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Programa Presídios Leitores abre inscrições para banco de avaliadores

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“A liberdade passa pela leitura”. A frase, que virou slogan de um dos projetos educativos mais bem-sucedidos do sistema penitenciário, expressa o impacto que a leitura tem gerado na vida de detentos no Acre.

A cada livro lido, o detendo pode remir quatro 4 de pena. Foto: Zayra Amorim

O projeto, que é desenvolvido em Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Sena Madureira e Senador Guiomard, por meio de parcerias entre o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Universidade Federal do Acre (Ufac), Instituto Federal do Acre (Ifac) e outras instituições, propicia, além de conhecimento, remição de pena. A cada livro lido, o detento pode remir quatro dias de pena.

Programa Presídios Leitores foi abordado em exposição realizada em dezembro de 2024 na Ufac. Foto:

Outro ponto importante, é que, após a leitura, o detento precisa escrever um resumo sobre a obra, encaminhado aos avaliadores do programa, que, após análise do texto, confirmam à Justiça que os detentos fizeram a leitura do livro.

Para que isso aconteça, o Presídio Leitores conta com um banco de avaliadores que trabalha de forma voluntária. Maria José Costa, coordenadora do programa, explica que quem deseja fazer parte do projeto, em Rio Branco e Sena Madureira, pode fazer sua inscrição até o dia 19 de novembro.

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Coordenadora do Programa Presídio Leitores, Maria José Costa participa de ação do projeto. Foto: Zayra Amorim

As inscrições podem ser feitas por meio de formulários, disponíveis nos links para Sena Madureira e para Rio Branco. Tanto servidores do Iapen quanto professores e acadêmicos podem se inscrever no programa: “Quem tiver interesse em participar é só se inscrever e fazer a oficina. Todos serão bem-vindos”, afirma a coordenadora.

As oficinas de capacitação para novos avaliadores serão realizadas no dia 18 de novembro em Rio Branco e no dia 19 em Sena Madureira. Nos demais municípios onde o programa é desenvolvido, as oficinas já foram realizadas.

A chefe da Divisão de Educação Prisional do Iapen, Margarete Frota, afirma que o projeto já impactou a vida dos detentos: “Esse é um projeto que tem despertado, em muitos privados de liberdade, o desejo de mudança. A leitura tem levado os participantes a refletirem sobre a vida e sobre suas ações. Isso é notado no dia a dia, no modo como eles passam a enxergar as coisas. Sem dúvidas, a leitura liberta”.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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