AGRONEGÓCIO
Etanol encerra novembro em alta: anidro sobe 1,76% e hidratado acumula valorização no mês
AGRONEGÓCIO
Anidro registra maior alta da semana
Os preços do etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, encerraram a última semana de novembro em alta, segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP. O biocombustível registrou avanço de 1,76% entre os dias 24 e 28 de novembro, cotado a R$ 3,3004 por litro, frente aos R$ 3,2434 da semana anterior.
O movimento reflete o aumento na demanda das distribuidoras e ajustes nos estoques das usinas, em um cenário de leve recuperação nos preços da gasolina no mercado interno.
Hidratado mantém trajetória de valorização
O etanol hidratado, usado diretamente nos veículos flex ou movidos a álcool, também apresentou valorização, ainda que em menor ritmo. A cotação subiu 0,35% na semana encerrada em 28 de novembro, fechando a R$ 2,8653 por litro, contra R$ 2,8554 registrados entre 17 e 21 de novembro.
Esse leve aumento reforça a tendência de estabilidade observada nas últimas semanas, com o mercado avaliando o equilíbrio entre oferta e demanda diante da reta final da safra de cana-de-açúcar.
Paulínia registra alta diária e fechamento positivo no mês
De acordo com o Indicador Diário Paulínia, referência para o principal polo distribuidor de combustíveis do país, o etanol hidratado foi negociado na sexta-feira (28) a R$ 2.992,00 por metro cúbico, frente aos R$ 2.967,00/m³ do dia anterior — uma alta diária de 0,84%.
No acumulado de novembro, o indicador encerrou com valorização de 3,37%, acompanhando o comportamento de alta verificado em outras praças do país.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil
A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.
De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.
Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado
Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.
Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.
Indústria compra apenas para reposição imediata
Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.
Exportações perdem competitividade com queda do dólar
No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.
Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.
Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques
Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.
Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.
Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado
O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.
Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.
Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025
No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.
Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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