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Educação do Acre realiza manutenção de escolas indígenas em Sena Madureira

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Os trabalhos do Departamento de Manutenção da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) não param. Em Sena Madureira, diversas escolas indígenas estão recebendo melhorias na infraestrutura dos espaços para adequar o ensino aos alunos.

As escolas indígenas do município que estão passando por manutenção são: a Floresta, localizada na aldeia Cayapuca; a escola São Paulino, na aldeia de mesmo nome; a escola Xinadewa, na terra indígena Cayapuca, na aldeia Santa Fé; e a escola  Shimewidi, também na terra indígena Cayapuca, no Rio Purus.

A escola Floresta, na aldeia Cayapuca, é uma das que estão passando por manutenção predial. Foto: Departamento de Manutenção/SEE

Além de Sena Madureira, escolas indígenas de Manoel Urbano e Santa Rosa do Purus também estão passando por processo de manutenção predial. Já em Tarauacá, duas escolas foram construídas e em Assis Brasil uma escola está em fase de conclusão dos trabalhos.

Para o chefe do Departamento de Educação Escolar Indígena, professor Charles Falcão, as manutenções prediais nas escolas são fundamentais porque garantem mais qualidade no processo de ensino-aprendizagem para os alunos e mais conforto para a comunidade escolar.

Diversas melhorias estão sendo realizadas nas escolas indígenas. Foto: Departamento de Manutenção/SEE

“Essas intervenções realizadas pelo Departamento de Manutenção são fundamentais porque garantem às comunidades, além de um ensino melhor, as condições para que os nossos professores indígenas consigam realizar seu trabalho da melhor maneira possível”, disse.

Entre os principais serviços realizados nas escolas indígenas estão a pintura, cercamento e pórtico de identificação, manutenção na estrutura de caixas d’água, instalação de bomba e gerador, adequação de banheiros e manutenção de portas e janelas.

Escola São Paulino também recebeu diversos serviços de manutenção. Foto: Departamento de Manutenção/SEE

A arquiteta do Departamento de Manutenção da SEE, Maisa Andrade, destaca a importância das ações nas escolas indígenas. “Essas intervenções demonstram o compromisso do governo do Estado com a nossa educação indígena, até porque, investir na infraestrutura é valorizar a identidade e a cultura dos povos”, disse.

Fonte: Governo AC

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Expoacre Juruá transforma tecnologia e cultura em lazer inclusivo para famílias

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A Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, tem se destacado não apenas como vitrine agropecuária, mas também como espaço de inovação e lazer para toda a família. A Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict) reuniu estandes voltados para crianças e jovens, com tecnologia, produtos em impressão 3D e atividades interativas que têm atraído grande público.

Espaço abrange jovens e crianças e é marcado por inclusão. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

O espaço kids é um dos pontos mais movimentados da feira, reunindo brincadeiras que vão de pintura corporal a experiências com óculos de realidade virtual. Para os pais, é uma oportunidade de lazer e entretenimento enquanto visitam a segunda maior feira agropecuária do estado.

Kethyla Shawãdawa, monitora do espaço, explica que as atividades são voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas, além de incluir tecnologia.

“Tem sido um espaço muito especial. As crianças participam de oficinas de escultura com balões, de miçangas e de materiais recicláveis, onde podem criar brinquedos. Também oferecemos brincadeiras voltadas para o desenvolvimento cognitivo e da coordenação motora, além de pintura facial. A grande novidade é a experiência com óculos de realidade virtual, que permite aos pais acompanhar o que seus filhos estão vivenciando”, disse.

Segundo ela, o espaço tem recebido grande movimento todas as noites, com muitos pais participando junto aos filhos. “Foi pensado com carinho para que as crianças tenham um ambiente acolhedor e cheio de descobertas.”

Miguel aproveita óculos de realidade virtual. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Inovação e inclusão

A dentista Jamile Feijó, mãe de Miguel Machado, de 7 anos, aprovou a iniciativa. “Estamos parando em todos os estandes para que ele possa conhecer e se divertir. Este espaço está muito interativo, ele está amando e está sendo incrível. Ainda vamos ver outros estandes”, contou.

Já Lacione Maia destacou o caráter inovador. “As brincadeiras, a forma como estão expostas e os instrutores são perfeitos, têm muito jeito com criança.”

Outro ponto de destaque é a preocupação com a inclusão. Darcinete Oliveira ressaltou que este ano há mais opções voltadas para crianças atípicas.

“Nos outros anos não víamos tantas atividades direcionadas a essa necessidade. Agora encontramos jogos e materiais inclusivos que estimulam a participação delas. Isso mostra uma preocupação maior com a diversidade e torna o evento ainda mais especial.”

Impressão 3D é um dos atrativos do estande voltado para tecnologia e inovação. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Impressão 3D e cultura local

Os estandes de tecnologia também chamam atenção. Laurênio de Souza ficou impressionado com os personagens criados em impressão 3D.

“É como uma escultura, lembra trabalhos antigos, mas hoje está mais acessível e até possível de encomendar. É um avanço para nossas cidades, porque antes só víamos pela internet ou televisão, e agora temos a oportunidade de acompanhar ao vivo. O trabalho está muito bonito, parabéns aos organizadores.”

Rodrigo Gomes, expositor, destacou o sucesso dos chaveiros sensoriais e dos “dummys”. Além disso, sua empresa Juruá 3D tem produzido peças que valorizam a identidade local.

Empresas também apostaram em produtos que ressaltam a identidade de Cruzeiro do Sul. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

“Queremos explorar a cultura do Juruá e desenvolver peças personalizadas que representem a região. Já fizemos chaveiros com a Catedral, árvores, casas de farinha e até saquinhos de farinha e açaí. São elementos culturais que fortalecem nossa tradição e permitem que o visitante leve um presente único e representativo da cidade.”

Tiago Lucena, coordenador do Laboratório de Biologia Animal e fundador da startup Jabotec 3D, reforçou o caráter inovador.

“Este ano trouxemos a Jabotec 3D, especializada em produtos personalizados em impressão 3D. Transformamos elementos da cultura pop em objetos colecionáveis e também aplicamos a tecnologia em materiais didáticos, que tornam as salas de aula mais interativas. Já validamos resultados com aumento de até 60% nas notas dos alunos.”

Analice foi visitar a feira apenas para adquirir seus personagens preferidos. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Encanto para jovens

Analice do Nascimento, de 11 anos, ficou encantada com os espaços voltados para colecionadores.

“Estou começando a me apaixonar por essas figuras e vim preparada para adquirir algumas peças. Ontem comprei uma Hello Kitty e hoje levei um Pikachu. São produtos que remetem à infância e despertam muito interesse.”

Ela destacou que o evento é uma oportunidade para conhecer novidades e investir em itens que antes só acompanhava à distância. “É um espaço que atrai jovens e adultos, e que valoriza esse universo cultural de forma acessível.”

Fonte: Governo AC

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