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TJAC doa dez monitores ao Instituto São Tomé para fortalecer formação profissional de jovens em Rio Branco

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Equipamentos serão utilizados em cursos de informática e manutenção de computadores oferecidos gratuitamente à comunidade

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), por meio da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic), realizou, na manhã desta quarta-feira, 12, a doação de dez monitores de computador ao Instituto São Tomé, em Rio Branco. A entrega foi realizada pelo secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação, Elson Correia, aos representantes da instituição.

Esta é a terceira vez que o Instituto São Tomé é beneficiado com a doação de equipamentos pelo TJAC. A iniciativa integra a política de sustentabilidade do Poder Judiciário, que busca dar destinação social a equipamentos que ainda podem ser utilizados, contribuindo para a inclusão digital, a qualificação profissional e o acesso a oportunidades.

Os monitores serão utilizados nas atividades de formação oferecidas pelo Instituto, especialmente nos cursos profissionalizantes de informática básica e de manutenção de computadores e, posteriormente, de impressoras.

Atualmente, o Instituto São Tomé funciona no bairro Tangará, onde dispõe de quatro salas. A instituição está se preparando para mudar para uma nova sede, com sete salas, o que permitirá ampliar a estrutura e os serviços oferecidos à comunidade.

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Segundo a presidente do Instituto São Tomé, Eloilma Lima, a parceria com o Tribunal de Justiça tem contribuído diretamente para o fortalecimento das ações desenvolvidas pela organização.

“Essa é a nossa terceira entrega e tem sido muito gratificante receber esses equipamentos, principalmente porque os beneficiados são a própria comunidade. Nós oferecemos cursos para pessoas que muitas vezes nunca tiveram a oportunidade de fazer uma capacitação e que precisam dessa formação para buscar o primeiro emprego”, afirmou.

A proposta é utilizar os equipamentos recebidos para ampliar a capacidade de atendimento e proporcionar aos participantes uma estrutura adequada para as atividades práticas.

“Hoje oferecemos o curso profissionalizante de informática básica e o curso de manutenção de computadores. Posteriormente, também vamos trabalhar com manutenção de impressoras. Esses equipamentos chegam para fortalecer diretamente essa formação”, explicou Eloilma.

Prezando pelo ambiental e social

Só este ano, o TJAC já realizou duas entregas de equipamentos, outras duas estão programadas, ampliando a parceria entre o TJAC e instituições públicas ou ONGs que façam trabalhos sociais. A destinação dos monitores está alinhada às práticas de sustentabilidade adotadas pelo Tribunal de Justiça, ao permitir que equipamentos sejam reaproveitados em projetos de interesse social, evitando o descarte prematuro e ampliando sua vida útil.

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Além do aspecto ambiental, a iniciativa contribui para a promoção da inclusão digital e da formação profissional de jovens e adultos. Ao apoiar atividades educacionais e de capacitação, a ação também fortalece o acesso a direitos e a oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.

O Instituto São Tomé é uma organização social especializada na elaboração e execução de políticas públicas, com atuação nas áreas de saúde, educação, esporte, cultura, pesquisa, tecnologia, desenvolvimento econômico e assistência social. As ações desenvolvidas pela instituição estão alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Lançamento de aplicativo marca a transformação digital da Escola do Poder Judiciário

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Avisos, matrículas, materiais didáticos e certificados são algumas das funções facilitadas pelo App da Esjud

A Escola do Poder Judiciário (Esjud) realizou uma programação especial dedicada à inovação e tecnologia. Nesta sexta-feira, 2, ocorreu o lançamento do seu aplicativo móvel, que já pode ser acessado para download. “A Esjud inteira na palma da sua mão” – disponível para Android e IOS.

Com uma interface intuitiva e navegação fluida, a ferramenta concentra os principais serviços da Esjud: Acesso ao ambiente virtual de aprendizagem, inscrição em cursos, consulta e download de certificados, emissão de certidão, registro de certificados externos, notícias, avisos, notificações administrativas e lembretes das atividades.

App da Esjud

Na abertura do evento, o desembargador Luís Camolez, diretor da Esjud, reforçou a missão do órgão de ensino: “A escola é onde aprendemos, debatemos e progredimos. Fico feliz de estarmos com o auditório cheio, e, além disso, ter servidores conectados por videoconferência, pois é assim que esse propósito se completa”.

Após o pronunciamento, o lançamento do App da Esjud foi materializado pela adesão dos bottons de divulgação. Posteriormente, foram disponibilizados os QR Codes nos telões do auditório, os quais possibilitaram que o público baixasse e conhecesse as funcionalidades do novo canal de comunicação e serviços.

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Em seguida, o servidor da Esjud Allan Almeida contextualizou o fluxo comunicacional entre alunos e formadores, por meio do site, e-mail, WhatsApp, AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) e sistema de certificados. “Tudo isso está sendo modernizado pelo aplicativo. É importante enfatizar que o aplicativo tem uma integração completa, não é um banco de links que te direciona para um site. Está tudo funcional”, arrematou.

Portanto, o aplicativo garante mais agilidade, transparência e autonomia para alunos, formadores e servidores no acesso às informações da instituição. Também estavam presentes na solenidade as juízas e juiz auxiliares da Presidência Louise Santana, Zenice Cardozo e Giordane Dourado, bem como as magistradas Evelin Bueno, Shirlei Hage, e os magistrados Robson Aleixo, Clovis Lodi e Marlon Machado, além de secretários e servidores da instituição.

Não é sobre usar IA. É sobre pensar diferente

A programação seguiu com a palestra “Não é sobre usar IA. É sobre pensar diferente”. O juiz Johnny Clemes concatenou assuntos e atualidades de forma dinâmica, falou desde a escrita bico de pena, aos processos, riscos até o Elon Musk. O objetivo não era conhecer prompts, mas sim refletir sobre como a Inteligência Artificial (IA) tem mudado as ferramentas de trabalho.

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Durante sua apresentação, o magistrado ponderou que a IA não revela apenas o que uma máquina consegue fazer, mas sim o que ainda está sendo realizado de forma manual. A partir disso, edificou um paralelo temporal com as seguintes anteposições sobre procedimentos laborais: procurar x analisar; comparar x supervisionar; resumir x decidir; conferir x criar; organizar x interpretar; redigir x cuidar.

“Estamos preparados? Temos tecnologia e precisamos de condutas. Estamos em um momento de transformação, em que refletimos o porquê das atividades serem realizadas de certa forma. Com os novos recursos, devemos pensar: O que preciso aprender agora? Quais novas habilidades são necessárias? E o que você fará com o tempo que a IA devolver para você?”, concluiu o palestrante.

Certificação da Residência em Tecnologia da Informação.

A entrega de certificados celebrou o encerramento da Residência em Tecnologia da Informação. Ao todo, foram 12 concludentes da formação realizada pela Esjud, em parceria com o Instituto Metrópole Digital da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Fotos: Wellington Vidal* estagiário sob supervisão/ Secom

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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