AGRONEGÓCIO
ADAMA lança novidades para a safra 2026/27 no Show Rural Coopavel e reforça estratégia de Inovação de Valor
AGRONEGÓCIO
A ADAMA, referência global em soluções para proteção de cultivos, marca presença na edição 2026 do Show Rural Coopavel, uma das maiores feiras de agronegócio do Paraná e do País. A companhia reforça sua estratégia de Inovação de Valor, que une tecnologia, proximidade com o produtor e geração de resultados consistentes em um cenário desafiador para o setor agropecuário.
Paraná como mercado estratégico
O Paraná, especialmente a região Oeste, é considerado estratégico pela ADAMA devido à relevância nas culturas de soja e milho e ao perfil técnico do produtor local. Segundo Thiago Crude, gerente de Comunicação e Marketing da ADAMA:
“Participar do Show Rural Coopavel é essencial para fortalecer o relacionamento, entender demandas regionais e demonstrar, na prática, como apoiamos o produtor a obter maior performance ao longo do ciclo da lavoura.”
Crude destaca que, além de ser uma vitrine de produtos, a feira é um espaço técnico relevante, reunindo produtores altamente profissionalizados e conectados à inovação.
Lançamentos de produtos inovadores para a safra 2026/27
Durante os cinco dias de feira, a ADAMA apresenta seu portfólio de soluções voltadas às principais culturas da região, com foco em soja e milho, incluindo programas completos de manejo que integram tecnologia de formulação, segurança operacional e eficiência agronômica.
Entre os destaques, a empresa lança:
- Inseticida para manejo de insetos sugadores, com tecnologia exclusiva de formulação desenvolvida a partir de pesquisa avançada;
- Fungicida Blindado® ULTRA, trazendo inovação no controle de doenças nas principais culturas da região.
Segundo Crude:
“A proposta é apoiar o produtor em decisões cada vez mais criteriosas, especialmente em um cenário marcado por custos elevados, volatilidade de mercado e desafios climáticos.”
Estande como espaço de orientação técnica e relacionamento
O estande da ADAMA foi planejado para ser um ponto de relacionamento e atendimento técnico personalizado, contando com equipes comerciais, técnicas e lideranças da empresa. O objetivo é promover troca qualificada de informações e reforçar o compromisso da companhia com soluções práticas, simples e eficazes, adaptadas às diferentes realidades produtivas.
Sustentabilidade integrada à inovação
A sustentabilidade é um pilar da estratégia da ADAMA, que investe continuamente no desenvolvimento de tecnologias mais eficientes, no uso responsável de defensivos agrícolas e na promoção de boas práticas no campo, conciliando produtividade, cuidado ambiental e viabilidade econômica.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.
A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.
O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.
A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.
Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.
“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.
“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.
Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.
Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.
Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.
Fonte: Pensar Agro
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