AGRONEGÓCIO
MBRF implementa IA para otimizar rotas e aumentar eficiência na logística de entregas
AGRONEGÓCIO
A MBRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, está modernizando sua logística com o uso de inteligência artificial para resequenciamento dinâmico de rotas, aumentando a eficiência operacional e garantindo entregas mais rápidas e precisas aos clientes.
Resequenciamento de rotas: inovação na logística de entregas
A solução desenvolvida pela MBRF é aplicada em mais de 2,5 mil caminhões da frota de logística secundária – responsável pelas entregas diretas aos clientes. A tecnologia ajusta rotas em tempo real, considerando fatores como condições de trânsito, clima, velocidade das vias, jornadas dos motoristas e janelas de recebimento dos clientes.
O objetivo é definir a rota mais eficiente, reduzindo o tempo de entrega e adaptando-se a situações imprevistas que possam afetar a operação.
Resultados positivos do projeto-piloto
Durante o projeto-piloto realizado na Regional Sul, a empresa registrou:
- Redução de 5% nos atrasos em rota;
- Diminuição nas devoluções por atraso;
- Redução de 7% no tempo total de entrega;
- Maior eficiência operacional e menor esforço para os motoristas.
Segundo Loriano Rigo, diretor de Logística da MBRF:
“A operação logística é impactada por fatores externos imprevisíveis. Com essa tecnologia, garantimos que nossas entregas ocorram dentro do prazo, com maior eficiência e segurança. Após o piloto bem-sucedido, expandimos a solução para todas as regionais do Brasil.”
Desenvolvimento e personalização da tecnologia
A plataforma de resequenciamento dinâmico de rotas foi criada em parceria com o ecossistema de inovação e personalizada para atender às particularidades da MBRF.
Antônio Cesco, diretor de Transformação Digital, explica:
“Nosso objetivo é apoiar a operação com ganhos reais de eficiência. Desenvolvemos soluções usando tecnologia disponível, monitoramos a adoção e ajustamos as rotas, garantindo retorno operacional. A plataforma representa um avanço estratégico com vantagem competitiva significativa.”
Expectativa de resultados em escala nacional
A MBRF projeta que, em seu uso pleno, a tecnologia possa gerar até 20% de ganho no tempo da operação da logística secundária em todo o país. Além disso, na frota leve, o sistema deve reduzir custos operacionais, otimizando o uso de veículos e o tempo das equipes de entrega.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil
A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.
De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.
Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado
Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.
Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.
Indústria compra apenas para reposição imediata
Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.
Exportações perdem competitividade com queda do dólar
No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.
Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.
Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques
Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.
Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.
Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado
O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.
Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.
Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025
No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.
Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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