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Conab realiza leilão para compra de 41,5 mil toneladas de milho para Programa de Venda em Balcão

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará leilões para aquisição de 41,5 mil toneladas de milho destinadas ao Programa de Venda em Balcão (ProVB). As operações estão marcadas para os dias 2 e 3 de setembro, a partir das 9h, e serão conduzidas de forma eletrônica pelo Sistema de Comercialização Eletrônica da Conab (Siscoe), com interligação às Bolsas de Cereais, Mercadorias e Futuros. Os detalhes constam nos Avisos Nºs 77 e 78 da Companhia.

Objetivo: apoiar pequenos produtores e criadores

O objetivo da compra é reforçar os estoques públicos de milho e garantir o abastecimento para pequenos criadores de animais, especialmente em regiões distantes dos grandes centros e das zonas de maior produção. O grão é utilizado principalmente para alimentação de rebanhos destinados à produção de leite, ovos e carne.

Distribuição do milho por região

O leilão do dia 2/9 será exclusivo para agricultores familiares e suas cooperativas, com objetivo de facilitar o acesso e oferecer condições justas para pequenos produtores, totalizando 12,5 mil toneladas.

No dia 3/9, o leilão terá caráter ampla concorrência, permitindo a participação de todos os produtores, cooperativas e demais fornecedores de milho, incluindo agricultores familiares.

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O milho adquirido deverá ser entregue nos seguintes municípios:

  • Irecê (BA): 5 mil t
  • Imperatriz (MA): 7,5 mil t
  • Rondonópolis (MT): 3 mil t
  • Uberlândia (MG): 10 mil t
  • Brasília (DF): 16 mil t
Participação nos leilões

Podem participar produtores rurais, cooperativas, associações e comerciantes, desde que estejam cadastrados na Bolsa de Mercadorias em que realizarão a operação, registrados no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais e Demais Agentes da Conab (Sican) e em situação regular no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf), além de atenderem às demais exigências previstas nos editais.

Autorização e impacto para o setor

As operações são autorizadas pelos ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Fazenda (MF), conforme a Portaria Interministerial MAPA/MF/MDA nº 21/2024.

O reforço nos estoques públicos contribuirá para garantir o fornecimento de milho a pequenos criadores em todo o país, assegurando a manutenção da produção de alimentos de origem animal em áreas mais distantes dos grandes centros e das principais regiões produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro local deve gerar R$ 206 bilhões em 2026: 15% de toda a riqueza produzida no País

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Mato Grosso deve ampliar ainda mais sua liderança no agronegócio nacional em 2026. Estimativas do Ministério da Agricultura e Pecuária  (Mspa), compiladas pelo DataHub,  núcleo de dados econômicos ligado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), apontam que o estado deverá alcançar Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuário de R$ 206 bilhões neste ano.

O montante representa cerca de 15% de toda a riqueza gerada pelo campo brasileiro, cuja estimativa nacional chega a R$ 1,38 trilhão. O Valor Bruto da Produção mede o faturamento bruto das atividades agropecuárias dentro da porteira, considerando volume produzido e preços de mercado, antes do processamento industrial.

Com esse desempenho, Mato Grosso mantém ampla vantagem sobre outros grandes estados produtores. Minas Gerais aparece na sequência, com VBP estimado em R$ 167 bilhões, seguido por São Paulo (R$ 157 bilhões), Paraná (R$ 150 bilhões) e Goiás (R$ 117 bilhões).

A liderança mato-grossense está diretamente ligada à escala produtiva e à força de suas principais cadeias agropecuárias. A soja continua sendo o principal motor do agro estadual, respondendo sozinha por 43% do VBP. Na sequência aparecem o milho, com 21,67%, e a bovinocultura, com 17,96%.

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Além da liderança em soja e milho, o estado também ocupa posição de destaque nacional na produção de algodão e bovinos, consolidando-se como um dos principais fornecedores globais de alimentos, fibras e proteínas.

O avanço econômico do setor também se reflete no mercado de trabalho. Nos dois primeiros meses de 2026, o agro mato-grossense registrou saldo positivo de 9.066 empregos formais, reforçando o peso da atividade sobre a renda e a dinâmica econômica regional.

O desempenho confirma uma transformação estrutural observada nos últimos anos: Mato Grosso deixou de ser apenas uma fronteira agrícola de expansão para se consolidar como um dos principais centros produtivos e logísticos do agronegócio mundial.

O crescimento da produção, aliado à ampliação da capacidade de armazenagem, ao avanço da agroindústria e aos investimentos em infraestrutura, fortalece a posição estratégica do estado em cadeias globais de commodities agrícolas.

Boa parte do saldo comercial brasileiro ligado ao agro passa hoje por Mato Grosso. Soja, milho, algodão e carne bovina produzidos no estado sustentam não apenas a balança comercial, mas também parte relevante da geração de divisas do país.

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Os números também evidenciam o peso crescente do Centro-Oeste na economia brasileira. Há duas décadas, a liderança do agro nacional estava mais concentrada no Sul e Sudeste. Hoje, Mato Grosso se consolidou como principal eixo de crescimento da produção agropecuária brasileira, impulsionado por escala, tecnologia e expansão logística.

Fonte: Pensar Agro

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