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MP na Comunidade leva serviços à população do Calafate em edição do Círio Social

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, no último sábado, 19, mais uma edição do MP na Comunidade, com oferta de serviços de saúde, cidadania, assistência social e orientação jurídica à população. A ação ocorreu das 8h às 16h, na Escola Estadual Henrique Lima, no bairro Calafate, em Rio Branco, e registrou 1.501 atendimentos.

A iniciativa ocorreu durante o Círio Social, que integra a programação do Círio de Nazaré e aproxima a Igreja Católica, órgãos públicos e instituições da comunidade, oferecendo serviços de saúde, assistência social, direitos e lazer.

Pelo MPAC, a população teve acesso aos serviços do Centro de Atendimento à Vítima (CAV), da Ouvidoria-Geral e do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde, Pessoa Idosa e Pessoa com Deficiência (Caop Saúde-DI). Os atendimentos incluíram acolhimento e orientação no CAV, registro de manifestações e apresentação de demandas à Ouvidoria-Geral, além de orientações sobre o direito à saúde e os direitos das pessoas idosas e das pessoas com deficiência.

Com o apoio das instituições parceiras, a comunidade também teve acesso a consultas com clínico geral, cardiologista, oftalmologista e pediatra, atendimento odontológico, testes rápidos, aferição de pressão arterial e glicemia, fornecimento de medicamentos, avaliação para prevenção do câncer de pele e agendamento de mamografia e exame preventivo do colo do útero.

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Também foram disponibilizados serviços de regulação e emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), atendimento jurídico, serviços da Organização em Centros de Atendimento (OCA), orientações trabalhistas, emissão de carteiras de desconto e gratuidade no transporte intermunicipal e orientações sobre energia elétrica. A programação contou ainda com atividades recreativas e educativas voltadas à comunidade, especialmente às crianças.

A procuradora de Justiça e coordenadora do MP na Comunidade, Gilcely Evangelista, destacou a importância de aproximar a instituição dos cidadãos. “O intuito é aproximar cada vez mais o Ministério Público do cidadão, devendo sempre prestar apoio, solidariedade e amor ao próximo. Nós estamos aqui para servir à sociedade”, declarou.

O promotor de Justiça Marcos Bruno Oliveira, da Promotoria de Justiça Cumulativa de Rodrigues Alves, ressaltou a importância da aproximação entre o Ministério Público e a comunidade e do trabalho conjunto entre as instituições. “É uma ação que aproxima o MP da comunidade e fortalece a garantia de direitos, o acesso à saúde, à educação e a outros tantos serviços, além da consultoria jurídica”, afirmou.

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A ação contou com a participação da Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre (Ageac), Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Energisa, Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat), Serviço Social da Indústria (Sesi), Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e Hospital de Amor.

Secretaria de Comunicação/MPAC
Fotos: William Crespo

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC atua de forma integrada na captura de foragido apontado como fundador de organização criminosa

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), participou da ação que resultou, nesta sexta-feira (18), na captura de Gilson Borges de Souza, apontado como um dos fundadores de organização criminosa que atua no estado do Acre. O foragido foi localizado em Natal, no Rio Grande do Norte, após trabalho integrado de inteligência e articulação entre instituições de segurança pública e de persecução penal de diferentes estados.

A ação contou com a participação do Gaeco, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Polícia Civil do Acre, da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, e da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (SSinte/Sepol-RJ).

Segundo as informações levantadas durante as diligências, Gilson Borges de Souza estava foragido desde 2022 e é apontado como membro fundador de uma organização criminosa. O nome dele também constava na Lista de Procurados do Projeto Captura, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), referente ao estado do Acre.

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A localização e a captura ocorreram no âmbito do Projeto Captura, força-tarefa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Diopi/Senasp), com articulação entre órgãos de segurança pública.

A iniciativa tem como objetivo ampliar a cooperação entre as forças de segurança para localização e captura de pessoas foragidas da Justiça, a partir do compartilhamento de informações de inteligência e da atuação coordenada entre os órgãos envolvidos.

Para o delegado Gustavo Neves, titular da Draco, a captura é resultado do trabalho conjunto desenvolvido pelas instituições.

“A prisão de Gilson Borges de Souza, foragido desde 2022, é a prova de que a integração entre a Draco da Polícia Civil do Acre, o Gaeco e as forças de segurança de outros estados não dá trégua ao crime organizado, alcançando foragidos em qualquer lugar do país”, ressaltou.

O promotor de Justiça Júlio César de Medeiros, coordenador-geral do Gaeco em exercício, destacou a importância da cooperação entre as instituições para o enfrentamento às organizações criminosas.

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“A prisão é fruto de um trabalho de inteligência rigoroso e da atuação coordenada entre instituições de diferentes estados. O Ministério Público reafirma seu compromisso com a segurança da sociedade e com o enfrentamento às organizações criminosas, contribuindo para que a Justiça alcance aqueles que possuem mandados de prisão em aberto, independentemente de onde estejam”, afirmou.

Secretaria de Comunicação / MPAC
Com informações do Gaeco

Fonte: Ministério Publico – AC

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