RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Ebook do Milk Summit Brazil 2025 reúne principais debates e tendências do setor leiteiro

Publicados

AGRONEGÓCIO

Publicação digital consolida legado do maior evento leiteiro do país

Um mês após o sucesso do Milk Summit Brazil 2025, realizado em Ijuí (RS), o evento lança oficialmente seu ebook gratuito, disponível no site do Sindilat/RS (www.sindilat.com.br).

Com 46 páginas, o material reúne os principais conteúdos apresentados durante o encontro, incluindo dados técnicos, análises setoriais e tendências de mercado. A publicação marca a consolidação do evento como um espaço de diálogo, integração e planejamento estratégico para o futuro da cadeia láctea brasileira.

Encontro reuniu mais de 2 mil profissionais do setor

Realizado no coração do Noroeste gaúcho, uma das regiões mais produtivas do estado, responsável por 741,9 milhões de litros de leite por ano, o Milk Summit Brazil 2025 atraiu mais de 2,1 mil participantes entre produtores, indústrias, cooperativas, pesquisadores, universidades e representantes do poder público.

A programação destacou competitividade, inovação, sustentabilidade e políticas públicas, reforçando a importância da cooperação entre os elos da cadeia produtiva para fortalecer o setor leiteiro nacional.

Ebook reúne conteúdo técnico e visões estratégicas

O ebook compila os destaques das 21 palestras e mesas de debate realizadas durante o evento, com contribuições de especialistas e lideranças da cadeia do leite.

“O conteúdo técnico, as análises e os relatos compartilhados transformam o ebook em uma ferramenta de referência para orientar decisões e aprimorar a gestão do setor. Ele também reforça a visão do Milk Summit como um movimento contínuo de construção e fortalecimento da cadeia láctea”, afirma Darlan Palharini, coordenador do evento e Secretário-Executivo do Sindilat/RS.

Palharini destacou ainda que o Milk Summit já prepara sua segunda edição, prevista para 2026, com ampliação para os países do Mercosul, fortalecendo o intercâmbio regional de conhecimento e inovação.

Leia Também:  Estudo do Ipea aponta uso ineficiente de defensivos na maior parte do país
Parcerias e instituições realizadoras

O Milk Summit Brazil 2025 foi promovido por uma ampla rede de instituições comprometidas com o desenvolvimento sustentável do setor leiteiro. Entre os organizadores, estão a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), por meio do Fundoleite, o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados (Sindilat/RS), a Prefeitura Municipal de Ijuí, a Emater/RS-Ascar, a Suport D Leite e o Impulsa Ijuí.

Ebook

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Corrida global por terras raras leva Senado a discutir estratégia para minerais críticos

Publicados

em

Por

O avanço da disputa internacional por minerais críticos e terras raras mobilizou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que participou nesta semana de um debate no Senado sobre os caminhos para ampliar a presença do Brasil nas etapas de maior valor agregado da cadeia mineral.

A discussão ocorre em um cenário de crescente competição global por recursos considerados estratégicos para a produção de baterias, veículos elétricos, equipamentos eletrônicos, inteligência artificial, sistemas de defesa e geração de energia renovável. Nos últimos anos, Estados Unidos, China e União Europeia intensificaram políticas voltadas à segurança das cadeias de suprimentos e à redução da dependência externa desses insumos.

O Brasil aparece nesse cenário como um dos países com maior potencial geológico do mundo. Além de reservas de nióbio, grafita e lítio, o país possui importantes ocorrências de terras raras, grupo de minerais utilizados em equipamentos de alta tecnologia e considerados estratégicos pelas principais economias globais.

Durante audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores do Senado, integrantes da FPA defenderam a construção de uma política nacional voltada não apenas à extração mineral, mas também ao processamento industrial e à agregação de valor dentro do país. A avaliação apresentada durante o debate é que o Brasil corre o risco de repetir o modelo histórico de exportação de matéria-prima caso não avance em tecnologia, industrialização e segurança jurídica.

Leia Também:  Brasil se destaca como exportador de frutas graças à tecnologia e inovação

INTERESSE MUNDIAL – Para o presidente do Instituto do Agronegócio, engenheiro agrônomo Isan Rezende, os minerais críticos e as terras raras deixaram de ser apenas uma questão mineral para se tornarem um tema de soberania econômica.

“O mundo vive uma corrida por recursos essenciais para a produção de baterias, semicondutores, inteligência artificial, sistemas de defesa e transição energética. O Brasil possui algumas das maiores reservas do planeta e precisa decidir se continuará exportando matéria-prima ou se avançará para ocupar posições mais estratégicas nessa cadeia.”

“O que preocupa é que as principais economias do mundo estão adotando políticas cada vez mais agressivas para garantir acesso a esses minerais. Os Estados Unidos ampliam sua pressão por acordos de fornecimento, a China mantém forte controle sobre etapas de processamento e diversos países passaram a restringir exportações para proteger suas próprias indústrias. O Brasil não pode assistir a esse movimento apenas como fornecedor de recursos naturais. É necessário construir uma política nacional que estimule pesquisa, industrialização, inovação e geração de valor dentro do país.”

“A discussão conduzida pela Frente Parlamentar da Agropecuária vai além da mineração. Estamos falando de desenvolvimento regional, atração de investimentos, geração de empregos qualificados e fortalecimento da competitividade brasileira. O país reúne reservas minerais, conhecimento técnico e capacidade produtiva para se tornar um protagonista global nesse mercado. Mas isso exige segurança jurídica, previsibilidade regulatória e uma estratégia de longo prazo que transforme riqueza geológica em riqueza econômica para os brasileiros.”

Leia Também:  BNDES libera R$ 15,3 bilhões adicionais para o Plano Safra 2025/26 e reforça apoio ao agronegócio

Os Estados Unidos ampliaram programas de incentivo à produção doméstica e à diversificação de fornecedores, enquanto a China mantém posição dominante em etapas estratégicas do processamento de terras raras. Outros países produtores também passaram a restringir exportações de matérias-primas para estimular investimentos industriais locais.

No Senado, a discussão abordou ainda o Projeto de Lei 4.443/2025, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A proposta busca estabelecer diretrizes para pesquisa, exploração, industrialização e atração de investimentos para o setor.

Entre os pontos destacados pelos participantes estão a necessidade de ampliar o conhecimento geológico do território brasileiro, fortalecer a pesquisa científica, estimular o desenvolvimento tecnológico e criar um ambiente regulatório capaz de atrair investimentos de longo prazo.

Para a FPA, o debate ultrapassa a questão mineral e passa a integrar uma agenda estratégica relacionada à competitividade da economia brasileira, à segurança das cadeias produtivas e ao posicionamento do país em um mercado que deve ganhar relevância crescente nas próximas décadas.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA