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MPAC participa da assinatura de protocolo interinstitucional sobre integridade das Eleições 2026
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, na manhã desta quinta-feira, 21, da assinatura do Protocolo de Intenções Interinstitucional – Compromisso com a Democracia: Eleições 2026, realizada na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), em Rio Branco. A solenidade integrou a programação da 1ª Reunião de Trabalho Preparatória para as Eleições 2026.

A iniciativa reúne instituições públicas e parceiros estratégicos em uma rede permanente de cooperação voltada ao fortalecimento institucional, à proteção da integridade do processo eleitoral e ao enfrentamento à desinformação no estado do Acre.
O documento estabelece diretrizes para atuação integrada entre as instituições signatárias, com foco na disseminação de informações confiáveis, no fortalecimento da educação midiática, na promoção da transparência e no desenvolvimento de estratégias preventivas de enfrentamento à desinformação relacionada ao processo eleitoral.
A proposta também prevê atuação articulada por meio da RedeJus – Rede Estadual de Comunicadores do Sistema de Justiça –, com o objetivo de ampliar o alcance de conteúdos oficiais e fortalecer a confiança pública nas Eleições 2026.
Representaram o MPAC no evento o coordenador do Centro de Apoio Operacional Eleitoral (Caop Eleitoral), promotor de Justiça Teotônio Rodrigues Soares Júnior, e a promotora Eleitoral da 9ª Zona Eleitoral, Nelma Araújo Melo de Siqueira.

O coordenador do Caop Eleitoral ressaltou a importância da atuação integrada das instituições no enfrentamento à desinformação. “O MPAC, em conjunto com outras instituições, firmou este protocolo de intenções com o objetivo de combater os impactos da desinformação nas eleições, que atingem a democracia, a segurança das urnas e a integridade do próprio processo eleitoral”, afirmou.
Fotos: Jean Oliveira
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC estabelece normas de conduta para preservar imparcialidade institucional durante as Eleições 2026
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) publicou o Ato PGJ nº 93/2026, que estabelece normas de conduta e de uso dos recursos institucionais durante o processo eleitoral deste ano. Assinado pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, nesta sexta-feira, 25, o ato busca preservar a imparcialidade da instituição, a liberdade de voto e um ambiente de trabalho livre de propaganda e assédio eleitoral.
As orientações são destinadas a membros, servidores, estagiários e colaboradores e tratam, entre outros pontos, da participação política, do uso de espaços e recursos do MPAC, das manifestações em ambientes digitais e das condutas no local de trabalho.
O ato veda a realização de propaganda e a prática de assédio eleitoral no ambiente de trabalho, inclusive por meios digitais institucionais. Também proíbe a utilização de bens, sistemas, dados, equipamentos, e-mail funcional, Microsoft Teams, intranet e demais recursos ou canais do MPAC para favorecer ou prejudicar candidaturas ou agremiações.
A norma também impede o uso de posição de chefia, subordinação ou influência funcional para solicitar voto, apoio, doação, comparecimento a atos ou compartilhamento de conteúdo. Símbolos, logomarca, crachá e outros elementos de identificação do MPAC não podem ser utilizados de forma que sugira apoio institucional.
Aos servidores, é assegurado o exercício dos direitos de cidadania e de participação política fora da jornada de trabalho e sem vinculação com o cargo, desde que sejam respeitados os deveres funcionais e não sejam utilizados recursos ou canais da instituição.
Para os membros, permanece a vedação constitucional ao exercício de atividade político-partidária, nos termos da legislação e das normas do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O ato esclarece, porém, que são asseguradas manifestações técnico-jurídicas, a defesa de valores constitucionais, da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses tutelados pelo Ministério Público, bem como críticas a ideias ou medidas públicas, observados a impessoalidade, o decoro e os limites estabelecidos em norma.
As chefias deverão orientar suas equipes e adotar medidas para prevenir o uso indevido de recursos e situações de propaganda ou assédio eleitoral no ambiente de trabalho, preservadas a liberdade de consciência, a privacidade e o sigilo das comunicações pessoais.
Para conhecer todas as orientações aplicáveis ao período eleitoral, leia o Ato PGJ nº 93/2026 na íntegra.
Hudson Castelo – Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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