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Gonzaga e Alan se reúnem com médico especialista para tratar de recursos para atender crianças autismo no Acre

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O deputado estadual Luiz Gonzaga, presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) , aproveitou as agendas em Cruzeiro do Sul para intermediar uma reunião com o senador Alan Rick e o médico Mazinho Maciel para tratar do atraso nos recursos para o Centro de Tratamento e Integração Social (Centrin) de Tarauacá.

O Centrin, que oferece serviços de reabilitação e tratamento a pacientes com diversos transtornos, suspendeu temporariamente o atendimento a cerca de 80 famílias com Transtorno de Espectro Autista (TEA) por falta de recursos federais.

A Prefeitura de Tarauacá chegou a lamentar o ocorrido: “A demora no repasse prejudica o trabalho assistencial desenvolvido em Tarauacá”, diz trecho da nota enviada à imprensa.

Luiz Gonzaga, que tem como uma de suas prioridades a defesa dos direitos e atendimento digno aos acreanos com transtornos neurológicos, pediu ao senador Alan Rick que intermedie junto ao governo federal a liberação dos recursos para que os atendimentos sejam retomados.

“Muitas crianças estão sem tratamento por atraso nos recursos. Durante as visitas ao interior nos deparamos com muitas famílias que não têm condições de arcarem com o tratamento particular e o Centrin é a única esperança para elas. Então esse trabalho lindo desenvolvido pelo médico Mazinho não pode parar”, disse Gonzaga.

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O senador Alan Rick se sensibilizou com a causa e se prontificou a procurar os órgãos competentes em Brasília para tratar da liberação dos recursos para dar continuidade aos atendimentos no Acre.

“Sabemos das dificuldades que nosso estado enfrenta no tratamento ao autismo e outras doenças neurológicas. Portanto, manter espaços como o Centrin funcionado é de suma importância para os acreanos com transtornos e suas famílias. Faremos o possível para conseguir a liberação desse recurso”, disse o senador.

O médico Mazinho Maciel, que é especialista no atendimento a crianças com autismo, agradeceu ao deputado Gonzaga pela reunião marcada com o senador e afirmou que a participação dos poderes públicos é importante para oferecer tratamento de qualidade aos portadores de transtornos.

“Nós que estamos na linha de frente do diagnóstico e tratamento do autismo sabemos das dificuldades do nosso estado em oferecer atendimento digno aos portadores de TEA,TDAH, entre outros transtornos. Então quero agradecer o apoio do presidente da Aleac, Luiz Gonzaga, e senador Alan Rick”, concluiu.

Fonte: ASCOM ALEAC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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