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ADM e MCassab fecham parceria para ampliar distribuição de soluções em nutrição especializada no Brasil

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A ADM anunciou uma parceria estratégica com a MCassab para fortalecer sua presença no mercado brasileiro de nutrição especializada e ingredientes funcionais destinados às indústrias de alimentos e bebidas. A distribuidora nacional será responsável por parte do portfólio de nutrição humana da companhia, oferecendo soluções alinhadas às principais tendências globais de saúde e bem-estar.

Objetivo da parceria

Com a colaboração, a ADM busca aumentar sua capilaridade no Brasil e garantir maior agilidade na entrega de ingredientes para a produção de suplementos e alimentos funcionais. Segundo Lin Yiing, diretor comercial de Nutrição Humana para a América do Sul, a iniciativa é um passo estratégico para atender às novas demandas dos consumidores.

“A parceria com a MCassab nos ajudará a expandir a atuação da ADM e atender de forma ainda melhor nossos clientes em todo o país, com agilidade e excelência”, afirmou o executivo.

Portfólio de soluções oferecidas

O acordo contempla a distribuição de soluções para os segmentos de panificação, confeitaria, snacks, suplementos e nutrição esportiva. Entre os destaques estão as proteínas vegetais e o Fibersol®, fibra bioativa utilizada em diferentes formulações para melhorar o perfil nutricional e garantir maior tolerância de consumo.

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Experiência da MCassab no setor

Com mais de 35 anos de atuação no mercado, a MCassab Distribuição é referência na oferta de ingredientes, aditivos e pré-misturas nutricionais personalizadas. A empresa possui estrutura laboratorial própria e um time técnico especializado, capaz de apoiar o desenvolvimento e aprimoramento de produtos em todas as regiões do país.

Sinergia para fortalecer o mercado

A ADM destaca que a união com a MCassab vai potencializar sua atuação na indústria e gerar ainda mais valor ao setor de nutrição especializada.

“Estamos unindo forças e integrando parte relevante do nosso portfólio à expertise da MCassab no mercado de suplementos e nutrição especializada. Essa sinergia fortalece nossas operações e amplia nossa capacidade de atender às necessidades da indústria”, destacou Cynthia Ferro, gerente de contas de Nutrição Humana da ADM na América do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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