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MPAC participa do lançamento do Mês da Infância Protegida
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nesta segunda-feira, 4, do lançamento do Mês da Infância Protegida, promovido pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). A cerimônia ocorreu no Palácio da Justiça, em Rio Branco.
A iniciativa integra uma mobilização nacional instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e reforça as ações do Maio Laranja, voltadas ao enfrentamento do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes, incluindo a realização de um mutirão de audiências.
Durante o evento, o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MPAC, Carlos Maia, destacou o compromisso institucional com a garantia de direitos e a proteção integral da infância.
“Hoje não se está apenas lançando uma campanha. Está-se reafirmando um compromisso civilizatório: o de proteger, com prioridade absoluta, nossas crianças e adolescentes, como determina a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente e como exige a consciência ética de uma sociedade justa”, afirmou.
O procurador também ressaltou que o MPAC integra o movimento de fortalecimento das políticas públicas voltadas à infância, atuando tanto na prevenção quanto no enfrentamento de violações de direitos, em articulação com os demais órgãos do sistema de Justiça e a sociedade.

“Nesse mesmo propósito, o Ministério Público do Estado do Acre também lança a campanha ‘Sinal de Alerta: Reconhecer é Proteger’, que dialoga diretamente com essa iniciativa ao chamar a sociedade à responsabilidade de identificar e agir diante de qualquer sinal de violação de direitos”, completou.
A solenidade foi conduzida pelo presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Nonato Maia, e pela coordenadora da Infância e Juventude, desembargadora Regina Ferrari, reunindo instituições parceiras com atuação voltada à promoção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes.
Também prestigiaram o evento a vice-coordenadora da Infância e Juventude, desembargadora Waldirene Cordeiro; o secretário municipal de Assistência Social e de Direitos Humanos, Ivan Ferreira; a presidente da Associação Conselheiros do Tutelares de Rio Branco, Lucinaira Carvalho; a juíza auxiliar da Presidência do TJAC, Louise Santana; o juiz auxiliar da Vice-Presidência do TJAC, Bruno Perrota; e a juíza colaboradora da Coordenadoria da Infância e Juventude, Isabelle Sacramento.
Texto: Marcelina Freire
Fotos: Clovis Pereira
Agência de Notícias do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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A pedido do MPAC, Justiça decreta prisão preventiva de pai e madrasta investigados por obrigar menina a ingerir substância corrosiva
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e da Cidadania, obteve a decretação da prisão preventiva do pai e da madrasta de uma menina de 11 anos, investigados pela suposta prática dos crimes de tentativa de homicídio qualificado e maus-tratos, em Rio Branco.
A medida cautelar foi requerida pelo promotor de Justiça Thalles Ferreira, responsável pela condução do procedimento instaurado para acompanhar a apuração do caso e fiscalizar as investigações.
Segundo a representação do MPAC, os investigados teriam praticado, em tese, os crimes de tentativa de homicídio qualificado, em razão do emprego de meio cruel e no contexto de violência doméstica e familiar contra criança, além do crime de maus-tratos majorado pela idade da vítima.
Até o momento, os investigados não foram localizados e são considerados foragidos.
O caso é acompanhado pelo coordenador-geral, em exercício, do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), promotor de Justiça Júlio César de Medeiros, visando o cumprimento das prisões preventivas com a maior celeridade possível.
Ao decretar as prisões preventivas, a Justiça considerou a gravidade dos fatos, a vulnerabilidade da vítima, a necessidade de garantir a instrução criminal e o risco de reiteração das condutas. No caso do pai, a decisão também levou em conta indícios de fuga.
O caso já vinha sendo acompanhado pela Promotoria Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e da Cidadania, que instaurou notícia de fato para fiscalizar a investigação policial, verificar a necessidade de medidas de proteção e apurar a possível ocorrência de outros crimes relacionados ao episódio.
A investigação e os procedimentos relacionados ao caso tramitam sob sigilo, em observância ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e à legislação de proteção às vítimas de violência.
Agência de Notícias do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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