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CBNA abre inscrições com desconto para eventos científicos sobre nutrição animal

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Três eventos técnicos simultâneos em maio reúnem profissionais do setor

O Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA) anunciou a realização de três encontros científicos simultâneos voltados à nutrição animal, entre os dias 12 e 14 de maio de 2026.

O evento será composto pelo IX Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos (12/05), pelo XXV Congresso CBNA Pet (13 e 14/05) e pela 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos (12 a 14/05).

Os encontros, reconhecidos como um dos principais fóruns científicos do setor no país, têm como objetivo promover a troca de conhecimento entre profissionais da academia e da indústria, abordando as principais tendências, desafios e inovações na área de nutrição animal.

Debates focam em inovação, eficiência e sustentabilidade

De acordo com Godofredo Miltenburg, médico-veterinário e presidente do CBNA, a programação foi estruturada para aprofundar temas estratégicos que hoje norteiam o setor.

“A proposta é fomentar discussões técnicas de alto nível sobre inovação tecnológica, eficiência produtiva e sustentabilidade. Queremos gerar conhecimento aplicável e estimular soluções concretas para o avanço da nutrição animal”, destaca Miltenburg.

Os painéis trarão dados científicos inéditos, estudos de caso e análises de especialistas nacionais e internacionais, com foco na integração entre pesquisa e mercado. O objetivo é oferecer aos participantes uma visão ampla do que está sendo estudado nas principais universidades e centros de pesquisa do mundo.

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Evento amplia integração entre academia e indústria

A realização simultânea dos três encontros amplia as oportunidades de networking e troca de experiências entre pesquisadores, formuladores, médicos-veterinários, empresas, fornecedores e profissionais do setor.

O formato integrado também fortalece a conexão entre indústria e academia, incentivando colaborações estratégicas e o desenvolvimento de soluções inovadoras para a cadeia produtiva.

Inscrições com desconto até março

As inscrições com desconto já estão abertas. Para o IX Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos e o XXV Congresso CBNA Pet, os valores promocionais são válidos até 20 de março.

As informações sobre categorias, valores e modalidades estão disponíveis nos sites oficiais:

www.nutrologiapet.cbna.com.brwww.pet.cbna.com.br

Já para a 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos, as inscrições com desconto podem ser feitas até 25 de março, pelo site www.reuniaoanual.cbna.com.br. Após essas datas, as taxas serão reajustadas.

Evento ocorre em parceria com a Fenagra e conta com grandes patrocinadores

A programação acontecerá em paralelo à Fenagra, Feira Internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, que apoia oficialmente o evento.

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A edição de 2026 já conta com patrocínio confirmado de grandes empresas do setor, como AB Vista, Adimax, Alltech, APC, CBO Laboratório, DSM-Firmenich, Evonik, Kemin Nutrisurance, Novus, PremieRpet, Royal Canin, Sanfer, Special Dog, Symrise e Sindirações.

Empresas interessadas em participar ou patrocinar os encontros podem entrar em contato com o CBNA pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp (19) 3232-7518.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Tarifas dos EUA colocam exportações brasileiras sob pressão e ampliam exigências de rastreabilidade no agronegócio

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O Brasil entrou em uma corrida contra o tempo para evitar novos obstáculos às exportações para os Estados Unidos. O governo brasileiro tem até 15 de julho para apresentar argumentos e negociar uma proposta americana que prevê a aplicação de uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos vinculados a suspeitas de trabalho forçado. Caso seja implementada e somada aos 25% já anunciados anteriormente pelos Estados Unidos, a cobrança poderá atingir 37,5% em determinados produtos brasileiros.

Embora os principais produtos do agronegócio nacional, como carne bovina, café, suco de laranja, petróleo e gás, permaneçam fora do escopo direto da investigação, especialistas alertam que o maior desafio pode estar além das tarifas: a crescente exigência internacional por rastreabilidade, governança e conformidade socioambiental.

Agronegócio brasileiro enfrenta risco reputacional crescente

A avaliação de analistas de mercado é que os impactos econômicos imediatos tendem a ser limitados para as principais cadeias exportadoras. No entanto, a inclusão do Brasil em uma discussão internacional relacionada ao combate ao trabalho forçado pode gerar efeitos indiretos relevantes sobre a imagem do país perante compradores, investidores e instituições financeiras.

O principal receio é que importadores passem a exigir processos mais rigorosos de auditoria, monitoramento da cadeia de suprimentos e comprovação da origem dos produtos. Esse movimento já vem ocorrendo em diversos mercados internacionais e pode ganhar força caso a proposta americana avance.

Para especialistas, a simples associação do Brasil a questionamentos sobre fiscalização trabalhista pode aumentar a pressão por certificações, mecanismos de rastreabilidade e controles adicionais de compliance, mesmo para empresas que não estejam diretamente relacionadas aos setores investigados.

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Cadeias produtivas precisarão reforçar transparência

O novo cenário reforça uma tendência global que vem transformando o comércio internacional. Cada vez mais, a competitividade dos exportadores não depende apenas de preço, qualidade e produtividade, mas também da capacidade de demonstrar conformidade com critérios ambientais, sociais e de governança.

No agronegócio, essa realidade se traduz na necessidade de ampliar investimentos em rastreabilidade, documentação de processos produtivos e monitoramento de fornecedores.

Empresas que já possuem sistemas robustos de controle tendem a enfrentar menos dificuldades. Por outro lado, organizações com baixa transparência operacional podem encontrar barreiras adicionais para acessar mercados estratégicos.

Crédito pode ficar mais seletivo

Além dos reflexos comerciais, o endurecimento das exigências regulatórias pode afetar o acesso ao crédito.

Instituições financeiras e investidores internacionais têm incorporado critérios ESG e de compliance em suas análises de risco. Nesse contexto, empresas com fragilidades em governança ou dificuldades para comprovar a origem de seus produtos podem enfrentar custos mais elevados de financiamento.

O movimento acompanha uma transformação global em que transparência e conformidade deixam de ser diferenciais e passam a representar requisitos básicos para obtenção de capital e participação em mercados internacionais.

Brasil terá seis semanas para negociar

O cronograma estabelecido pelas autoridades americanas prevê consulta pública e audiência em 6 de julho, com decisão final prevista para 15 de julho.

Até lá, especialistas defendem uma atuação coordenada entre governo e iniciativa privada. Entre as prioridades estão a ampliação das negociações diplomáticas, a apresentação de evidências sobre os mecanismos brasileiros de combate ao trabalho análogo à escravidão e o fortalecimento da interlocução com importadores e entidades empresariais dos Estados Unidos.

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Também ganha importância a mobilização de dados que demonstrem a relevância do Brasil para o abastecimento de matérias-primas estratégicas da economia americana, especialmente no agronegócio e na mineração.

Governança será diferencial competitivo

Para o mercado, o cenário ainda é considerado administrável. Entretanto, a discussão evidencia uma mudança estrutural no comércio internacional: as barreiras comerciais deixam de ser apenas tarifárias e passam a incorporar critérios regulatórios, sociais e reputacionais.

Nesse ambiente, a capacidade de comprovar origem, regularidade e conformidade torna-se um ativo estratégico para exportadores brasileiros.

A avaliação predominante entre especialistas é que empresas e cadeias produtivas capazes de demonstrar elevados padrões de governança terão vantagem competitiva nos próximos anos. Já aquelas que não conseguirem atender às novas exigências poderão enfrentar restrições comerciais, aumento do custo de capital e perda de espaço nos mercados internacionais.

Agronegócio brasileiro precisa transformar compliance em oportunidade

O avanço das exigências globais de rastreabilidade e responsabilidade social representa um desafio, mas também uma oportunidade para o agronegócio brasileiro consolidar sua imagem como fornecedor confiável e sustentável.

Com poucas semanas para o encerramento das negociações, o resultado dependerá não apenas da atuação diplomática do governo, mas também da capacidade do setor produtivo de demonstrar transparência, segurança jurídica e compromisso com as melhores práticas internacionais.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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