ficou sabendo da situação, ela já entrou em contato conosco para prestar todo  apoio necessário. Estamos acompanhando a situação diretamente junto às lideranças das terras indígenas, buscando informações atualizadas sobre os impactos da cheia. Já solicitamos à Defesa Civil o envio de equipes para fazer o levantamento dos danos, como perdas na produção, nos criatórios, nos sistemas de energia solar e no acesso à comunicação. É um momento de muita preocupação e de trabalho intenso, mas seguimos mobilizados para garantir o apoio necessário às comunidades afetadas”, destacou.

Centenas de famílias foram atingidas pela cheia. Foto: cedida

Além disso, a SEASDH organiza o envio de cestas básicas, itens de primeira necessidade e apoio às famílias desalojadas. O Corpo de Bombeiros Militar também participa das operações, auxiliando no resgate, transporte e suporte às comunidades isoladas.

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De acordo com órgãos de monitoramento, o volume de chuvas em abril está acima da média, com registros expressivos em cidades como Cruzeiro do Sul, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. A previsão indica continuidade das precipitações, o que mantém o alerta para novas elevações no nível dos rios, incluindo o Juruá, que pode atingir a cota de transbordamento nos próximos dias.

O governo do Acre segue em estado de atenção, reforçando o monitoramento e ampliando as ações de apoio às populações afetadas, com prioridade para as comunidades mais vulneráveis.

Fonte: Governo AC

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