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Escolas urbanas estaduais do Acre avançam em infraestrutura e ampliam condições para a aprendizagem

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As escolas urbanas da rede estadual do Acre têm registrado avanços significativos em infraestrutura e conectividade, fortalecendo as condições para o ensino e a aprendizagem. Dados do Censo Escolar 2025 mostram que 96,2% das unidades possuem acesso à internet, 81,1% contam com conexão por banda larga e 100% são atendidas pela rede pública de energia elétrica.

Laboratório de informática amplia o acesso às tecnologias digitais e contribui para o desenvolvimento das atividades pedagógicas nas escolas estaduais. Foto: Jorge William/SEE

Os indicadores refletem os investimentos realizados pelo governo do Estado para modernizar os espaços educacionais e ampliar o acesso às tecnologias digitais, possibilitando que estudantes e professores utilizem recursos pedagógicos inovadores e ferramentas que contribuem para a melhoria da qualidade do ensino.

Outro destaque é a presença de bibliotecas e salas de leitura. Das 185 escolas urbanas estaduais, 142 contam com esses espaços, o que representa 76,8% das unidades. O percentual supera a média nacional, de 65,5%, e o índice da Região Norte, de 63,7%, considerando o mesmo recorte das escolas urbanas.

Atividades práticas no laboratório de ciências tornam o aprendizado mais dinâmico e aproximam os estudantes dos conteúdos trabalhados em sala de aula. Foto: Jorge William/SEE

A estrutura voltada para atividades práticas e tecnológicas também coloca o Acre acima dos indicadores nacionais e regionais. Nas escolas urbanas da rede estadual, 54,1% possuem laboratório de informática, enquanto a média nacional é de 35,6% e a da Região Norte, de 36%.

“Os investimentos em infraestrutura, conectividade, bibliotecas e laboratórios demonstram o compromisso do governo do Estado com uma educação pública cada vez mais moderna, inclusiva e alinhada às necessidades dos nossos estudantes. Estamos criando ambientes que favorecem a aprendizagem, estimulam a inovação e ampliam as oportunidades para que crianças e jovens tenham uma formação de qualidade em todas as regiões do Acre”, destaca o secretário de Estado de Educação e Cultura, Reginaldo Prates.

Os laboratórios de ciências estão presentes em 29,7% das unidades urbanas estaduais acreanas, percentual superior aos índices registrados no país, de 18,5%, e na Região Norte, de 18,4%.

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Os dados do Censo Escolar evidenciam a evolução da infraestrutura educacional no Acre e os avanços que impactam diretamente a qualidade do ensino ofertado nas escolas urbanas do estado.

Bibliotecas e salas de leitura fortalecem o hábito da leitura e oferecem espaços de estudo e convivência para os alunos da rede estadual. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Infraestrutura amplia oportunidades de aprendizagem e inclusão digital

O gestor da Escola Estadual Integral de Ensino Fundamental Anos Iniciais Clarisse Fecury, Assis da Silva Ribeiro, destaca que os estudantes demonstram entusiasmo e envolvimento com as atividades desenvolvidas no laboratório de informática.

“Eles aguardam ansiosamente os dias de utilização do laboratório, não apenas por ser uma atividade curricular, mas porque a tecnologia faz parte do cotidiano e desperta muito interesse. Nosso objetivo é mostrar que o computador vai além do acesso à internet e possui inúmeras possibilidades de uso. É isso que buscamos ensinar aos nossos alunos”, afirma.

Estudantes da Escola Estadual Integral Clarisse Fecury participam de atividades que integram tecnologia e aprendizagem no cotidiano escolar. Foto: cedida

Na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Humberto Soares da Costa, em Rio Branco, os estudantes ressaltam a importância desses espaços para complementar o aprendizado desenvolvido em sala de aula.

Aluna da 1ª série do ensino médio, Vitória Cristina Souza afirma que o laboratório de informática contribui para pesquisas e para o aprofundamento dos conteúdos, especialmente na preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

“Uma das aulas que tivemos foi de Linguagens, para ajudar a entender melhor a redação, que é uma parte muito importante para nós, estudantes do ensino médio que vamos fazer o Enem. O laboratório é um complemento importante e facilita muito o aprendizado”, destaca.

João Lucas da Silva Mendes afirma que os recursos pedagógicos e as aulas práticas tornam o aprendizado mais atrativo e enriquecedor para os estudantes. Foto: Jorge William/SEE

A estudante também ressalta o papel da biblioteca como espaço de estudo e convivência. “A gente utiliza bastante. Além de estudar, podemos pegar livros emprestados e é um lugar onde os alunos ficam mais tranquilos, conversam e se sentem acolhidos”, relata.

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Sobre o laboratório de ciências, Vitória conta que as aulas práticas despertam grande interesse entre os estudantes. “É onde acontecem os experimentos e as coisas legais da ciência, principalmente em química e física. Quando alguma turma vai para o laboratório, todos ficam querendo participar também. É uma experiência muito interessante”, afirma.

O estudante João Lucas da Silva Mendes, da 2ª série do ensino médio, destaca que as atividades práticas ampliam a compreensão dos conteúdos trabalhados em sala de aula.

Para a coordenadora de ensino Ester Mukay Assaf, os ambientes pedagógicos tornam as aulas mais atrativas e fortalecem a aprendizagem dos estudantes. Foto: Jorge William/SEE

“O laboratório traz elementos visuais que ajudam muito a entender como as coisas funcionam. É uma das estruturas mais importantes que todas as escolas deveriam ter. As aulas acontecem quinzenalmente e tornam o aprendizado mais dinâmico e eficaz”, explica.

De acordo com a coordenadora de ensino da Escola Humberto Soares da Costa, professora Ester Mukay Assaf, os ambientes pedagógicos são fundamentais para tornar o ensino mais atrativo e fortalecer a aprendizagem, especialmente em uma escola de tempo integral.

“O laboratório de informática é utilizado por todas as disciplinas para pesquisas e aprofundamento dos estudos. Já o laboratório de ciências permite que os alunos coloquem em prática aquilo que aprendem na teoria, e eles adoram essas atividades. A biblioteca também é um espaço de estudo e convivência, onde realizam atividades como torneios de xadrez, dama e dominó”, explica.

Laboratório móvel amplia as possibilidades de experimentação e contribui para o ensino prático de ciências nas escolas da rede estadual. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Segundo a coordenadora, os investimentos em infraestrutura são essenciais para atender às necessidades dos estudantes e acompanhar as transformações tecnológicas da sociedade.

“A ampliação da conectividade e a oferta de bibliotecas e laboratórios reforçam a inclusão digital e ampliam as oportunidades de aprendizagem, garantindo aos estudantes acesso a diferentes metodologias e experiências educacionais”.

Fonte: Governo AC

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Expoacre Juruá doará cerca de 3 mil mudas de espécies nativas e frutíferas à população neste domingo

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A programação do estande integrado de meio ambiente na 21ª Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, encerra neste domingo, 5, com a tradicional doação de 3 mil mudas de espécies nativas e frutíferas à população. A iniciativa é do Viveiro da Floresta, unidade gerida pelo governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

Serão disponibilizadas mais de 20 espécies de mudas, entre elas açaí solteiro, açaí touceira, andiroba, banana comprida, banana prata, bordão-de-velho, caixeta, caroba, cedro-rosa, copaíba, cumaru-cetim, ingá-de-metro, ingá-macaco, ipê-amarelo, ipê-branco, ipê-rosa, ipê-roxo, itaúba, jatobá, jucá, mulateiro, paricá, paxiubinha, samaúma, seringueira, sombreiro e urucum. Além de receberem as mudas, os visitantes poderão obter orientações técnicas sobre o plantio, manejo e a importância ecológica de cada espécie.

Expoacre Juruá doará cerca de 3 mil mudas de espécies nativas e frutíferas à população neste domingo. Foto: Emanoel Farias/Sema

Além da exposição do Viveiro da Floresta, o estande integrado disponibiliza diversos serviços e ações voltados à agenda ambiental. Os produtores rurais têm acesso ao escritório do Cadastro Ambiental Rural (CAR), onde recebem atendimento especializado e orientações sobre a adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), o que facilita o acesso aos instrumentos de regularização ambiental.

O secretário de Estado do Meio Ambiente, Leonardo Carvalho, destacou a importância do atendimento oferecido aos produtores durante a feira.

Leonardo Carvalho destacou a possibilidade do produtor rural de receber atendimento especializado e orientações sobre regularização ambiental. Foto: Emanoel Farias/Sema

“O CAR funciona como uma espécie de certidão de regularidade ambiental da propriedade rural. Aqui, o produtor pode procurar os técnicos para tirar dúvidas e receber orientações sobre como fazer sua regularização ambiental. Esse processo facilita o acesso a financiamentos, a recursos do Banco da Amazônia e do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), além de garantir que a propriedade esteja de acordo com a legislação ambiental”, afirmou.

Viveiro da Floresta

Durante os seis dias de feira, o Viveiro da Floresta apresenta ao público o trabalho desenvolvido na produção de mudas destinadas à recuperação de áreas degradadas, ao reflorestamento e à implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs). A unidade reúne mais de 60 espécies de plantas nativas e frutíferas e possui capacidade para produzir até um milhão de mudas por ano.

O Viveiro da Floresta também desempenha papel estratégico no Programa de Regularização Ambiental (PRA), ao fornecer gratuitamente mudas para pequenos produtores da agricultura familiar e contribuir para a recuperação ambiental de propriedades rurais em todo o estado.

Serão disponibilizadas mais de 20 espécies de mudas no próximo domingo, 5. Foto: Emanoel Farias/Sema

A unidade abriga ainda a Biofábrica Clones da Amazônia, responsável pela produção de material genético de alta qualidade destinado a instituições de ensino, pesquisa e projetos voltados ao desenvolvimento científico e tecnológico. A iniciativa favorece a inovação na produção de mudas e nos sistemas agroflorestais no Acre.

Jogos educativos fomentam a conscientização ambiental

As mesas temáticas apresentaram ao público os principais programas desenvolvidos pelos órgãos ambientais estaduais, com destaque para o Programa de Brigadistas Comunitários, as ações de conservação da biodiversidade, a gestão das unidades de conservação e a proteção dos recursos hídricos.

Estande integrado do meio ambiente ofereceu jogos educativos para os visitantes da feira. Foto: Emanoel Farias/Sema

Para tornar a visita mais interativa, o estande também contou com jogos educativos. Segundo o diretor de Meio Ambiente da Sema, Erisson Cameli, um dos destaques da programação foi o quiz interativo, que proporciona aprendizado de forma dinâmica sobre temas relacionados ao meio ambiente.

“Quem visita o estande pode participar de uma breve apresentação sobre assuntos como unidades de conservação, recursos hídricos e biodiversidade. Depois, participa de um quiz interativo, que reforça esse conhecimento de forma lúdica e participativa. As atividades também envolvem as crianças, tornando a educação ambiental mais acessível para toda a família”, explicou.

Erisson ressaltou que o trabalho realizado no estande atua de forma lúdica e educativa para todos os visitantes. Foto: Emanoel Farias/Sema

A professora Idelane Rocha participou de uma atividade sobre o Parque Estadual Chandless e destacou a importância de ampliar o acesso da população às informações sobre as unidades de conservação do Acre.

“Fiquei surpresa ao descobrir que temos uma unidade de conservação tão rica em biodiversidade e ainda pouco conhecida pela população. Esse tema precisa estar mais presente no ambiente escolar. Iniciativas como essa ajudam a despertar o interesse de crianças, jovens e adultos pela conservação do meio ambiente”, afirmou.

Fonte: Governo AC

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