AGRONEGÓCIO
Contratos internacionais se tornam ferramenta estratégica para o agronegócio brasileiro
AGRONEGÓCIO
Com a crescente complexidade do mercado internacional e a exigência por práticas sustentáveis, contratos internacionais passam a desempenhar papel crucial na estabilidade e confiança das operações do agronegócio. Este será o tema central da participação do CEO da CJ Selecta, Alessandro Reis, durante o VII Congresso Nacional de Direito Agrário 2025, no dia 22 de outubro, em Uberlândia (MG), no espaço Ubau Talks.
Integração de aspectos jurídicos, comerciais e de mercado
Alessandro Reis abordará como a construção de contratos eficazes exige a integração de dimensões jurídicas, comerciais e de inteligência de mercado, principalmente no contexto das exportações de commodities agrícolas. Segundo o executivo, contratos internacionais vão além da formalização de obrigações: “Cláusulas bem estruturadas garantem previsibilidade, mitigam perdas e oferecem segurança jurídica às partes, sendo essenciais para que o agronegócio brasileiro atue de forma competitiva no exterior”.
Normas internacionais e mitigação de riscos
Durante o painel, o CEO destacará a importância de convenções internacionais, Incoterms, metodologias de precificação e mecanismos de solução de controvérsias, considerados indispensáveis na elaboração de contratos globais. “A adoção de padrões técnicos e normativos reconhecidos internacionalmente previne disputas e fortalece a imagem do Brasil como parceiro comercial estratégico”, afirma Reis.
Caminho para relações comerciais maduras e sustentáveis
Para o executivo, a consolidação de contratos sólidos é uma ferramenta que promove relações comerciais mais maduras, transparentes e sustentáveis, fortalecendo a presença do agronegócio brasileiro no mercado internacional e incentivando práticas de ESG em toda a cadeia produtiva.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Brasil amplia exportações de carnes e castanhas e abre novos mercados na Ásia e Caribe
O agronegócio brasileiro segue avançando no mercado global com a abertura de novos destinos para proteínas animais e produtos florestais. O governo federal concluiu negociações que viabilizam exportações de carnes e castanhas para países estratégicos da Ásia e do Caribe, ampliando a diversificação da pauta exportadora e fortalecendo a presença do Brasil no comércio internacional.
As novas autorizações contemplam embarques para Filipinas, Cuba e Coreia do Sul, mercados com forte potencial de consumo e crescimento.
Filipinas ampliam espaço para carne bovina brasileira
No Sudeste Asiático, o Brasil passa a exportar carne bovina resfriada, com e sem osso, para as Filipinas, ampliando a participação no segmento de cortes refrigerados.
Com população estimada em mais de 115 milhões de habitantes, o país representa um mercado relevante para o agronegócio nacional. Em 2025, as Filipinas importaram mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários brasileiros, evidenciando o potencial de expansão das vendas.
A abertura fortalece a cadeia da carne bovina e amplia as oportunidades para frigoríficos e exportadores brasileiros na região.
Cuba autoriza exportação de carne bovina e suína com osso
No Caribe, Cuba autorizou a importação de carne bovina com osso e carne suína com osso, ampliando o portfólio de produtos brasileiros no país.
A medida complementa o acordo de pre-listing já existente entre as nações, que agiliza os processos de habilitação de plantas exportadoras e facilita o fluxo comercial.
Com cerca de 11 milhões de habitantes, Cuba representa uma oportunidade adicional para o escoamento da produção brasileira de proteínas animais.
Coreia do Sul diversifica compras com castanhas brasileiras
Na Ásia, a Coreia do Sul abriu mercado para produtos de maior valor agregado, incluindo:
- castanha-do-brasil (com e sem casca)
- castanha de baru
- castanha de caju
Reconhecidas pelo alto valor nutricional e pela produção sustentável, as castanhas brasileiras ganham espaço em um mercado exigente e com elevado poder de consumo.
O país asiático, com cerca de 51,7 milhões de habitantes, importou mais de US$ 2,4 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025, consolidando-se como parceiro estratégico.
Brasil alcança 600 aberturas de mercado desde 2023
Com os novos anúncios, o Brasil atinge a marca de 600 aberturas de mercado para o agronegócio desde o início de 2023, resultado da atuação conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária e do Ministério das Relações Exteriores.
O avanço reflete a estratégia de diversificação de destinos e produtos, reduzindo riscos comerciais e ampliando a competitividade do agro brasileiro no cenário global.
A ampliação de mercados para carnes e castanhas reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional de alimentos. Com demanda global crescente e novos acordos sanitários e comerciais, o agronegócio nacional segue expandindo fronteiras, agregando valor à produção e consolidando sua posição como fornecedor estratégico de alimentos para o mundo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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