Concurso
Estado torna pública a convocação para as provas objetivas do concurso da Sesacre
Para saber o local, a sala e o horário de realização da prova, os candidatos devem acessar o site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC).
ACRE
O governo do Estado do Acre, por meio das secretarias de Planejamento e Gestão (Seplag) e de Saúde (Sesacre), divulga o Edital nº 006 – Sesacre/Seplag, publicado no Diário Oficial desta quinta-feira, 6, com a convocação para as provas objetiva e discursiva do concurso da Sesacre no domingo, 16.
As provas serão realizadas em Brasileia, Cruzeiro do Sul, Feijó, Jordão, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rio Branco, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira e Tarauacá. Para saber o local, a sala e o horário de realização da prova, os candidatos devem acessar o site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) na aba Local de Prova.
A duração das provas será de cinco horas, incluído o tempo para leitura das instruções, coleta de digitais e preenchimento da folha de resposta. A abertura dos portões será às 12h, com fechamento às 12h45 e início previsto para a aplicação da prova às 13h.
Os candidatos deverão comparecer aos locais de prova 60 minutos antes do fechamento dos portões, munidos do original do documento de identidade com foto, caneta esferográfica de tinta azul ou preta em material transparente e cartão de convocação para a prova.
ACRE
No GovCast, Francisca Arara reforça protagonismo indígena nas políticas públicas
“Fazer com eles, e não para eles.” A diretriz que orienta a atuação da secretária dos Povos Indígenas do Acre, Francisca Arara, reflete a proposta de uma gestão construída com a participação dos povos indígenas. Em entrevista ao GovCast desta terça-feira, 2, a gestora apresentou os avanços da Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi) desde sua criação, em 2023, detalhou investimentos em segurança hídrica e analisou os desafios enfrentados pelos territórios.
Entre os temas abordados, esteve a Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI), mecanismo assegurado pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que garante aos povos indígenas o direito de serem consultados antes da implementação de empreendimentos ou intervenções em seus territórios. Durante a entrevista, a titular da Sepi relembrou sua participação nos debates sobre o tema e ressaltou a elaboração de uma cartilha que orienta a aplicação desse instrumento nas comunidades indígenas.
A participação ativa dos povos indígenas nos processos de consulta é apontada como fundamental para que as comunidades possam avaliar, de forma transparente, os benefícios, impactos e riscos de cada iniciativa. O processo também deve ser conduzido com boa-fé por todas as partes envolvidas, garantindo o respeito aos direitos indígenas e evitando que decisões externas comprometam modos de vida e formas de existência historicamente construídas pelos povos.

Ao tratar da preparação dos territórios para situações de emergência, Arara destacou a necessidade de fortalecer o diálogo entre instituições parceiras e os povos originários diante de eventos extremos. Considerando as particularidades e demandas específicas das comunidades indígenas, a Sepi elaborou um plano de contingência próprio para ampliar a capacidade de resposta nesses cenários.
Foi nesse contexto que o governo do Acre estruturou um projeto de abastecimento de água voltado às aldeias indígenas. “As obras já estão sendo executadas e entregues às comunidades, garantindo melhores condições de acesso à água potável e fortalecendo a segurança hídrica das aldeias, especialmente durante os períodos de seca”, afirmou Francisca Arara.
O acesso à água potável tem sido tratado pelo governo do Acre como uma política estrutural para a melhoria da qualidade de vida nos territórios indígenas. Por meio da Sepi, está em execução um projeto voltado à ampliação da segurança hídrica nas aldeias, com investimento de R$ 2 milhões viabilizado pela cooperação internacional com o banco alemão KfW, no âmbito do Programa REM Fase II.
A iniciativa prevê a perfuração de poços e a construção de cacimbas em nove terras indígenas, alcançando 38 aldeias localizadas em cinco municípios acreanos. Quando concluído, o projeto beneficiará cerca de 1.255 famílias e mais de 5 mil indígenas, fortalecendo o acesso à água de qualidade e reduzindo a vulnerabilidade das comunidades, especialmente durante os períodos de estiagem.
Fonte: Governo AC
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