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Búfalos atingem média de R$ 10,05 o quilo e se aproximam dos preços dos bovinos no Sul do Brasil

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Recorde de preço para búfalos no Rio Grande do Sul

No leilão da Santa Úrsula Remates, realizado em Glorinha (RS), trinta novilhas bubalinas foram vendidas com média de R$ 10,05 o quilo, um patamar que demonstra crescente valorização da genética do búfalo no estado. Os animais apresentaram peso médio de 244 quilos durante a comercialização.

Comparativo com bovinos no mesmo evento

No mesmo leilão, terneiras bovinas tiveram média de preço de R$ 10,81 o quilo, com peso médio de 227 quilos. A diferença entre os valores pagos por búfalos e bovinos foi considerada pequena, o que indica maior reconhecimento do mercado à qualidade dos búfalos.

Reconhecimento da qualidade genética

A Agropecuária Búfalas do Pampa foi a responsável por levar as novilhas à pista. Segundo Raphael Gonçalves, proprietário da agropecuária e vice-presidente da Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu), o resultado confirma a valorização da genética bubalina no Rio Grande do Sul.

“Consideramos um valor muito bom. As terneiras bovinas não estavam na melhor apresentação, mas eram filhas de touros Murrah PO, reconhecidos pela alta qualidade genética”, destacou Gonçalves.

Demanda crescente pela genética bubalina

A pequena diferença entre os preços de búfalos e bovinos reforça a percepção de uma procura crescente por terneiras bubalinas no mercado.

“A valorização das terneiras búfalas em relação às bovinas indica uma demanda crescente por esse tipo de mercadoria”, afirmou o vice-presidente da Ascribu.

Expansão da ovinocaprinocultura na Região Metropolitana

Segundo a Ascribu, essa valorização vem acompanhada de uma expansão dos criatórios de búfalos especialmente na região metropolitana de Porto Alegre, onde novos empreendimentos estão sendo implantados.

“O búfalo vem ganhando espaço e já é possível notar uma valorização pela genética de qualidade. Acreditamos que esse é o futuro do búfalo na região metropolitana”, concluiu Raphael Gonçalves.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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