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CEsp vota reserva de assentos para autistas em arenas esportivas

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A Comissão de Esporte (CEsp) deve votar na quarta-feira (11) o projeto que prevê a reserva de assentos em estádios de futebol e arenas desportivas para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O PL 4.948/2025, do senador Plínio Valério (PSDB-AM), conta com parecer favorável do relator, senador Bruno Bonetti (PL-RJ). Se aprovado, o projeto pode seguir diretamente para a Câmara dos Deputados.

Pelo texto, estádios e ginásios com capacidade superior a 10 mil lugares deverão destinar setor ou assentos a autistas e seus acompanhantes, representando pelo menos 2% da capacidade total, respeitando-se o mínimo de 10 assentos.

Se esses assentos não forem preenchidos por pessoas com TEA até 10 minutos antes do início do evento, poderão ser liberados para o público geral.

Ainda de acordo com a proposta, os assentos reservados devem ter acesso facilitado e sinalização. Será assegurado ao acompanhante o direito a um assento vizinho ao da pessoa com TEA. 

Os ingressos para esses assentos deverão estar disponíveis tanto na bilheteria física quanto na plataforma digital, com prioridade e sem custo adicional além do legalmente previsto.

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Semana do Esporte

Outro projeto na pauta do colegiado é o PL 2.014/2025, que institui a Semana Nacional do Esporte, a ser celebrada na semana que compreender o dia 23 de junho.

Apresentada pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), a proposta aguarda relatório da senadora Leila Barros (PDT-DF). 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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