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Febrac reforça importância da rastreabilidade bovina e aponta exigências do mercado internacional

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A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o apoio à rastreabilidade bovina, destacando que o sistema deve se tornar cada vez mais exigido pelos compradores de carne brasileira no mercado internacional. A iniciativa acompanha ações da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul para ampliar o controle sobre os rebanhos.

Exigências internacionais impulsionam rastreabilidade

Segundo José Arthur Martins, vice-presidente técnico da Febrac, alguns mercados já adotam exigências relacionadas à rastreabilidade, considerando o sistema uma ferramenta de transparência e segurança. “Eles estão vendo com bons olhos todo esse projeto desenvolvido pelo Rio Grande do Sul, em parceria com a Secretaria da Agricultura, da qual a Febrac também participa e apoia ativamente”, afirma.

Como funciona o sistema de rastreabilidade bovina

A rastreabilidade permite acompanhar cada animal desde o nascimento até o abate, registrando informações essenciais como:

  • Identificação individual
  • Origem e histórico
  • Vacinação e alimentação
  • Movimentações no rebanho

O sistema oferece controle sanitário rigoroso, transparência na cadeia produtiva e atende às exigências de importadores internacionais. Além disso, facilita respostas rápidas em casos de surtos de doenças.

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Desafios para pequenos e médios produtores

Apesar das vantagens, a adoção do sistema enfrenta entraves, principalmente entre pequenos e médios produtores. Martins destaca que custos elevados e adaptação às tecnologias exigidas ainda são barreiras significativas para esses segmentos.

Rastreabilidade como prioridade para biossegurança

O dirigente da Febrac ressalta que a rastreabilidade deixou de ser um item secundário e passou a ser uma necessidade estratégica. “Ela está diretamente relacionada à biosseguridade e à garantia da segurança alimentar da proteína animal que chega ao consumidor”, pontua.

Projetos-piloto no Rio Grande do Sul

A Febrac acompanha de perto o projeto conduzido pela Seapi, que implementa rastreabilidade em rebanhos selecionados no estado. Segundo Martins, o apoio da entidade é fundamental para testar e consolidar o modelo que pode ser expandido a outros rebanhos e regiões do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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