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Educação do Acre realiza manutenção em escola da zona rural do Bujari
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A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), por meio do Departamento de Manutenção, realiza a manutenção da escola rural Limoeiro, localizada no km 60 do ramal da Funtac, no município do Bujari. Diversas intervenções estão sendo realizadas para garantir mais conforto e melhor qualidade de ensino aos alunos.
Entre elas está a colocação de um novo piso, pintura de toda a estrutura da escola, colocação de portas e janelas novas, intervenções na parte elétrica, instalação de uma nova cozinha e também de banheiros, construção de nova cerca, instalação de manta térmica, vasos, pias e forro novos.
Na Escola Limoeiro estuda um total de 15 alunos, dos quais seis são transportados à escola por um barco, conduzido por Jesus Silva do Nascimento. Ele é pai de uma aluna e diz que receber uma nova escola na comunidade é algo muito bom. “Esse trabalho está ficando muito bem feito”, afirma.
Wellington Souza é pedagogo e leciona para alunos da primeira série do ensino médio. Além elogiar a merenda fornecida pelo governo do Estado por meio da SEE, destaca que as intervenções que estão sendo realizadas vai mudar o ambiente escolar. “Isso vai ser uma realização para os alunos”, disse.
Colocação de manta térmica está entre as ações do Departamento de Manutenção. Foto: Stalin Melo/SEEJá a professora Clemilda da Silva Cavalcante, responsável pela escola, trabalha com alunos do 7º e 8º anos do ensino fundamental, anos finais. Ela destaca que, antes da reforma, ministrar as aulas não era algo fácil. “Era muito desgastante, mas agora vamos ganhar um espaço mais aconchegante e tudo irá melhorar”, frisou.
A aluna Alaine Souza dos Anjos, da primeira série do ensino médio, diz que com as intervenções realizadas pela SEE, “dá até ânimo para estudar, porque ela gosto de estudar, eu de ir para a escola”.
Professora Clemilda Cavalcante é uma espécie de responsável pela escola. Foto: Stalin Melo/SEEA mãe da Alaine Souza é a professora Geilda Silva de Souza, que é pedagoga e ministra aulas para alunos do 1º ao 5º anos do ensino fundamental, anos iniciais, numa turma multisseriada. Ela leciona há 13 anos. Na Escola Limoeiro trabalho exatamente há três.
“Dar aulas para esses alunos é muito gratificante, a gente conhece cada um deles e essas intervenções que estão acontecendo irão ajudar muito e vai melhorar o nosso ambiente escolar”, destaca.
Governo indo longe
Para garantir que os estudantes possam se deslocar até a Escola Limoeiro, o governo vai longe. Os irmãos Keleu Moura da Silva e Liedson da Silva Moura moram na fazenda Aliança. Para chegar na escola eles se deslocam em torno de 3 horas de barco, conduzido pelo barqueiro Jesus Silva.
O barqueiro Jesus Silva é o responsável por levar os irmãos Kaleu e Liedson até a escola. Foto: Stalin Melo/SEEMas a distância não os impede de sonhar. Keleu, por exemplo, quer ser engenheiro mecânico porque gosta muito de automóveis. Com as intervenções que estão sendo realizadas pela SEE acredita que as condições para estudar irão melhorar muito. “Agora vamos ter uma sala melhor”, disse.
Já Liedson Moura diz que enfrentar três horas de barco é cansativo, mas vale a pena estudar. Ele tem a intenção em ser policial militar, mas especificamente trabalhar no Batalhão de Operações Especiais, o Bope. “Com essa manutenção aqui na escola vai melhorar tudo”, diz ele.
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Expoacre Juruá transforma tecnologia e cultura em lazer inclusivo para famílias
A Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, tem se destacado não apenas como vitrine agropecuária, mas também como espaço de inovação e lazer para toda a família. A Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict) reuniu estandes voltados para crianças e jovens, com tecnologia, produtos em impressão 3D e atividades interativas que têm atraído grande público.
Espaço abrange jovens e crianças e é marcado por inclusão. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomO espaço kids é um dos pontos mais movimentados da feira, reunindo brincadeiras que vão de pintura corporal a experiências com óculos de realidade virtual. Para os pais, é uma oportunidade de lazer e entretenimento enquanto visitam a segunda maior feira agropecuária do estado.
Kethyla Shawãdawa, monitora do espaço, explica que as atividades são voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas, além de incluir tecnologia.
“Tem sido um espaço muito especial. As crianças participam de oficinas de escultura com balões, de miçangas e de materiais recicláveis, onde podem criar brinquedos. Também oferecemos brincadeiras voltadas para o desenvolvimento cognitivo e da coordenação motora, além de pintura facial. A grande novidade é a experiência com óculos de realidade virtual, que permite aos pais acompanhar o que seus filhos estão vivenciando”, disse.
Segundo ela, o espaço tem recebido grande movimento todas as noites, com muitos pais participando junto aos filhos. “Foi pensado com carinho para que as crianças tenham um ambiente acolhedor e cheio de descobertas.”
Miguel aproveita óculos de realidade virtual. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomInovação e inclusão
A dentista Jamile Feijó, mãe de Miguel Machado, de 7 anos, aprovou a iniciativa. “Estamos parando em todos os estandes para que ele possa conhecer e se divertir. Este espaço está muito interativo, ele está amando e está sendo incrível. Ainda vamos ver outros estandes”, contou.
Já Lacione Maia destacou o caráter inovador. “As brincadeiras, a forma como estão expostas e os instrutores são perfeitos, têm muito jeito com criança.”
Outro ponto de destaque é a preocupação com a inclusão. Darcinete Oliveira ressaltou que este ano há mais opções voltadas para crianças atípicas.
“Nos outros anos não víamos tantas atividades direcionadas a essa necessidade. Agora encontramos jogos e materiais inclusivos que estimulam a participação delas. Isso mostra uma preocupação maior com a diversidade e torna o evento ainda mais especial.”
Impressão 3D é um dos atrativos do estande voltado para tecnologia e inovação. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomImpressão 3D e cultura local
Os estandes de tecnologia também chamam atenção. Laurênio de Souza ficou impressionado com os personagens criados em impressão 3D.
“É como uma escultura, lembra trabalhos antigos, mas hoje está mais acessível e até possível de encomendar. É um avanço para nossas cidades, porque antes só víamos pela internet ou televisão, e agora temos a oportunidade de acompanhar ao vivo. O trabalho está muito bonito, parabéns aos organizadores.”
Rodrigo Gomes, expositor, destacou o sucesso dos chaveiros sensoriais e dos “dummys”. Além disso, sua empresa Juruá 3D tem produzido peças que valorizam a identidade local.
Empresas também apostaram em produtos que ressaltam a identidade de Cruzeiro do Sul. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom“Queremos explorar a cultura do Juruá e desenvolver peças personalizadas que representem a região. Já fizemos chaveiros com a Catedral, árvores, casas de farinha e até saquinhos de farinha e açaí. São elementos culturais que fortalecem nossa tradição e permitem que o visitante leve um presente único e representativo da cidade.”
Tiago Lucena, coordenador do Laboratório de Biologia Animal e fundador da startup Jabotec 3D, reforçou o caráter inovador.
“Este ano trouxemos a Jabotec 3D, especializada em produtos personalizados em impressão 3D. Transformamos elementos da cultura pop em objetos colecionáveis e também aplicamos a tecnologia em materiais didáticos, que tornam as salas de aula mais interativas. Já validamos resultados com aumento de até 60% nas notas dos alunos.”
Analice foi visitar a feira apenas para adquirir seus personagens preferidos. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomEncanto para jovens
Analice do Nascimento, de 11 anos, ficou encantada com os espaços voltados para colecionadores.
“Estou começando a me apaixonar por essas figuras e vim preparada para adquirir algumas peças. Ontem comprei uma Hello Kitty e hoje levei um Pikachu. São produtos que remetem à infância e despertam muito interesse.”
Ela destacou que o evento é uma oportunidade para conhecer novidades e investir em itens que antes só acompanhava à distância. “É um espaço que atrai jovens e adultos, e que valoriza esse universo cultural de forma acessível.”
Stalin Melo/SEE
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Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
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