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Coamo e Yara firmam acordo para avaliar operação em terminal portuário de Itapoá (SC)

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A Coamo Agroindustrial Cooperativa e a Yara assinaram um Memorando de Entendimentos (MoU) não vinculante para estudar potenciais parcerias de negócios relacionadas ao terminal portuário próprio que a cooperativa planeja implantar em Itapoá, no litoral de Santa Catarina.

O projeto tem previsão de início das obras em 2027 e início das operações em 2030. A estrutura será voltada ao escoamento de granéis sólidos vegetais e fertilizantes, com movimentação estimada em 9,3 milhões de toneladas por ano.

Terminal portuário em Itapoá terá foco em multicargas e eficiência logística

Segundo a Coamo, o terminal portuário será estruturado para operar com multicargas, aproveitando as condições naturais da região, como a localização estratégica e as características de mar, além da infraestrutura disponível.

A proposta também prevê a integração com práticas sustentáveis e o desenvolvimento regional, considerando a inserção do empreendimento na economia local de forma estruturada.

Coamo destaca potencial de desenvolvimento econômico e geração de empregos

O presidente executivo da Coamo, Airton Galinari, afirmou que a parceria com a Yara tem como objetivo viabilizar uma operação conjunta no porto e ampliar oportunidades de negócios.

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De acordo com ele, a iniciativa tem potencial para fortalecer o projeto, impulsionar a economia da região de Itapoá e contribuir para o desenvolvimento de Santa Catarina, com geração de empregos, renda e movimentação econômica.

Integração entre Coamo e Yara busca fortalecer logística do agronegócio

A iniciativa reforça o alinhamento estratégico entre as duas empresas para o fortalecimento da logística do agronegócio brasileiro, com foco em eficiência operacional, competitividade e sustentabilidade da cadeia produtiva.

Com base no Memorando de Entendimentos, Coamo e Yara irão conduzir estudos conjuntos para identificar oportunidades que otimizem o fluxo de fertilizantes e contribuam para o atendimento das demandas de longo prazo do setor agrícola.

Yara avalia projeto como parte da estratégia de expansão portuária

O presidente da Yara Brasil, Marcelo Altieri, destacou que o projeto está sendo analisado dentro da estratégia da empresa de reforçar sua atuação portuária na região.

Segundo ele, o objetivo é ampliar a competitividade e melhorar o atendimento aos clientes, fortalecendo a presença da companhia na logística de fertilizantes no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

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Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

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O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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