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Dólar inicia o dia em queda enquanto mercado monitora inflação e julgamento de Bolsonaro

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Desempenho do dólar e da bolsa brasileira

Na abertura do dia, por volta das 9h10, a moeda norte-americana recuava 0,07%, cotada a R$ 5,432. Na véspera, o dólar havia avançado 0,35%, encerrando a R$ 5,4358.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), abriu às 10h, após ter fechado o último pregão em queda de 0,12%, aos 141.618 pontos.

Acumulados
  • Dólar: semana (+0,42%), mês (+0,26%) e ano (-12,04%).
  • Ibovespa: semana (-0,72%), mês (+0,13%) e ano (+17,73%).
Julgamento de Bolsonaro movimenta o cenário político

Além dos indicadores econômicos, o ambiente político segue no radar. O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado.

O ministro Luiz Fux será o terceiro a votar no processo. A expectativa é de que o julgamento seja concluído até sexta-feira (12), e analistas de mercado já consideram provável a condenação de Bolsonaro. O receio, entretanto, é de que uma decisão contrária ao ex-presidente possa gerar reações negativas nos Estados Unidos.

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Inflação no Brasil: IPCA aponta queda em agosto

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (10) os dados da inflação de agosto. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou queda de 0,11%, após alta de 0,26% em julho.

No acumulado de 12 meses, a inflação atingiu 5,13%, levemente acima da projeção do mercado, que esperava 5,09%. Em 2025, os preços já acumulam avanço de 3,15%.

O resultado, embora próximo às expectativas, continua acima da meta do Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3% para o ano.

Inflação nos EUA: expectativa pelo PPI de agosto

No cenário externo, investidores aguardam a divulgação do Índice de Preços ao Produtor (PPI) de agosto nos Estados Unidos. A previsão dos economistas é de uma alta mensal de 0,3% e de 3,3% no acumulado em 12 meses. O indicador é considerado essencial para avaliar o ritmo da inflação americana e as futuras decisões do Federal Reserve (Fed) sobre juros.

Bolsas internacionais apresentam desempenho misto

Wall Street

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Os mercados futuros em Nova York operam sem direção única nesta quarta-feira. Por volta das 9h45 (horário de Brasília), o Dow Jones recuava 0,25%, enquanto o S&P 500 avançava 0,14% e o Nasdaq subia 0,08%. A valorização das ações da Oracle impulsionava parte dos ganhos.

Europa

As bolsas europeias abriram em alta, puxadas pelo setor de varejo e saúde. A Inditex, dona da Zara, reportou recuperação nas vendas, e a farmacêutica Novo Nordisk anunciou cortes de custos para enfrentar desafios no mercado de medicamentos. O índice STOXX 600 avançava 0,5%, enquanto o CAC 40, da França, subia 0,8%.

Ásia

Os mercados asiáticos encerraram o pregão em alta, apoiados por dados de inflação que indicam recuperação da indústria chinesa. O Nikkei, do Japão, avançou 0,9%; o Hang Seng, de Hong Kong, ganhou 1,01%; o índice de Xangai subiu 0,13%; e o CSI300, que reúne grandes companhias chinesas, teve alta de 0,21%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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