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Massey Ferguson amplia portfólio e aposta em tecnologia para elevar produtividade no agronegócio brasileiro

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A Massey Ferguson reforça sua presença no agronegócio brasileiro ao apresentar um portfólio completo de soluções voltadas às diferentes etapas da produção no campo. Com foco em produtividade, redução de custos e maior precisão operacional, a marca reúne tecnologias que vão desde o preparo do solo até a colheita e o manejo de forragem.

Portfólio integrado para todas as etapas da produção

A estratégia da empresa é oferecer um conjunto de máquinas que funcionam como um “time completo” dentro da propriedade rural, atendendo desde pequenas até grandes operações agrícolas.

Entre os principais destaques está o pulverizador MF 500R, desenvolvido para ampliar a eficiência nas aplicações. O equipamento incorpora recursos de agricultura digital e conectividade, contribuindo para maior precisão na distribuição de insumos, redução de desperdícios e incentivo a práticas mais sustentáveis no campo.

Tratores unem potência, conforto e tecnologia

No segmento de tratores, a série MF 8S Xtra se destaca pela combinação de potência, versatilidade e ergonomia. Os modelos são voltados para operações de alta exigência e contam com motor AGCO Power, além de cabine projetada para oferecer maior conforto ao operador.

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A linha atende atividades como preparo de solo, plantio, transporte e aplicações diversas, com foco na redução do custo operacional e no aumento da eficiência em diferentes tipos de propriedades.

Plantio e colheita com mais precisão e automação

O portfólio da Massey Ferguson também inclui soluções voltadas ao plantio, como a plantadeira Momentum, que oferece tecnologias para maior precisão na distribuição de sementes e fertilizantes. O objetivo é otimizar o uso da área cultivada e elevar o potencial produtivo das lavouras.

Na colheita, as colheitadeiras da marca se destacam pela integração entre capacidade operacional, automação e conectividade, permitindo melhor desempenho durante a safra e maior eficiência logística no campo.

Fenação e aproveitamento de biomassa

Outro segmento estratégico é o de fenação, com equipamentos voltados à produção de forragem e recolhimento de palha. As soluções ampliam o aproveitamento da biomassa e contribuem para a eficiência das operações, tanto na pecuária quanto em sistemas integrados e atividades ligadas à sustentabilidade energética.

Tecnologia como eixo central da estratégia

Segundo a empresa, o objetivo é entregar soluções completas para diferentes perfis de produtores rurais, com foco em desempenho e inovação.

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“Assim como em um grande time, cada máquina tem um papel estratégico dentro da operação agrícola. Nosso portfólio foi desenvolvido para atender diferentes necessidades do produtor rural, com soluções que unem tecnologia, eficiência operacional e produtividade em todas as etapas do campo”, afirma Breno Cavalcanti, diretor de Marketing da Massey Ferguson.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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