RIO BRANCO
Search
Close this search box.

ACRE

Corregedoria do Iapen promove palestra sobre ética para servidores da instituição

Publicados

ACRE

O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen), por meio da Corregedoria, promoveu uma palestra com tema “A ética que se pratica: a força da presença e do exemplo no serviço público” para os servidores da instituição, na manhã desta sexta-feira, 24. A atividade visa promover orientações e a importância do tema dentro do ambiente de trabalho.

Comunicóloga, Vanessa Igami, ressalta a ética como parte da vida diária. Foto: Isabelle Nascimento/Iapen

A palestra foi conduzida pela comunicóloga Vanessa Igami, que afirma que a dinâmica apresentada durante a atividade ressalta a ética como parte da vida diária: “Precisamos tirar a ética daquela denominação de um código frio. O que eu vou trazer hoje é uma relação muito prática dos valores da liderança afetiva que são possibilidades de um melhor convívio, adequando essa temática da ética em todas as situações do dia a dia. Isso é essencial para o ambiente harmonioso, alcance de resultados e cumprimento da função da instituição”.

Durante palestra sobre ética, servidores participaram de atividades interativas e colaborativas. Foto: Zayra Amorim/Iapen

Durante a palestra foram desenvolvidas atividades que incentivaram os servidores a colaborar uns com os outros, a prestar atenção ao que o colega fala, a ajudar e aprender a ser ajudado, com intuito de mostrar que em pequenas atitudes do dia a dia a ética pode estar presente e fazer a diferença na harmonia do ambiente.

Francisco Housemam, servidor do Iapen, participou de dinâmicas e declarou que esse “é um tema de importância, principalmente com esse vínculo ao sistema prisional”. Foto: Isabelle Nascimento/Iapen

Francisco Housemam, especialista em Execução Penal, é servidor do Iapen e acompanhou a palestra e as dinâmicas propostas. Ele acredita que o tema é de grande relevância: “É um tema de importância, principalmente com esse vínculo ao sistema prisional. E também vale destacar que não é só o tema ética, teve a vinculação com a liderança afetiva. Pra mim foi muito importante, porque traz essa visão de uma liderança, mais uma liderança ética, pautada nos princípios éticos, pautada no comportamento. Dou os parabéns a todas as equipes envolvidas, principalmente a Corregedoria”.

Corregedora em exercício, Dionizia Silva, ressalta que a Corregedoria “está aí para orientar, para instruir, não só para punir”. Foto: Zayra Amorim/Iapen

A corregedora em exercício, Dionizia Silva, explica que a atividade foi promovida com o objetivo de aproximar os servidores do setor: “A gente tá aqui para orientar, para instruir, não só para punir. E a gente quer trazer os servidores mais para perto da gente, tirar essa ideia de que ‘eu não vou na Corregedoria, a Corregedoria é o bicho papão’, e ‘só vai na Corregedoria se tiver sendo punido’.”

Fonte: Governo AC

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Polícia Militar fortalece presença comunitária no lançamento do Mês de Vacinação dos Povos Indígenas no interior do Acre
Propaganda

ACRE

Governo do Acre participa de mesa de diálogo sobre implementação da Lei do Letramento Racial

Publicados

em

Por

Reforçando o compromisso do governo do Acre com a promoção de políticas de igualdade racial, a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) participou, nesta sexta-feira, 19, da Mesa de Diálogo para Implementação da Lei Estadual nº 4.328/2024, que institui o letramento racial e de gênero nos órgãos públicos estaduais e a assinatura de termo de compromisso.

Encontro foi marcado pela presença de instituições, entidades e organizações da sociedade civil. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH

O encontro foi realizado no plenário do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE) e reuniu representantes de instituições públicas das áreas de saúde, educação, segurança pública, assistência social, além de entidades, associações, conselhos e movimentos sociais.

Durante a solenidade, o secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, João Paulo Silva, destacou o compromisso da pasta com a promoção da igualdade racial e o apoio do governo à implementação da legislação.

João Paulo Silva assinou termo de compromisso, garantindo a execução da lei de letramento. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH

“Em nome do governo do Estado do Acre e da governadora Mailza Assis, asseguro que as políticas afirmativas, o diálogo, a construção coletiva e o fortalecimento das ações voltadas à igualdade racial terão sempre o apoio da SEASDH. Estamos à disposição para somar forças com esta equipe técnica maravilhosa, que já realiza um trabalho tão importante”, afirmou.

A Lei nº 4.328/2024 estabelece a realização obrigatória de, no mínimo, 20 horas de letramento presencial sobre raça, gênero, etnia e diversidade para gestores públicos e ocupantes de cargos comissionados, com o objetivo de qualificar servidores e fortalecer a promoção da equidade na administração pública estadual.

Almerinda Cunha falou sobre a importância da lei e o preconceito que pessoas negras convivem no dia a dia. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH

Representando a Associação de Mulheres Negras do Acre, Almerinda Cunha enfatizou que o enfrentamento ao racismo passa pela educação e pelo diálogo.

“Se pararmos para pensar, todos nós fomos educados dentro de uma sociedade racista. Fomos educados para reproduzir preconceitos, discriminar o diferente e julgar o outro. Essa foi a formação social que recebemos ao longo da vida. Para desconstruir isso, são necessários momentos como este: espaços de reflexão, de escuta e de diálogo. Precisamos ouvir a dor do outro, compreender suas razões e entender que todos nós somos seres humanos, portadores dos mesmos direitos constitucionais”, relatou.

Conselheira do TCE, Naluh Gouveia, destacou a importância da lei. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH

A conselheira do Tribunal de Contas do Estado, Naluh Gouveia, ressaltou que a implementação da lei representa um momento histórico para o Acre.

“Hoje é um dia de felicidade. É motivo de alegria ver que o Estado do Acre quer se capacitar, quer enxergar as pessoas, mas, acima de tudo, quer acolhê-las. A palavra ‘letramento’ é extremamente importante. O que nós precisamos é de um verdadeiro letramento”, afirmou.

As ações previstas na legislação são direcionadas aos servidores do TCE e do Ministério Público de Contas (MPC), gestores e servidores estaduais, órgãos de controle e fiscalização, conselhos de políticas públicas, movimentos sociais e à sociedade em geral.

Presidente do conselho de Promoção da Igualdade Racial. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH

Já a presidente do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Coepir), Gorete Pinto, explicou que a legislação é resultado da mobilização do movimento negro acreano.

“Ela foi construída por muitas mãos e nasceu da necessidade do movimento negro de fazer com que as autoridades e toda a sociedade acreana compreendam que o racismo é estrutural, que ele permeia toda a nossa sociedade e, consequentemente, também está presente na realidade do Acre”, concluiu.

Também firmaram compromisso com a implementação da lei representantes das secretarias de Estado da Educação (SEE), da Saúde (Sesacre), de Governo (Segov), da Mulher (Semulher), da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), além do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Militar do Acre.

Membros de órgãos públicos formaram compromisso para execução de políticas públicas. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH

O secretário de Governo, Luiz Calixto, pontuou que a execução da lei é plenamente viável em todas as secretarias e órgãos estaduais.

“Tenho convicção de que esta lei vai se consolidar, porque todos nós, gestores públicos, seremos cobrados pela oferta desses cursos e pela sua efetiva implementação”, destacou.

A iniciativa contribui para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 5 – Igualdade de Gênero, o ODS 10 – Redução das Desigualdades e o ODS 18 – Igualdade Étnico-Racial.

Compromisso

As autoridades signatárias comprometeram-se a implementar integralmente a legislação em seus respectivos órgãos; garantir recursos e infraestrutura para a realização do letramento presencial de 20 horas; cumprir as metas e os prazos definidos para regulamentação e fiscalização da lei; inserir o letramento sobre igualdade racial, de gênero e diversidade como eixo estratégico do desenvolvimento institucional; promover ambientes de trabalho inclusivos e livres de violência; instituir o Comitê de Acompanhamento da Implementação da Lei; e manter diálogo permanente com os movimentos sociais, fortalecendo o controle social e o monitoramento das ações desenvolvidas.

Fonte: Governo AC

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Campanha Outubro Rosa é tema de palestra para servidores do Iapen
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA