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MPAC participa de solenidade pelos 57 anos de criação do 7º BEC
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, na noite desta quinta-feira, 11, da solenidade comemorativa pelos 57 anos de criação do 7º Batalhão de Engenharia de Construção (7º BEC), realizada na sede da unidade militar, em Rio Branco.

O coordenador-adjunto do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), promotor de Justiça Júlio César de Medeiros, representou o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, na cerimônia, que reuniu autoridades civis e militares e celebrou a trajetória do batalhão, que desempenha papel relevante na execução de obras de infraestrutura e na integração do Acre ao restante do país.
Durante o evento, o representante do MPAC destacou a importância da relação institucional entre o Ministério Público e o Exército Brasileiro.
“O Ministério Público mantém uma relação de permanente harmonia com o Exército Brasileiro, o que fortalece a atuação conjunta em benefício da sociedade. Também reconhecemos a importância do trabalho desenvolvido pelo 7º BEC na defesa das fronteiras e das terras amazônicas, além de sua contribuição histórica para o desenvolvimento do Acre”, afirmou.
A solenidade contou com ritos militares, incluindo desfile em continência, o brado sincronizado da “Oração do Guerreiro da Selva”, apresentações de canções militares e a entrega de homenagens a militares e civis.
Criado em 6 de junho de 1969, por meio de decreto presidencial, o 7º BEC teve sua primeira sede em Cruzeiro do Sul. Ao longo de sua história, a unidade tem atuado em obras estratégicas para a infraestrutura regional, com destaque para a construção de rodovias, aeródromos e aeroportos.
Fotos: Diego Negreiros
Fonte: Ministério Publico – AC
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Projeto do MPAC é incluído em Casoteca do Fórum Brasileiro de Segurança Pública
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) teve o projeto institucional Proteja Mulher incluído na edição 2026 da Casoteca de Práticas Inovadoras do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), publicação que reúne experiências de profissionais de segurança pública e instituições do sistema de Justiça no enfrentamento à violência contra meninas e mulheres.
Desenvolvido pelo Observatório de Violência de Gênero (OBSGênero), em conjunto com o Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CAOP/DHC), o Proteja Mulher atua no fortalecimento das redes locais de proteção às mulheres em municípios do interior do Acre.
O projeto foi selecionado entre nove iniciativas nacionais documentadas na edição 2026 da Casoteca, na categoria voltada a ações de enfrentamento à violência contra as mulheres desenvolvidas por instituições do sistema de justiça criminal em articulação com outros órgãos públicos e da sociedade civil.
O Proteja Mulher é uma iniciativa itinerante que realiza o diagnóstico das redes municipais, promove oficinas com os serviços que atuam na proteção das mulheres e trabalha na construção de fluxos de atendimento e encaminhamento. A metodologia também prevê o acompanhamento da implementação dos fluxos definidos.
Criado em setembro de 2022, o projeto já foi desenvolvido em Brasileia, Feijó, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Rodrigues Alves, Tarauacá, Assis Brasil, Acrelândia e Mâncio Lima. Até o momento, a iniciativa já capacitou 487 profissionais das áreas de saúde, assistência social, segurança pública e educação.
A atuação considera as características territoriais e sociais do Acre, incluindo as dificuldades de acesso aos serviços públicos em municípios do interior e em áreas rurais. O projeto busca aproximar os serviços que integram a rede local e organizar os encaminhamentos para mulheres em situação de violência.
Com a inclusão do Proteja Mulher, o MPAC passa a ter mais uma iniciativa registrada na Casoteca, que já documentou outras experiências do Ministério Público acreano, como o Centro de Atendimento à Vítima (CAV) e o projeto Medidas Protetivas Já.
A edição 2026 da Casoteca é intitulada “Práticas inovadoras de enfrentamento à violência contra as mulheres: experiências desenvolvidas pelos profissionais de segurança pública” e reúne nove práticas de diferentes estados brasileiros.
Clique aqui para acessar a publicação.
Fonte: Ministério Publico – AC
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