AGRONEGÓCIO
Vinícola Aurora conquista nove medalhas e lidera 1º Concurso do Suco de Uva Brasileiro
AGRONEGÓCIO
A Vinícola Aurora se destacou como principal premiada do 1º Concurso do Suco de Uva Brasileiro, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE). A cooperativa conquistou nove medalhas ao todo, sendo seis de Platina e três na categoria Mérito Uva, consolidando sua posição de liderança no setor.
A avaliação ocorreu em degustação às cegas realizada na quinta-feira (9), conduzida por um painel de 36 especialistas, que analisaram critérios como aspecto visual, qualidade aromática, equilíbrio gustativo e harmonia geral. Os resultados foram divulgados na sexta-feira (10), em Bento Gonçalves (RS).
Aurora lidera premiação no 1º Concurso do Suco de Uva Brasileiro
O desempenho da Vinícola Aurora reforça sua relevância como maior cooperativa do setor vitivinícola brasileiro. As marcas Aurora e Casa de Bento foram inscritas nas categorias integral, natural e orgânico, ampliando a presença da empresa na competição.
Líder nacional em suco de uva integral, com 27,2% de participação de mercado, a cooperativa reafirma seu protagonismo em um segmento que vem crescendo impulsionado pela demanda por bebidas naturais, saudáveis e sem álcool.
Medalhas de Platina reconhecem qualidade dos rótulos
Entre os produtos premiados com Medalha de Platina, que contempla pontuações entre 90 e 95 pontos, estão:
- Aurora Integral Rosé Gaseificado
- Aurora Integral Branco Tetra Pak
- Aurora Integral Branco
- Aurora Integral Tinto Tetra Pak
- Aurora Orgânico Tinto
- Casa de Bento Natural (produto ainda não lançado no mercado)
O reconhecimento destaca a qualidade técnica e sensorial dos produtos avaliados.
Categoria Mérito Uva premia outros três rótulos
Na categoria Mérito Uva, que abrange pontuações entre 85 e 90 pontos, foram reconhecidos os seguintes rótulos:
- Aurora Integral Tinto
- Aurora Natural Tinto
- Casa de Bento Natural Tinto
A premiação reforça a consistência do portfólio da cooperativa em diferentes linhas de produção.
Vinícola Aurora destaca estratégia de expansão e qualidade
Segundo o diretor de Marketing e Vendas da Vinícola Aurora, Rodrigo Arpini Valerio, os resultados vão além do reconhecimento pontual e consolidam a força das marcas no mercado nacional.
Ele destaca que o desempenho reflete o compromisso com a qualidade em todas as etapas da produção e ressalta os planos de expansão da empresa.
“Estes prêmios reforçam nosso compromisso com a excelência e com a produção de sucos de uva que traduzem a qualidade da matéria-prima e o cuidado em cada etapa do processo. Neste ano teremos novidades como a ampliação da linha Casa de Bento, além de uma diversidade de embalagens que é pensada para este aumento no consumo da bebida”, afirmou.
Concurso reuniu 190 amostras de seis estados brasileiros
A primeira edição do concurso contou com 190 amostras inscritas por 69 empresas de seis estados do país, evidenciando a diversidade e a força da produção nacional de suco de uva.
O Rio Grande do Sul concentrou o maior número de participantes, reforçando seu papel histórico como principal polo da vitivinicultura brasileira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026
A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.
O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.
Produção recorde fortalece oferta brasileira
Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.
Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.
Exportações seguem em ritmo acelerado
As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.
A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.
Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.
Mercado internacional influencia preços
Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.
A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.
Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.
A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.
Esmagamento cresce com margens mais atrativas
Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.
Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.
No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.
A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.
Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar
Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.
O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.
Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.
Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.
Perspectivas para o produtor
Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.
A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.
No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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