AGRONEGÓCIO
BIOTROP se destaca entre as empresas mais inovadoras do Brasil, segundo Ranking Valor Inovação
AGRONEGÓCIO
A BIOTROP, empresa especializada em soluções biológicas e naturais para a agricultura, foi reconhecida como uma das mais inovadoras do Brasil. No Ranking Valor Inovação 2025, produzido pelo jornal Valor Econômico, a companhia ficou em 7º lugar entre as empresas do agronegócio e na 88ª posição no ranking geral, que avalia empresas de diversos setores do país.
Reconhecimento reforça trajetória da empresa
Douglas Gomes, diretor de Pesquisa e Inovação da BIOTROP, destacou a importância do prêmio:
“Esse reconhecimento é recebido com muito orgulho por toda a companhia. Nossa essência, puramente biológica e natural, tem sido recompensada e nos motiva a seguir fazendo história. Uma empresa jovem, com pouco mais de 7 anos, estar entre as 100 mais inovadoras do Brasil é o prêmio pelo cuidado e responsabilidade que dedicamos à agricultura através de nossas tecnologias.”
Investimentos em inovação impulsionam crescimento
O desempenho da BIOTROP em inovação é resultado de uma combinação de fatores:
- Investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento;
- Equipe altamente especializada;
- Parcerias estratégicas;
- Visão de futuro voltada à sustentabilidade.
O portfólio da empresa, em constante expansão, oferece tecnologias que aumentam a eficiência agrícola e reforçam a responsabilidade ambiental. Gomes ressalta:
“Nosso compromisso é fortalecer o agronegócio com bioinsumos de qualidade, estabilidade e biossegurança, gerando claro retorno sobre o investimento.”
A inovação, segundo a companhia, funciona como um ciclo de retroalimentação: quanto mais investe em novas soluções, maiores são os retornos, permitindo novos aportes em desenvolvimento e aprimoramento de produtos.
Reconhecimentos complementares à inovação
Além do ranking do Valor Econômico, a BIOTROP foi destacada em outras frentes:
- Radar Tecnológico INPI: listada como a empresa brasileira que mais depositou patentes de tecnologias para agricultura sustentável, com cinco patentes verdes vigentes;
- Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa): detém o maior número de inovações registradas no setor agrícola nos últimos três anos.
Essas conquistas reforçam a posição da BIOTROP como uma força motriz para o desenvolvimento da agricultura moderna e sustentável no Brasil.
Ranking Valor Inovação: referência em inovação empresarial
O Ranking Valor Inovação, do jornal Valor Econômico, avalia empresas de 25 setores, destacando iniciativas, investimentos e práticas inovadoras que impactam o mercado brasileiro. Para Douglas Gomes, a presença da BIOTROP entre as 100 empresas mais inovadoras do país confirma o caminho da companhia:
“Estar entre as 100 empresas mais inovadoras do Brasil nos faz acreditar que estamos no caminho certo e que nosso crescimento é saudável, assim como os nossos bioinsumos, que promovem a sustentabilidade e rentabilidade do agronegócio.”
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.
A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.
O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.
A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.
Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.
“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.
“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.
Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.
Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.
Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.
Fonte: Pensar Agro
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