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China elimina incentivos fiscais e projeta alta de preços em pesticidas exportados

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A China anunciou o cancelamento dos reembolsos de impostos sobre a exportação de pesticidas, medida que passa a valer a partir de 1º de abril de 2026 e que deve afetar o mercado internacional de defensivos agrícolas. A informação foi divulgada pelo pesquisador independente Jinlong Zhang, com base em comunicado conjunto do Ministério das Finanças e da Administração Tributária do Estado da China.

Produtos afetados e expectativa de aumento de preços

Entre os pesticidas atingidos estão moléculas de amplo uso global, como:

  • Glufosinato e L-glufosinato
  • Acefato
  • Malathion
  • Profenofós
  • Etefom
  • Fosetil-alumínio
  • Triclorfom

Com o fim do benefício fiscal, o preço FOB desses defensivos tende a subir cerca de 9%, impactando diretamente importadores e distribuidores.

Antecipação de pedidos e formação de estoques

A expectativa é que compradores estrangeiros acelerem pedidos antes da implementação da medida, formando estoques estratégicos, especialmente de moléculas como o glufosinato. Fabricantes com estrutura de armazenagem internacional de baixo custo podem também optar por exportar volumes antecipadamente, buscando reduzir os efeitos do aumento tributário.

Efeitos de curto prazo e oportunidades de mercado

No curto prazo, essa mudança pode gerar distorções temporárias na oferta e na demanda, exigindo atenção por parte de compradores que dependem desses produtos. Entretanto, o cancelamento do reembolso não afeta pesticidas formulados, mantendo a competitividade da China nesse segmento e fortalecendo sua presença no mercado global de defensivos agrícolas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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