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MPAC atua de forma integrada na captura de foragido apontado como fundador de organização criminosa

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), participou da ação que resultou, nesta sexta-feira (18), na captura de Gilson Borges de Souza, apontado como um dos fundadores de organização criminosa que atua no estado do Acre. O foragido foi localizado em Natal, no Rio Grande do Norte, após trabalho integrado de inteligência e articulação entre instituições de segurança pública e de persecução penal de diferentes estados.

A ação contou com a participação do Gaeco, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Polícia Civil do Acre, da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, e da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (SSinte/Sepol-RJ).

Segundo as informações levantadas durante as diligências, Gilson Borges de Souza estava foragido desde 2022 e é apontado como membro fundador de uma organização criminosa. O nome dele também constava na Lista de Procurados do Projeto Captura, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), referente ao estado do Acre.

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A localização e a captura ocorreram no âmbito do Projeto Captura, força-tarefa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Diopi/Senasp), com articulação entre órgãos de segurança pública.

A iniciativa tem como objetivo ampliar a cooperação entre as forças de segurança para localização e captura de pessoas foragidas da Justiça, a partir do compartilhamento de informações de inteligência e da atuação coordenada entre os órgãos envolvidos.

Para o delegado Gustavo Neves, titular da Draco, a captura é resultado do trabalho conjunto desenvolvido pelas instituições.

“A prisão de Gilson Borges de Souza, foragido desde 2022, é a prova de que a integração entre a Draco da Polícia Civil do Acre, o Gaeco e as forças de segurança de outros estados não dá trégua ao crime organizado, alcançando foragidos em qualquer lugar do país”, ressaltou.

O promotor de Justiça Júlio César de Medeiros, coordenador-geral do Gaeco em exercício, destacou a importância da cooperação entre as instituições para o enfrentamento às organizações criminosas.

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“A prisão é fruto de um trabalho de inteligência rigoroso e da atuação coordenada entre instituições de diferentes estados. O Ministério Público reafirma seu compromisso com a segurança da sociedade e com o enfrentamento às organizações criminosas, contribuindo para que a Justiça alcance aqueles que possuem mandados de prisão em aberto, independentemente de onde estejam”, afirmou.

Secretaria de Comunicação / MPAC
Com informações do Gaeco

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC participa de conferência internacional sobre crime organizado

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), participou, nesta quinta e sexta-feira, 17 e 18 de setembro, da VI Conferência Internacional sobre Crime Organizado, realizada no Salão Nobre da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rio de Janeiro (OAB-RJ).

O MPAC foi representado pelo coordenador-geral do Gaeco, promotor de Justiça Júlio César de Medeiros, que integrou a mesa de abertura, e pela coordenadora-adjunta do grupo, promotora de Justiça Bianca Bernardes de Moraes.

A conferência reuniu membros do Ministério Público, advogados, magistrados, delegados e especialistas para discutir temas relacionados à investigação e à persecução penal da criminalidade organizada.

A programação abordou os desafios relacionados à atuação das organizações criminosas, além de técnicas investigativas, integração entre instituições e estratégias para o enfrentamento de estruturas criminosas complexas.

O coordenador-geral do Gaeco, promotor de Justiça Júlio César de Medeiros, destacou a importância do aperfeiçoamento e da integração institucional no enfrentamento às organizações criminosas.

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“A participação em eventos como este contribui para o constante aperfeiçoamento dos membros do Ministério Público e para o fortalecimento da atuação especializada no combate às organizações criminosas, especialmente diante da necessidade de integração e compartilhamento de conhecimentos para enfrentar fenômenos criminais que ultrapassam limites territoriais”, afirmou.

A coordenadora-adjunta do Gaeco, promotora de Justiça Bianca Bernardes de Moraes, ressaltou a contribuição do intercâmbio de experiências para o trabalho desenvolvido pelo grupo no Acre.

“O enfrentamento ao crime organizado exige atualização permanente, integração e troca de experiências entre as instituições. Uma conferência dessa dimensão permite conhecer novas estratégias e boas práticas, fortalecer a cooperação e trazer esse conhecimento para a atuação do Gaeco no Acre”, destacou.

Fonte: Ministério Publico – AC

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