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Estado publica edital de seleção de artesãos interessados em participar da 26ª Fenearte, em Recife
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Com objetivo de selecionar produções de artesãos, entidades representativas e grupos de produção artesanal para participar do estande do Acre na 26ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), em Recife (PE), o governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo e Empreendedorismo (Sete) e da Coordenação Estadual do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), publicou um edital de chamamento público para interessados em participar do evento. O edital completo está disponível no Diário Oficial do Estado desta terça-feira, 24.
O edital prevê a disponibilização de sete vagas, destinadas a artesãos que desejam expor seus produtos na feira. O evento será realizado no período de 8 a 19 de julho, reunindo expositores de diversas regiões do país. As inscrições se iniciam nesta terça-feira, 24, e seguem abertas até 24 de abril.
Artesãos podem se inscrever até 24 de abril. Foto Dhárcules Pinheiro/Secom“O artesanato acreano está crescendo cada vez mais e os números mostram isso. Em 2025, tivemos mais de 400 artesãos registrados no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro, o Sicab, que emitiram a sua Carteira Nacional de Artesão, possibilitando a participação em feiras como a Fenearte. Isso mostra o quanto temos avançado para fomentar o setor no nosso estado”, destacou o secretário de Turismo e Empreendedorismo, Marcelo Messias.
Cronograma de ações do evento. Imagem: DOE/ACPodem participar artesãos maiores de 18 anos, registrados no Sicab e com Carteira Nacional de Artesão ativa, que tenham disponibilidade para comercializar produtos no evento. Grupos de produção artesanal e entidades representativas legalmente constituídas também podem participar com a indicação de representante, desde que estejam registradas no Sicab.
Para se inscrever, os interessados podem preencher os formulários indicados no site da Sete e enviar para o e-mail [email protected], até as 23h59 do dia 24 de abril, em mensagem descrita com o assunto: Inscrição Edital nº 003/2026. No corpo do e-mail, o interessado deve informar nome completo e a indicação da categorial em que pretende participar.
O interessado também pode entregar a documentação na Casa do Artesanato Acreano, localizada na Rua Senador Eduardo Assmar, 187, bairro Seis de Agosto, em frente ao Calçadão da Gameleira, em Rio Branco.
Fonte: Governo AC
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Há 35 anos como ambulante, Fábio Luiz de Oliveira mantém tradição no Arraial Cultural
A Feira de Economia Solidária, realizada durante o Arraial Cultural 2026, reúne empreendedores que atuam há décadas no comércio ambulante e destacam o evento como fonte de renda e espaço de convivência. Entre os relatos, participantes detalham trajetórias de mais de 30 anos de trabalho, mudanças de local ao longo do tempo e a participação contínua em todas as edições.
Um dos vendedores entrevistados é o senhor Fabio Luiz de Oliveira, que trabalha como ambulante há 35 anos e comercializa seus produtos em diferentes locais, além do ponto no Tucumã. Segundo ele, a participação no Arraial é positiva.
“Para mim é muito gostoso, é muito bom. A renda ajuda muito. A gente ama o que faz”, disse.
O comerciante também relata que participa do arraial todos os anos e que nunca deixou de comparecer em nenhuma edição.
Ele afirma ainda que já passou por diferentes espaços ao longo da história do evento e cita locais como Juventus e Teatrão. O vendedor destaca que trabalha com doces, especialmente morango e maçã.
Fábio Luiz de Oliveira atua há 35 anos como ambulante e mantém tradição familiar no Arraial Cultural. Foto: Isabelle de Oliveira/SeteMas o trabalho não começou recentemente. Fábio conta que iniciou na atividade por meio de sua mãe, que, por sua vez, começou a partir de seu irmão. A tradição, segundo ele, vem sendo passada de geração em geração.
Sobre a trajetória no Arraial, ele acrescenta: “O Arraial marcou muito nossa vida. Moro aqui há muitos anos, construí minha família e minha estrutura através desse trabalho. Não tenho o que reclamar, só tenho a agradecer. O Arraial é muito bom e acolhe todo mundo”, relata Fábio.
Anita Festa Oliveira, mãe de Fábio, relata que iniciou sua atuação no evento nos anos 1990, trabalhando com balão a gás, algodão doce e pipoca. Ela afirma ter sido uma das primeiras a comercializar pipoca colorida na praça e diz que, atualmente, outras pessoas também vendem o produto.
Anita conta que construiu sua vida por meio do trabalho no Arraial e destaca que criou os filhos a partir da renda obtida nas atividades. Ela conta ainda sobre a perda do marido, mas afirma que continuou trabalhando no mesmo espaço.
Ao comentar o significado do evento, Anitta destaca a importância da renda gerada no período e o convívio entre os trabalhadores. “É muito bom. A equipe trata a gente muito bem, valoriza os pioneiros e os ambulantes. A festa é nota 10”, afirmou.
Ela acrescenta que o período é essencial para o sustento dos participantes e para criar conexões com outras pessoas que passam pelo evento.
Fonte: Governo AC
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