AGRONEGÓCIO
Café arábica oscila em Nova York com clima adverso no Brasil e estoques baixos
AGRONEGÓCIO
Mercado inicia semana em ritmo misto
Os preços do café arábica abriram a semana com oscilações nos contratos futuros na Bolsa de Nova York nesta segunda-feira (25). Enquanto os vencimentos mais próximos registravam queda, contratos de prazos mais longos mostravam alta. A Bolsa de Londres não operou hoje devido ao feriado do Summer Bank Holiday.
Clima instável compromete potencial da safra
De acordo com boletim do Escritório Carvalhaes, a instabilidade climática segue como principal fator de preocupação para o setor. O Brasil enfrenta secas prolongadas, chuvas irregulares e frentes frias intensas nas principais regiões produtoras.
Embora ainda estejamos no início do ciclo 2025/26, a expectativa de uma safra recorde em 2026 já é considerada improvável.
Estoques e comércio internacional agravam cenário
Além dos problemas climáticos, o mercado cafeeiro encara estoques historicamente baixos, tanto em países produtores quanto consumidores. Outro ponto de pressão é a desorganização do comércio internacional causada pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos.
Relatório aponta limitações fisiológicas nas lavouras
Segundo a Pine Agronegócios, fatores climáticos e fisiológicos já reduziram parte do potencial produtivo da safra. O relatório destaca que o estresse pós-colheita, associado a geadas e chuvas de pedra no Sul de Minas, prejudicou a recuperação vegetativa das plantas.
Em áreas que tiveram forte produção em 2025/26, a reposição foliar foi insuficiente, comprometendo a base fisiológica necessária para o pegamento das floradas.
Andamento dos preços no pregão
Por volta das 9h20 (horário de Brasília), os contratos apresentavam o seguinte desempenho:
- Setembro/25: queda de 215 pontos, cotado a 388,50 cents/lbp
- Dezembro/25: alta de 435 pontos, negociado a 382,65 cents/lbp
- Março/26: avanço de 455 pontos, a 373,05 cents/lbp
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Expedição de papelão ondulado atinge recorde em abril de 2026 e cresce 5,5%, aponta IBPO/Empapel
A expedição de papelão ondulado no Brasil atingiu 358.786 toneladas em abril de 2026, o maior volume já registrado para o mês desde o início da série histórica do Índice Brasileiro de Papelão Ondulado (IBPO), elaborado pela Empapel (Associação Brasileira de Embalagens em Papel) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
O resultado representa crescimento de 5,5% em relação a abril de 2025 e supera o recorde anterior registrado em 2024, consolidando o setor como um dos principais termômetros da atividade econômica brasileira.
Papelão ondulado reflete desempenho da economia real
Presente em praticamente todas as cadeias produtivas, o papelão ondulado é amplamente utilizado em segmentos como alimentos, bebidas, cosméticos, higiene, medicamentos e comércio eletrônico.
Por essa característica, o desempenho do setor é considerado um indicador direto da atividade econômica, já que acompanha o fluxo de produção, consumo e logística em todo o país.
Volume por dia útil também registra alta
Em abril de 2026, o volume expedido por dia útil alcançou 14.949 toneladas, também com crescimento de 5,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Como abril de 2026 teve o mesmo número de dias úteis de abril de 2025, o resultado indica expansão real da demanda por embalagens de papelão ondulado, sem influência de efeito calendário.
Série dessazonalizada também aponta recorde histórico
Além do recorde para o mês de abril, os dados dessazonalizados indicam um novo marco histórico para o setor. O volume total ajustado chegou a 369.602 toneladas, o maior patamar já registrado desde o início da série, em 2005.
Na comparação com o mês anterior, o IBPO apresentou alta de 2,9%, reforçando a continuidade do ritmo de atividade na cadeia de embalagens.
Demanda consistente reforça papel estratégico do setor
O desempenho de abril reflete a manutenção da demanda por embalagens de papelão ondulado em diferentes segmentos da economia brasileira.
Por estar diretamente ligado ao transporte, armazenamento e comercialização de produtos, o setor segue sendo um importante indicador do comportamento da atividade industrial e do consumo, funcionando como um termômetro da economia real no país.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásEscola de Educação Ambiental do Horto Florestal promove trilha temática sobre mudanças climáticas durante Semana do Meio Ambiente
-
AGRONEGÓCIO5 dias atrásNovo indicador de preços traz segurança a mercado de R$ 2,5 bilhões
-
AGRONEGÓCIO5 dias atrásFiscalização de bebidas alcoólicas ganha reforço com capacitação do Mapa em São Paulo
-
AGRONEGÓCIO5 dias atrásTecnologia na classificação de café impulsiona qualidade e fortalece exportações brasileiras
-
AGRONEGÓCIO5 dias atrásLeite nacional busca ganho de eficiência em meio à pressão de importações
-
POLÍTICA NACIONAL7 dias atrásDia Mundial do Meio Ambiente: projetos no Senado reforçam agenda climática
-
FAMOSOS5 dias atrásDeborah Secco relembra momentos especiais e se despede de maio na web
-
AGRONEGÓCIO5 dias atrásCoamo acelera construção de usina de etanol de milho no Paraná e projeto deve gerar até 2 mil empregos

