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Embrapa apresenta novas cultivares e tecnologias para agricultura familiar no Semiárido Show

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A 11ª edição do Semiárido Show, realizada entre os dias 26 e 29 de agosto em Petrolina (PE), trouxe ao público uma série de inovações tecnológicas voltadas para a agricultura familiar. Organizado pela Embrapa Algodão, o evento é considerado o maior do gênero no Semiárido e teve como tema central “Ciência e Inovação para a Inclusão Socioprodutiva”.

Novas cultivares para diversificação da produção

Durante a feira, a Embrapa apresentou nove materiais em campo. Entre eles, quatro cultivares de algodão — BRS 286, BRS 416, BR Verde e BRS Rubi —, que incluem variedades de algodão colorido voltadas ao mercado de moda sustentável.

Também foram destaques três cultivares de gergelim — BRS Pérola Negra, BRS Anahí e BRS Morena —, com grãos de diferentes cores e elevado teor de óleo, além da mamona BRS Energia e do amendoim BR-1, este último especialmente adaptado às condições do Nordeste.

Máquinas e implementos para agricultura familiar

O evento também exibiu tecnologias desenvolvidas para aumentar a produtividade e reduzir o esforço físico dos agricultores. Entre os equipamentos apresentados estavam:

  • Miniusina beneficiadora de algodão;
  • Cultivadores adaptados para pequenas propriedades;
  • Plantadeiras específicas para o algodão;
  • Colheitadeiras compactas.
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Essas soluções foram desenvolvidas no âmbito do projeto +Algodão, com apoio da FAO e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC).

Embrapa celebra 50 anos no Semiárido

Além das vitrines tecnológicas, o público visitou o estande institucional da Embrapa, que comemorou seus 50 anos de atuação no Semiárido. A instituição reforçou seu compromisso com a inovação, sustentabilidade e inclusão socioeconômica, pilares que orientam suas pesquisas e projetos na região.

Feira reúne produtores e especialistas

O Semiárido Show é reconhecido como um espaço de troca de conhecimento. Nesta edição, reuniu gratuitamente produtores rurais, técnicos, estudantes, pesquisadores e gestores públicos, fortalecendo a integração entre ciência e práticas produtivas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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