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Oficinas de física e química despertam interesse de alunos por ciências na Escola Clícia Gadelha

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Os alunos da 1ª série do ensino médio da Escola Clícia Gadelha, localizada no bairro São Francisco, em Rio Branco, tiveram uma manhã diferente nesta segunda-feira, 20. Eles participaram das oficinas de Física – Superchoque e de Química – Eletroquímica, promovidas pelo Núcleo de Matemática e Ciências Aplicadas (NCA) da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE).

Alunos participam de oficinas, observando na prática os fenômenos elétricos e o funcionamento de geradores de energia. Foto: Jorge Feitosa/SEE

A iniciativa tem como objetivo tornar o ensino das ciências da natureza mais acessível e dinâmico, despertando a curiosidade dos estudantes e mostrando a aplicação prática dos conteúdos aprendidos em sala. As oficinas são realizadas em escolas que solicitam a atividade junto à SEE.

De acordo com o professor de Física Daniel Gomes, a proposta é aproximar a ciência do cotidiano dos alunos.

“Essa ação é uma forma de motivar o aluno na aprendizagem das Ciências da Natureza. No meu caso, como professor de física, trazemos uma abordagem diferenciada com experimentos que mostram a vivência do dia a dia. O estudante aprende a observar os fenômenos que acontecem em casa, na natureza, no mundo. O experimento evidencia que a ciência tem vida, lógica e sentido”, destacou o professor.

“Eletroquímica desperta o interesse dos estudantes ao mostrar, de forma interativa, como a ciência está presente no dia a dia”, disse o professor de física. Foto: Jorge Feitosa/SEE

As experiências chamaram a atenção dos jovens, que puderam ver de perto fenômenos elétricos e reações químicas em ação. Para muitos, foi a primeira vez em contato direto com esse tipo de atividade prática.

A aluna Marlucy Almeida, de 15 anos, ficou empolgada com a oficina. “Achei inovador e muito legal trazer isso para as escolas. A gente aprendeu sobre elétrons, eletricidade estática e o gerador de energia. Deixa de ser aquela aula teórica e vira algo prático, dá até vontade de aprender mais. Se viesse de novo, eu participaria com certeza”, contou.

Iniciativa tem como objetivo tornar o ensino das ciências da natureza mais acessível e dinâmico. Foto: Jorge Feitosa/SEE

Já o estudante Carlos Lima, também de 15 anos, destacou a importância da experiência para compreender melhor os conteúdos.

“Física é uma matéria difícil porque geralmente é muito teórica. Quando a gente tem a oportunidade de ver e manusear os equipamentos, tudo fica mais fácil e interessante. Aprendemos sobre energia cinética e vimos como os geradores funcionam. Foi muito inovador”, relatou.

Fonte: Governo AC

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Expoacre Juruá transforma tecnologia e cultura em lazer inclusivo para famílias

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A Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, tem se destacado não apenas como vitrine agropecuária, mas também como espaço de inovação e lazer para toda a família. A Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict) reuniu estandes voltados para crianças e jovens, com tecnologia, produtos em impressão 3D e atividades interativas que têm atraído grande público.

Espaço abrange jovens e crianças e é marcado por inclusão. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

O espaço kids é um dos pontos mais movimentados da feira, reunindo brincadeiras que vão de pintura corporal a experiências com óculos de realidade virtual. Para os pais, é uma oportunidade de lazer e entretenimento enquanto visitam a segunda maior feira agropecuária do estado.

Kethyla Shawãdawa, monitora do espaço, explica que as atividades são voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas, além de incluir tecnologia.

“Tem sido um espaço muito especial. As crianças participam de oficinas de escultura com balões, de miçangas e de materiais recicláveis, onde podem criar brinquedos. Também oferecemos brincadeiras voltadas para o desenvolvimento cognitivo e da coordenação motora, além de pintura facial. A grande novidade é a experiência com óculos de realidade virtual, que permite aos pais acompanhar o que seus filhos estão vivenciando”, disse.

Segundo ela, o espaço tem recebido grande movimento todas as noites, com muitos pais participando junto aos filhos. “Foi pensado com carinho para que as crianças tenham um ambiente acolhedor e cheio de descobertas.”

Miguel aproveita óculos de realidade virtual. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Inovação e inclusão

A dentista Jamile Feijó, mãe de Miguel Machado, de 7 anos, aprovou a iniciativa. “Estamos parando em todos os estandes para que ele possa conhecer e se divertir. Este espaço está muito interativo, ele está amando e está sendo incrível. Ainda vamos ver outros estandes”, contou.

Já Lacione Maia destacou o caráter inovador. “As brincadeiras, a forma como estão expostas e os instrutores são perfeitos, têm muito jeito com criança.”

Outro ponto de destaque é a preocupação com a inclusão. Darcinete Oliveira ressaltou que este ano há mais opções voltadas para crianças atípicas.

“Nos outros anos não víamos tantas atividades direcionadas a essa necessidade. Agora encontramos jogos e materiais inclusivos que estimulam a participação delas. Isso mostra uma preocupação maior com a diversidade e torna o evento ainda mais especial.”

Impressão 3D é um dos atrativos do estande voltado para tecnologia e inovação. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Impressão 3D e cultura local

Os estandes de tecnologia também chamam atenção. Laurênio de Souza ficou impressionado com os personagens criados em impressão 3D.

“É como uma escultura, lembra trabalhos antigos, mas hoje está mais acessível e até possível de encomendar. É um avanço para nossas cidades, porque antes só víamos pela internet ou televisão, e agora temos a oportunidade de acompanhar ao vivo. O trabalho está muito bonito, parabéns aos organizadores.”

Rodrigo Gomes, expositor, destacou o sucesso dos chaveiros sensoriais e dos “dummys”. Além disso, sua empresa Juruá 3D tem produzido peças que valorizam a identidade local.

Empresas também apostaram em produtos que ressaltam a identidade de Cruzeiro do Sul. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

“Queremos explorar a cultura do Juruá e desenvolver peças personalizadas que representem a região. Já fizemos chaveiros com a Catedral, árvores, casas de farinha e até saquinhos de farinha e açaí. São elementos culturais que fortalecem nossa tradição e permitem que o visitante leve um presente único e representativo da cidade.”

Tiago Lucena, coordenador do Laboratório de Biologia Animal e fundador da startup Jabotec 3D, reforçou o caráter inovador.

“Este ano trouxemos a Jabotec 3D, especializada em produtos personalizados em impressão 3D. Transformamos elementos da cultura pop em objetos colecionáveis e também aplicamos a tecnologia em materiais didáticos, que tornam as salas de aula mais interativas. Já validamos resultados com aumento de até 60% nas notas dos alunos.”

Analice foi visitar a feira apenas para adquirir seus personagens preferidos. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Encanto para jovens

Analice do Nascimento, de 11 anos, ficou encantada com os espaços voltados para colecionadores.

“Estou começando a me apaixonar por essas figuras e vim preparada para adquirir algumas peças. Ontem comprei uma Hello Kitty e hoje levei um Pikachu. São produtos que remetem à infância e despertam muito interesse.”

Ela destacou que o evento é uma oportunidade para conhecer novidades e investir em itens que antes só acompanhava à distância. “É um espaço que atrai jovens e adultos, e que valoriza esse universo cultural de forma acessível.”

Fonte: Governo AC

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