RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Argentina deve colher 1,36 milhão de toneladas de arroz em 2025/26, aponta USDA

Publicados

AGRONEGÓCIO

A safra argentina de arroz em casca para o ciclo 2025/26 está estimada em 1,365 milhão de toneladas, segundo relatório de um adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume representa uma queda em relação à produção de 1,592 milhão de toneladas registrada na temporada anterior.

O levantamento também indica uma redução significativa na área plantada, que deve passar de 227 mil hectares em 2024/25 para 195 mil hectares no novo ciclo.

Produção beneficiada deve atingir 887 mil toneladas

Considerando o arroz beneficiado, a produção argentina deve totalizar 887 mil toneladas em 2025/26, segundo as projeções oficiais.

O consumo interno deve permanecer estável, com 500 mil toneladas estimadas — o mesmo nível do ano anterior —, o que demonstra um mercado doméstico consolidado, mesmo diante da menor oferta.

Exportações e estoques finais em queda

As exportações argentinas de arroz também devem recuar, passando de 533 mil toneladas na safra passada para 510 mil toneladas em 2025/26.

Com a redução da produção e da área cultivada, os estoques finais do país devem sofrer uma queda expressiva, caindo de 183 mil toneladas para 64 mil toneladas.

Leia Também:  Queda nas vendas de arroz preocupa indústria e varejo em Santa Catarina, aponta SindArroz-SC

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Estratégias nutricionais e uso de enzimas reduzem perdas e melhoram desempenho de poedeiras

Publicados

em

Por

A presença de fatores antinutricionais nas dietas de poedeiras pode comprometer o aproveitamento de nutrientes, o desempenho produtivo e até a qualidade estrutural das aves. Entre os principais compostos estão o fitato, os polissacarídeos não amiláceos (PNAs) e os inibidores de tripsina.

De acordo com o zootecnista da Auster Nutrição Animal, Allan Dias, esses elementos reduzem o valor nutritivo de ingredientes vegetais comumente utilizados nas rações, como milho e farelo de soja, especialmente quando há inclusão de matérias-primas alternativas para redução de custos.

Impactos dos compostos antinutricionais na digestibilidade e produção

Cada fator antinutricional atua de forma distinta no organismo das aves. Os PNAs reduzem a disponibilidade de nutrientes e energia na dieta. O fitato impede a utilização do fósforo presente em ingredientes vegetais e pode afetar a integridade da mucosa intestinal. Já os inibidores de tripsina reduzem a digestibilidade das proteínas.

Segundo Allan Dias, esses efeitos impactam diretamente o desempenho das poedeiras, com reflexos na taxa de postura, na qualidade da casca dos ovos e no peso das aves.

Enzimas são principais ferramentas para melhorar aproveitamento nutricional

O uso de enzimas é uma das principais estratégias para reduzir os efeitos dos fatores antinutricionais e melhorar a eficiência das dietas.

Leia Também:  Dólar abre em leve alta à espera de indicadores econômicos dos EUA

Para os PNAs, enzimas como xilanase auxiliam na quebra de arabinoxilanos presentes no milho, enquanto glucanase e galactosidase reduzem os impactos de glucanos e galactosídeos no farelo de soja, aumentando o aproveitamento energético dos alimentos.

No caso do fitato, as fitases são fundamentais para liberar fósforo e cálcio presentes em ingredientes vegetais.

Já os inibidores de tripsina exigem maior controle, pois enquanto os do tipo Kunitz podem ser inativados pelo calor, os do tipo Bowman-Birk permanecem parcialmente ativos e podem comprometer a digestibilidade quando presentes em níveis superiores a 3,5 mg/g. Por isso, o controle de qualidade no processamento do farelo de soja é considerado essencial.

Outros fatores antinutricionais também impactam a qualidade das dietas

Além de PNAs, fitato e inibidores de tripsina, outros compostos também podem interferir no desempenho das aves, como os taninos presentes no sorgo e o gossipol encontrado no farelo de girassol.

Esses elementos podem reduzir o consumo de ração e afetar a qualidade dos ovos, reforçando a necessidade de rigor na seleção e no controle das matérias-primas utilizadas na formulação das dietas.

Leia Também:  Mercado de leite deve se recuperar em 2026 com melhora da demanda e ajuste na oferta, aponta Rabobank
Soluções enzimáticas ampliam eficiência nutricional nas granjas

Diante da complexidade dos desafios nutricionais, a Auster Nutrição Animal desenvolveu a Linha Aela Postura, que combina fitase e carboidrases de amplo espectro para melhorar a liberação de energia, fósforo e aminoácidos a partir dos ingredientes da dieta.

Segundo Allan Dias, a formulação utiliza fitase de alta velocidade de atuação, aumentando o aproveitamento do fósforo fítico, além de xilanase capaz de atuar sobre diferentes tipos de arabinoxilanos e xilanos presentes no milho, potencializando o uso energético do ingrediente.

A linha também permite formulações personalizadas, com inclusão de enzimas como α-galactosidase e β-glucanase, de acordo com as necessidades de cada granja.

Redução de custos e manutenção de desempenho são destaques da tecnologia

De acordo com a empresa, os resultados econômicos observados em granjas que utilizam a Linha Aela Postura indicam redução de custos de ração entre R$ 15,00 e R$ 30,00 por tonelada, mantendo desempenho equivalente ao padrão das linhagens de poedeiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA