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FACTA Conecta debate vacinação segura em aves e suínos diante de cenários sanitários complexos

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A Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia Animal (FACTA) realiza, no dia 23 de abril, das 14h às 15h, a segunda edição do FACTA Conecta. O encontro virtual é gratuito e terá como tema “Vacinação em aves e suínos: como tomar decisões seguras em cenários sanitários cada vez mais complexos”.

A iniciativa integra as ações da entidade voltadas à difusão de conhecimento técnico para a cadeia de proteína animal, com foco na atualização de profissionais do setor.

Especialista com ampla experiência no setor conduz a programação

A apresentação será conduzida pela médica-veterinária Eva Hunka, profissional com mais de 25 anos de experiência no setor avícola. Mestre em Medicina Preventiva, ela atua como Head de Marketing Corporativo na Ilender e diretora de Marketing da FACTA.

FACTA Conecta aborda critérios técnicos e gestão de riscos sanitários

Durante o encontro, serão abordados temas essenciais para a definição de programas vacinais em aves e suínos, incluindo critérios técnicos para escolha de vacinas, avaliação de riscos sanitários em cenários complexos e a integração entre ciência, estratégia e realidade de campo.

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Também serão discutidos os principais pontos de atenção na tomada de decisão sanitária, com foco na construção de protocolos mais seguros e eficientes.

Complexidade dos programas vacinais exige análise detalhada, destaca especialista

De acordo com Eva Hunka, a elaboração de programas vacinais eficazes para aves e suínos é um desafio contínuo que exige abordagem personalizada e baseada em dados.

Segundo ela, fatores como pressão de infecção, imunidade materna e presença de patógenos específicos precisam ser analisados de forma criteriosa para garantir resultados consistentes.

“A complexidade de estabelecer um programa vacinal eficaz para aves e suínos é um desafio contínuo. A utilização conjunta de muitos produtos, que podem interferir nos resultados, além da grande variedade de vacinas e desafios sanitários, exige uma abordagem personalizada e baseada em dados”, destaca a especialista.

FACTA reforça acesso à capacitação técnica no setor de proteína animal

O FACTA Conecta faz parte da estratégia da fundação de ampliar o acesso a conteúdos técnicos qualificados, contribuindo para a atualização profissional e o fortalecimento da cadeia produtiva de proteína animal.

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O evento é gratuito e as inscrições podem ser realizadas pelo site oficial da FACTA.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

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O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

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Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

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A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

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