AGRONEGÓCIO
Congresso Brasileiro do Agronegócio celebra 25 anos com foco na integração entre agro e indústria e amplia debate sobre competitividade do setor
AGRONEGÓCIO
O Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA), promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) em parceria com a B3, completa 25 anos em 2026 consolidado como um dos principais fóruns de debate do setor no país. A edição histórica será realizada no dia 10 de agosto, no Sheraton WTC São Paulo Hotel, reunindo autoridades, executivos, representantes do setor produtivo, indústria, mercado financeiro, academia e imprensa.
O encontro terá como eixo central a integração entre agro e indústria como vetor estratégico para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, destacando a importância de cadeias produtivas mais conectadas, inovadoras e competitivas.
Integração entre agro e indústria ganha protagonismo nas discussões
Ao longo de sua trajetória, o CBA se consolidou como um espaço de referência para debates sobre os desafios e oportunidades que impactam a competitividade do agronegócio brasileiro.
Nesta edição comemorativa, o evento reforça a visão de uma cadeia produtiva integrada, que conecta produção agrícola, transformação industrial, tecnologia, energia, logística e mercado, ampliando a capacidade do Brasil de agregar valor e fortalecer sua posição no cenário global.
A proposta é aprofundar discussões sobre como essa integração pode impulsionar ganhos de eficiência, inovação e sustentabilidade em toda a cadeia do agronegócio.
Programação aborda geopolítica, investimentos e futuro do agro
A programação do congresso contará com mesas-redondas e painéis temáticos que irão abordar questões estratégicas para o setor.
Entre os destaques estão as mesas “O Agro na Geopolítica” e “Novo Governo: Prioridades e Compromissos”, que devem analisar o papel do Brasil no contexto internacional e os rumos das políticas públicas para o agronegócio.
Também serão realizados os painéis “A indústria que revoluciona o agro” e “Investimento e Financiamento em tempos voláteis”, com foco em inovação, competitividade e acesso a capital em um ambiente econômico desafiador.
O evento contará ainda com uma palestra de encerramento e a estreia do “Future Flash do Agro Brasileiro”, série de apresentações dinâmicas voltadas às tendências e transformações que devem impactar o setor nos próximos anos.
Reconhecimento e premiações marcam edição histórica
A edição de 25 anos do CBA também será marcada pela entrega de dois importantes reconhecimentos do setor: o Prêmio Ney Bittencourt de Araújo – Personalidade do Agronegócio e o Prêmio Norman Borlaug – Sustentabilidade.
As premiações destacam lideranças e iniciativas que contribuem para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro com foco em inovação, responsabilidade ambiental e impacto positivo na sociedade.
Evento amplia alcance internacional com transmissão em inglês
As inscrições para participação presencial já estão abertas no site oficial do evento. A transmissão online será gratuita, mediante credenciamento prévio.
Como novidade nesta edição, o congresso contará com tradução simultânea para o inglês, ampliando o alcance internacional dos debates e permitindo maior participação de público estrangeiro interessado no agronegócio brasileiro.
CBA reforça papel como fórum estratégico do setor
Na última edição, realizada em 2025, o congresso reuniu mais de 800 participantes presenciais, cerca de 100 profissionais da imprensa e ultrapassou 3 mil acessos na transmissão online.
Os números reforçam a relevância do CBA como um dos principais espaços de articulação entre os setores público e privado, além de sua importância na formação de opinião e na definição de tendências para o agronegócio brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Zelensky endurece discurso e alerta Rússia após ataques: “Se a Ucrânia pegar fogo, Moscou também pegará”
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, elevou o tom contra a Rússia nesta quinta-feira (18) ao afirmar que Moscou poderá enfrentar consequências cada vez mais severas caso os ataques russos ao território ucraniano continuem. A declaração foi feita após uma nova onda de ataques com drones atingir a capital russa durante a madrugada.
Segundo Zelensky, a ofensiva ucraniana foi uma resposta direta aos recentes bombardeios promovidos pela Rússia, que resultaram em mortes e danos significativos à infraestrutura civil da Ucrânia, incluindo um ataque que atingiu o histórico Mosteiro de Pechersk Lavra, em Kiev.
“Não queremos essa guerra, nunca quisemos, e todos sabem disso. Mas, se a Ucrânia pegar fogo, a sua Moscou pegará fogo”, declarou o presidente ucraniano em mensagem enviada a jornalistas.
Ataques atingem Moscou e refinaria de petróleo
De acordo com informações divulgadas pelas autoridades russas, dezenas de drones foram lançados contra Moscou durante a madrugada. Entre os alvos atingidos está uma refinaria de petróleo da capital, que sofreu impactos pela segunda vez na mesma semana.
Os ataques refletem uma intensificação das operações de ambos os lados do conflito, que já ultrapassa quatro anos e segue sem perspectivas concretas de encerramento.
Analistas avaliam que a ampliação das ofensivas em território russo busca aumentar a pressão sobre o governo do presidente Vladimir Putin, especialmente em um momento de crescente desgaste econômico e militar provocado pela guerra.
Ataque em Kiev deixou mortos e atingiu patrimônio histórico
Na última segunda-feira, uma ofensiva russa com drones e mísseis deixou pelo menos dez mortos em diferentes regiões da Ucrânia. Um dos alvos foi o tradicional Mosteiro de Pechersk Lavra, considerado um dos principais símbolos religiosos e históricos do país.
O episódio provocou forte reação do governo ucraniano e ampliou os pedidos por apoio internacional para reforçar a defesa aérea do país.
Defesa aérea e novas medidas serão debatidas na Otan
Zelensky participa nesta quinta-feira de reuniões com aliados da Ucrânia em Bruxelas, onde a ampliação da assistência militar estará entre os principais temas da agenda.
Entre as propostas em discussão estão o fortalecimento dos sistemas de defesa aérea fornecidos pela OTAN e o desenvolvimento de uma estrutura integrada de defesa contra mísseis balísticos envolvendo Ucrânia e países parceiros.
O presidente ucraniano argumenta que a ampliação dessas capacidades é fundamental para proteger cidades, instalações estratégicas e a população civil dos ataques russos.
Ucrânia pede novas sanções contra a Rússia
Além do apoio militar, Zelensky voltou a defender o endurecimento das sanções econômicas contra Moscou. O líder ucraniano pediu que Europa, Estados Unidos e demais aliados ampliem as restrições aos setores de energia, defesa e finanças da Rússia.
Segundo ele, o aumento da pressão econômica é uma das principais ferramentas para forçar o Kremlin a rever sua estratégia militar e buscar uma solução para o conflito.
“Todos precisam pressionar Putin: ucranianos, europeus, norte-americanos e também os russos. É hora de encarar a realidade e pressionar seu líder”, afirmou.
Guerra segue sem perspectiva de trégua
O conflito entre Rússia e Ucrânia continua sendo um dos principais focos de instabilidade geopolítica global, com impactos diretos sobre os mercados internacionais, energia, fertilizantes, commodities agrícolas e cadeias de abastecimento.
A escalada dos ataques em ambos os territórios aumenta as preocupações da comunidade internacional sobre uma possível ampliação da guerra e seus reflexos sobre a economia mundial.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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