AGRONEGÓCIO
BFB Foods impulsiona empregos e consolida Guariba como polo exportador de snacks proteicos
AGRONEGÓCIO
Indústria movimenta economia e gera empregos
De acordo com dados do Caged, em julho de 2025, Guariba contava com 8.562 trabalhadores formais, sendo 3.390 no setor industrial — quase 40% do total de empregos da cidade, que possui 38.609 habitantes e integra a Região Metropolitana de Ribeirão Preto.
A BFB Foods, sob nova direção há um ano, contribui diretamente com cerca de 70 empregos diretos. A empresa atua na produção de snacks proteicos à base de carne bovina e frango, livres de açúcar, glúten e carboidratos, destinados tanto ao mercado nacional quanto à exportação.
Tecnologia de ponta e padrões internacionais
A fábrica da BFB Foods possui capacidade para produzir até 31 milhões de unidades por mês, com processos automatizados e rigoroso controle de qualidade, seguindo normas do MAPA, SIF e certificação Halal.
Segundo o gerente da unidade, Aleandres Almeida, os investimentos em tecnologia e inovação refletem diretamente na eficiência produtiva e na competitividade internacional da empresa.
Sustentabilidade e responsabilidade social
A estrutura da BFB Foods também demonstra compromisso ambiental, com laboratórios de análise, tratamento de efluentes, reuso de água e controle de emissões de poluentes, consolidando a unidade como referência em responsabilidade ambiental.
A diretora Ana Gabriele Becker reforça o impacto social da empresa:
“Cada colaborador é peça-chave para o nosso sucesso. Nosso objetivo é gerar oportunidades, impulsionar a economia local e mostrar que é possível produzir com qualidade, sustentabilidade e alcance global.”
Apoio do poder público fortalece a indústria
Durante visita à fábrica, o prefeito Dr. Francisco, acompanhado de secretários municipais, destacou a importância da parceria entre poder público e iniciativa privada. Segundo ele, a atuação da BFB Foods fortalece a liderança da indústria como principal geradora de empregos formais em Guariba e contribui para o crescimento econômico da cidade.
Produtos de destaque no mercado
A BFB Foods fabrica os meat sticks em 10 sabores: Original, Churrasco, Frango, Honey, Smoky Herbs, Sweet & Hot, X-fire, Peppered, Teryaki e Wasabi. Os produtos combinam praticidade e alto valor nutricional: 100% carne, 5g de proteína por porção, zero carboidrato e açúcar, e apenas 40 calorias.
Expansão e futuro promissor
Parte do Grupo MC Participações, com mais de 30 anos de atuação no agronegócio brasileiro, a BFB Foods demonstra que é possível aliar inovação, responsabilidade social e desenvolvimento econômico regional, consolidando Guariba como polo exportador de snacks proteicos.
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Brasil registra alta de 7,1% nas exportações no 1º trimestre e agronegócio lidera resultado histórico
O Brasil iniciou 2026 com forte desempenho no comércio exterior. No primeiro trimestre, as exportações somaram US$ 82,3 bilhões, alta de 7,1% em relação ao mesmo período de 2025. As importações totalizaram US$ 68,2 bilhões, resultando em um superávit de US$ 14,2 bilhões, o terceiro maior da série histórica para o período, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC).
Em março, o ritmo foi ainda mais intenso. As exportações cresceram 10% na comparação anual, alcançando US$ 31,6 bilhões, enquanto as importações avançaram 20,1%, chegando a US$ 25,2 bilhões. A corrente de comércio atingiu US$ 56,8 bilhões, com expansão de 14,3%.
Agronegócio lidera exportações e alcança maior resultado da história
O principal destaque do trimestre foi o agronegócio, que registrou US$ 38,1 bilhões em exportações, o maior valor já apurado para os meses de janeiro a março.
A soja em grãos liderou os embarques, com 23,47 milhões de toneladas, volume 5,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025.
A China manteve a liderança como principal destino dos produtos do agro brasileiro, respondendo por quase 30% das exportações do setor, com US$ 11,3 bilhões.
Diversificação de mercados fortalece exportações brasileiras
Além da China, outros mercados ganharam relevância no período. As exportações para a Índia cresceram 47,1%, enquanto Filipinas registraram alta de 68,3% e o México avançou 21,7%.
A ampliação dos destinos comerciais é vista como um fator positivo para a resiliência da pauta exportadora brasileira, especialmente diante das incertezas no cenário global.
Indústria extrativa e de transformação também contribuem para o crescimento
A indústria extrativa, que inclui petróleo e minérios, apresentou crescimento de 22,6% no trimestre, sendo um dos principais motores da expansão das exportações em termos nominais.
Já a indústria de transformação registrou avanço de 2,8%, contribuindo de forma complementar para o resultado geral do comércio exterior.
Exportações para os Estados Unidos caem com impacto de tarifas
Em contraste com o desempenho geral positivo, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 18,7% no primeiro trimestre, totalizando US$ 7,78 bilhões. A corrente de comércio bilateral também caiu 14,8%.
O resultado reflete os impactos de sobretaxas impostas ao longo de 2025. Apesar de uma decisão da Suprema Corte dos EUA, em fevereiro, ter invalidado parte das tarifas mais elevadas, os efeitos sobre o fluxo comercial ainda persistem.
Uma nova ordem executiva publicada em fevereiro de 2026 isentou cerca de 46% das exportações brasileiras dessas sobretaxas. No entanto, aproximadamente 29% ainda permanecem sujeitas às tarifas da Seção 232, que incidem sobre produtos como aço e alumínio.
Projeção indica novo recorde nas exportações brasileiras em 2026
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) projeta que o Brasil encerre 2026 com exportações de US$ 364,2 bilhões, o que representaria um novo recorde e crescimento de 4,6% em relação a 2025.
As importações devem atingir US$ 292,1 bilhões, com alta de 4,2%, resultando em um superávit estimado de US$ 72,1 bilhões no ano.
Cenário global exige estratégia e gestão de riscos no comércio exterior
Apesar dos números positivos, o cenário internacional segue desafiador. Fatores como volatilidade cambial, incertezas nas cadeias globais de suprimento e os impactos ainda presentes das tarifas americanas exigem atenção das empresas.
Segundo especialistas, a gestão eficiente do câmbio e dos riscos associados ao comércio internacional passa a ser um diferencial estratégico.
“Para as empresas que operam no comércio exterior, a questão não é mais se haverá volatilidade, mas como se preparar para ela”, avalia Murilo Freymuller, Head Comercial Corporate do banco Moneycorp.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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