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MPAC promoverá audiência pública para discutir políticas de prevenção às drogas e moradia no Papoco
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, promoverá, no dia 28 de outubro, uma audiência pública para discutir políticas públicas de prevenção e enfrentamento ao uso abusivo de drogas e de garantia do direito à moradia adequada, segura e digna para a população da região do Papoco, localizada no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco. O encontro será na sede do MPAC, na Rua Fátima Maia, nº 200, às 8h.
A audiência integra procedimento administrativo instaurado para acompanhar, sob a perspectiva dos direitos humanos, as políticas sociais públicas destinadas à população do bairro. Durante a apuração, foram reunidas informações e documentos junto a órgãos públicos e instituições que apontam situações de vulnerabilidade social, exposição de pessoas a contextos relacionados ao tráfico de drogas e possíveis deficiências na oferta de infraestrutura e serviços públicos essenciais.
O objetivo é ampliar a participação da comunidade, permitindo que moradores apresentem experiências, dificuldades e demandas, além de possibilitar o esclarecimento sobre providências adotadas pelo Poder Público e a definição de encaminhamentos para as questões identificadas.
Aberta ao público, a audiência terá participação de moradores do Dom Giocondo, representantes do Poder Público, lideranças comunitárias, associações de moradores, organizações da sociedade civil e demais interessados. Não será necessária inscrição prévia ou representação por advogado. Quem desejar se manifestar poderá solicitar a palavra durante o ato, com até três minutos para exposição, prorrogáveis por mais dois.
Também poderão ser apresentados documentos, fotografias, vídeos, áudios e outros materiais relacionados aos temas discutidos, durante a audiência ou posteriormente, conforme as orientações da Promotoria.
A audiência será conduzida pelo promotor de Justiça Thalles Ferreira Costa. As manifestações e os encaminhamentos serão registrados em ata e servirão de subsídio para o acompanhamento das políticas públicas relacionadas às questões discutidas.
Marcelina Freire – Secretaria de Comunicação/MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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Projeto do MPAC é incluído em Casoteca do Fórum Brasileiro de Segurança Pública
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) teve o projeto institucional Proteja Mulher incluído na edição 2026 da Casoteca de Práticas Inovadoras do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), publicação que reúne experiências de profissionais de segurança pública e instituições do sistema de Justiça no enfrentamento à violência contra meninas e mulheres.
Desenvolvido pelo Observatório de Violência de Gênero (OBSGênero), em conjunto com o Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CAOP/DHC), o Proteja Mulher atua no fortalecimento das redes locais de proteção às mulheres em municípios do interior do Acre.
O projeto foi selecionado entre nove iniciativas nacionais documentadas na edição 2026 da Casoteca, na categoria voltada a ações de enfrentamento à violência contra as mulheres desenvolvidas por instituições do sistema de justiça criminal em articulação com outros órgãos públicos e da sociedade civil.
O Proteja Mulher é uma iniciativa itinerante que realiza o diagnóstico das redes municipais, promove oficinas com os serviços que atuam na proteção das mulheres e trabalha na construção de fluxos de atendimento e encaminhamento. A metodologia também prevê o acompanhamento da implementação dos fluxos definidos.
Criado em setembro de 2022, o projeto já foi desenvolvido em Brasileia, Feijó, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Rodrigues Alves, Tarauacá, Assis Brasil, Acrelândia e Mâncio Lima. Até o momento, a iniciativa já capacitou 487 profissionais das áreas de saúde, assistência social, segurança pública e educação.
A atuação considera as características territoriais e sociais do Acre, incluindo as dificuldades de acesso aos serviços públicos em municípios do interior e em áreas rurais. O projeto busca aproximar os serviços que integram a rede local e organizar os encaminhamentos para mulheres em situação de violência.
Com a inclusão do Proteja Mulher, o MPAC passa a ter mais uma iniciativa registrada na Casoteca, que já documentou outras experiências do Ministério Público acreano, como o Centro de Atendimento à Vítima (CAV) e o projeto Medidas Protetivas Já.
A edição 2026 da Casoteca é intitulada “Práticas inovadoras de enfrentamento à violência contra as mulheres: experiências desenvolvidas pelos profissionais de segurança pública” e reúne nove práticas de diferentes estados brasileiros.
Clique aqui para acessar a publicação.
Fonte: Ministério Publico – AC
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