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No 20º resgate aeromédico em 2026, Ciopaer e Samu atendem criança da Aldeia Coco-Açu em Feijó

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O pequeno Robenizio Kampa, de 10 meses, morador da Aldeia Coco-Açu, situada no município de Feijó, é o 20º acreano atendido em 2026 pelo governo do Acre, por meio de resgate aeromédico, viabilizado pelo alinhamento entre as Secretarias de Estado de Saúde (Sesacre) e de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Na ação desta quarta-feira, 15, o indígena Kampa, diagnosticado com pneumonia associada à desidratação, foi resgatado e encaminhado ao hospital de referência em Cruzeiro do Sul, para receber tratamento adequado e especializado.

Equipes do Ciopaer e Samu na Aldeia Coco-Açu em missão de resgate. Foto: cedida

As equipes do Juruá foram acionadas, tendo em vista que o paciente apresentava sinais de gravidade, com risco de agravamento do quadro respiratório, necessitando de avaliação médica urgente. Ao serem realizados todos os protocolos de triagem e de voo, a aeronave foi até a localidade para prestar socorro à criança. Ainda em solo indígena, o pequeno Robenizio Kampa foi atendido e recebeu todos os cuidados antes do embarque até Cruzeiro do Sul.

Ao pousar na base do Ciopaer em Cruzeiro do Sul, o pequeno Kampa foi encaminhando ao Hospital do Juruá. Foto: James Rodrigues/Secom

O gerente de Enfermagem do Samu, Gilliard Santos, que já participou de nove resgates em 2026, falou da ação emergencial e dos sintomas clínicos da criança:

“Graças a Deus, realizamos mais um resgate aeromédico, atendendo o chamado da equipe de saúde indígena que se encontrava na Aldeia Coco-Açu, em Feijó. Tratava-se de uma criança de 10 meses, com quadro de pneumonia, apresentando desidratação e crise respiratória grave, indicando tratamento urgente e especializado”, destacou o enfermeiro Gilliard.

Enfermeiro do Samu, Gilliard Santos, (em destaque), já participou de 9 resgates em 2026 e destaca: “Cada vida salva é uma missão a mais que cumprimos”. Foto: James Rodrigues/Secom

Destacando o alinhamento entre as equipes do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o comandante Nayck Trindade, reforçou a importância desse atendimento aos cidadãos que moram em lugares tão longínquos: “Graças ao sincronismo entre Sejusp e Sesacre, conseguimos decolar assim que recebemos o pedido de resgate. Nesse voo que marca nosso 20º atendimento aeromédico em 2026, destacamos a importância desse serviço oferecido pelo governo do Acre, que atende e salva muitas vidas acreanas”, frisou Trindade.

Sobre as ações do Ciopaer e Samu, Trindade avalia: “Serviço que atende e salva muitas vidas acreanas”. Foto: cedida

O governo do Acre, por meio da base do Ciopaer no Juruá, consolida suas ações de apoio emergencial na região. Desde a sua inauguração, em 16 de agosto de 2025, já são 29 resgates aeromédicos na região, alcançando os acreanos que moram nos lugares mais distantes e de difícil acesso.

Fonte: Governo AC

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Governo do Acre providencia apoio às terras indígenas afetadas pelas cheias dos rios em Tarauacá e Vale do Juruá

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As fortes chuvas que atingem o Acre nos últimos dias provocaram o transbordamento de rios em todo o Vale do Juruá e Tarauacá, impactando diretamente comunidades ribeirinhas e diversas terras indígenas. Diante da situação, o governo do Acre mobilizou neste sábado, 25, uma força-tarefa para prestar assistência emergencial às populações afetadas, com atuação integrada da Secretaria Extraordinária de Povos Indígenas (Sepi), Defesa Civil Estadual, Secretaria de Estado de Assistência Social (SEASDH) e Corpo de Bombeiros.

Na Terra Indígena do Rio Gregório, em Tarauacá, todas as 18 aldeias dos povos Yawanawa e Noke Ko’í foram atingidas pela alagação. A cheia comprometeu roçados, criações de animais, sistemas de energia solar e o acesso à água potável. Também há registros de impactos em aldeias dos povos Shawãdawa e Apolima Arara, no Vale do Juruá.

Estado vai garantir todo o apoio necessário. Foto: cedida

Desde que tomou conhecimento da gravidade da situação, a governadora Mailza Assis determinou o envio imediato de apoio às regiões atingidas. Equipes da Defesa Civil Estadual já estão em campo, especialmente no rio Gregório, realizando levantamentos técnicos e coordenando as primeiras ações de apoio humanitário.

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“Determinamos que toda a ajuda necessária chegue às terras indígenas afetadas e ribeirinhos, com apoio humanitário e ações integradas para atender as comunidades neste momento”, afirmou.

Diante dos impactos severos da cheia nas terras indígenas, a secretária extraordinária de Povos Indígenas, Francisca Arara, intensificou o acompanhamento dos povos afetados.

“Desde o primeiro momento em que a governadora Mailza ficou sabendo da situação, ela já entrou em contato conosco para prestar todo  apoio necessário. Estamos acompanhando a situação diretamente junto às lideranças das terras indígenas, buscando informações atualizadas sobre os impactos da cheia. Já solicitamos à Defesa Civil o envio de equipes para fazer o levantamento dos danos, como perdas na produção, nos criatórios, nos sistemas de energia solar e no acesso à comunicação. É um momento de muita preocupação e de trabalho intenso, mas seguimos mobilizados para garantir o apoio necessário às comunidades afetadas”, destacou.

Centenas de famílias foram atingidas pela cheia. Foto: cedida

Além disso, a SEASDH organiza o envio de cestas básicas, itens de primeira necessidade e apoio às famílias desalojadas. O Corpo de Bombeiros Militar também participa das operações, auxiliando no resgate, transporte e suporte às comunidades isoladas.

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De acordo com órgãos de monitoramento, o volume de chuvas em abril está acima da média, com registros expressivos em cidades como Cruzeiro do Sul, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. A previsão indica continuidade das precipitações, o que mantém o alerta para novas elevações no nível dos rios, incluindo o Juruá, que pode atingir a cota de transbordamento nos próximos dias.

O governo do Acre segue em estado de atenção, reforçando o monitoramento e ampliando as ações de apoio às populações afetadas, com prioridade para as comunidades mais vulneráveis.

Fonte: Governo AC

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