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Colheita do milho verão 2025/26 avança no Centro-Sul, mas ritmo segue abaixo da média histórica

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A colheita do milho da safra de verão 2025/26 segue em andamento no Centro-Sul do Brasil, mas ainda apresenta ritmo mais lento em relação aos anos anteriores. De acordo com levantamento da Safras & Mercado, até a última sexta-feira (30), 11,4% da área estimada de 3,608 milhões de hectares já havia sido colhida.

O percentual indica uma atraso em comparação ao mesmo período de 2024, quando a colheita estava concluída em 16,2% da área, e também em relação à média dos últimos cinco anos, de 17,1%.

Rio Grande do Sul e Santa Catarina lideram os trabalhos de campo

Entre os estados do Centro-Sul, o Rio Grande do Sul segue na frente com o maior avanço da colheita, tendo 32,6% da área prevista de 946 mil hectares já colhida.

Na sequência, Santa Catarina apresenta 15,9% de avanço sobre uma área estimada em 607 mil hectares. Os dois estados concentram as principais regiões produtoras de milho de verão do país nesta etapa da safra.

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Paraná e São Paulo iniciam colheita de forma lenta

Nos demais estados da região, os trabalhos de campo ainda são iniciais. No Paraná, a colheita atinge 0,8% da área plantada de 547 mil hectares, enquanto em São Paulo o avanço é de 1,2% sobre 295 mil hectares cultivados.

As condições climáticas e o escalonamento do plantio explicam o ritmo mais moderado nas lavouras desses estados.

Outros estados ainda não começaram os trabalhos

Em Mato Grosso do Sul, Goiás/Distrito Federal, Minas Gerais e Mato Grosso, as operações de colheita ainda não tiveram início até o fim de janeiro, segundo o levantamento. Nessas regiões, o ciclo do milho de verão é mais tardio, com previsão de início da colheita nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pamplona Alimentos investe R$ 64 milhões em genética suína própria e inovação produtiva em Santa Catarina

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A Pamplona Alimentos anunciou a implantação de um projeto estratégico de R$ 64 milhões voltado ao desenvolvimento de genética suína própria. A iniciativa, aprovada pela FINEP, será executada ao longo de três anos nos municípios de Rio do Sul e Pouso Redondo, em Santa Catarina.

O objetivo é fortalecer o programa interno de melhoramento genético da companhia, com impacto direto na produtividade, qualidade da carne e eficiência da cadeia suinícola.

Projeto aposta em tecnologia, ciência e integração produtiva

A iniciativa prevê a estruturação de um modelo integrado de desenvolvimento e difusão genética, conectando pesquisa, validação e aplicação em escala produtiva.

O foco está na criação e multiplicação de material genético de alto desempenho, além do desenvolvimento de novas linhagens maternas, considerando critérios como eficiência alimentar, desempenho zootécnico, habilidade materna, qualidade de carne e bem-estar animal.

Segundo a companhia, o investimento reforça a estratégia de internalização do conhecimento genético e elevação do padrão tecnológico da produção.

Nova granja em Pouso Redondo concentra maior parte dos investimentos

Em Pouso Redondo (SC), será implantada a Granja Ribeirão Vassouras, voltada ao desenvolvimento de novas linhas maternas de suínos. O projeto prevê investimento de R$ 52,8 milhões ao longo de três anos.

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A estrutura contará com tecnologias como ambientes climatizados, alimentação de precisão com identificação individual por chip, baias coletivas com maior mobilidade e sistemas avançados de avaliação estatística dos animais.

A unidade também reforça práticas de bem-estar animal já adotadas pela empresa, com foco em eficiência produtiva e evolução contínua do sistema de produção.

Rio do Sul terá unidade de difusão genética e sêmen suíno

Em Rio do Sul (SC), será instalada a Granja Lauro Pamplona, com investimento de R$ 11,2 milhões. A unidade será responsável pela difusão genética e processamento de sêmen suíno de alto índice genético.

O projeto inclui o uso de genômica para análise do DNA dos animais, identificando características desejáveis para cruzamentos e melhoria dos índices produtivos.

A estrutura contará com controle rigoroso de temperatura, umidade e qualidade do ar, além de sistemas de rastreabilidade por identificação eletrônica, garantindo maior precisão na gestão genética e preservação de material de diferentes gerações.

Suinocultura avança com base em inovação e genética de precisão

Com o novo projeto, a Pamplona Alimentos reforça sua estratégia de inovação no setor suinícola, ampliando o uso de tecnologia e ciência aplicada ao campo.

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A expectativa é que a iniciativa contribua para ganhos de eficiência produtiva, maior qualidade da carne e fortalecimento da competitividade da suinocultura brasileira no mercado interno e externo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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