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Brasil enfrenta desafios para cumprir meta de B16 em março de 2026, alerta MME

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O Brasil pode não conseguir implementar a mistura de 16% de biodiesel no diesel (B16) em março de 2026, conforme previsto no cronograma oficial, informou nesta segunda-feira (7) Marlon Arraes, diretor do Departamento de Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME).

Atualmente, o percentual de biodiesel no diesel é de 15%, e a elevação para 16% depende da conclusão de estudos técnicos detalhados.

Desafios técnicos para elevar a mistura

Segundo Marlon Arraes, o prazo para o aumento é considerado “altamente desafiador”, principalmente porque ainda é necessário finalizar relatórios e análises técnicas que comprovem a viabilidade da medida.

“É possível que a gente não consiga cumprir este prazo em março. Temos alguns passos a dar até que possamos consolidar um entendimento técnico que materialize essa realidade”, afirmou o diretor durante o evento BiodieselBR.

Importância da decisão para o setor de biocombustíveis

A implementação do B16 é estratégica para o setor, pois representa um incremento no uso de biodiesel, contribuindo para a redução de emissões de gases de efeito estufa e para o fortalecimento da cadeia produtiva do biocombustível no país.

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Especialistas apontam que atrasos na definição técnica podem impactar contratos de fornecimento e planejamento de produção de biodiesel, além de afetar metas ambientais e energéticas do governo federal.

Próximos passos e perspectivas

O MME deve continuar conduzindo estudos técnicos detalhados e emitir relatórios sobre a viabilidade do aumento da mistura antes da data prevista. A decisão final dependerá da conclusão desses estudos e da validação dos resultados pelo setor e pelo governo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

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A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

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Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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