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Exporta Mais Brasil impulsiona exportações de frutas e movimenta mais de R$ 60 milhões em negócios

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A segunda edição do Exporta Mais Brasil – Frutas Frescas registrou resultados expressivos e reforçou o protagonismo do Brasil no comércio internacional do setor. Realizado durante a Fruit Attraction São Paulo, o evento consolidou oportunidades de negócios e ampliou a presença de produtos brasileiros no mercado global, em um momento estratégico para o agronegócio nacional.

Exportações de frutas brasileiras seguem em expansão

O Brasil ocupa atualmente a posição de terceiro maior produtor mundial de frutas, com desempenho crescente nas exportações. Em 2025, o país alcançou um volume recorde de US$ 1,45 bilhão em vendas externas, representando um avanço de 12% em relação ao ano anterior.

A perspectiva é de continuidade desse crescimento, especialmente com a expectativa da entrada em vigor do acordo Mercosul–União Europeia. O tratado deve ampliar a competitividade dos produtos brasileiros, com destaque para itens como a uva, que terá tarifas de importação zeradas, além de reduções graduais para outras culturas.

Evento reúne empresas e compradores de 16 países

A iniciativa contou com a participação de 47 empresas brasileiras, que tiveram acesso a uma agenda estruturada de promoção comercial. Ao todo, 17 compradores internacionais de 16 países participaram do encontro, representando mercados da Europa, Ásia, Américas e África.

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Entre os países presentes estavam Estados Unidos, China, Índia, Reino Unido, Itália, México e Países Baixos, entre outros, evidenciando o alcance global da ação.

Rodadas de negócios geram crescimento de 81%

Durante a programação, foram realizadas 282 reuniões de negócios, resultando em US$ 11,2 milhões (cerca de R$ 60,4 milhões) em negociações.

O resultado representa um crescimento de 81% em relação à primeira edição do evento, realizada no Rio Grande do Norte, demonstrando a evolução e a efetividade do programa na geração de oportunidades comerciais.

Parcerias fortalecem competitividade do setor

Promovido pela ApexBrasil, o Exporta Mais Brasil foi realizado em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Sebrae.

A articulação entre as instituições contribui para fortalecer a competitividade internacional do setor e ampliar o acesso dos produtores brasileiros a mercados estratégicos.

Acordo com a União Europeia abre novas oportunidades

De acordo com a coordenação de Agronegócios da ApexBrasil, o momento é considerado altamente favorável para a expansão das exportações brasileiras.

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A entrada do acordo Mercosul–União Europeia deve trazer ganhos concretos, como a eliminação imediata de tarifas para determinados produtos e a redução progressiva para outros, criando um ambiente mais competitivo para o país no comércio internacional.

Modelo do programa amplia acesso a mercados globais

Os resultados alcançados reforçam a eficiência do modelo do Exporta Mais Brasil, que promove a conexão direta entre empresas brasileiras e compradores internacionais.

A iniciativa contribui para diversificar a pauta exportadora, ampliar o acesso a novos mercados e transformar oportunidades comerciais em negócios concretos, consolidando o Brasil como um dos principais players globais no setor de frutas frescas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agronegócio brasileiro somam US$ 16 bilhões em maio e atingem segundo maior valor da história para o mês

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As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, registrando crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano passado e consolidando o segundo maior resultado da série histórica para o mês. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos embarques de soja e proteínas animais, que compensaram a queda observada nos setores sucroenergético e de etanol.

Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela Consultoria Agro do Itaú BBA mostram que o agronegócio segue como um dos principais motores da balança comercial brasileira, sustentado por volumes robustos de exportação e preços favoráveis em importantes cadeias produtivas.

Soja lidera pauta exportadora e mantém forte geração de receitas

O complexo soja permaneceu como principal destaque das exportações brasileiras em maio.

Os embarques de soja em grão totalizaram 14,8 milhões de toneladas, avanço de 5% em comparação com maio de 2025. Apesar da redução de 12% frente a abril, movimento considerado natural após o pico da colheita, a receita alcançou US$ 6,3 bilhões, sustentada pela valorização dos preços internacionais.

O farelo de soja também apresentou desempenho positivo, com exportações de 2,5 milhões de toneladas, crescimento de 12% na comparação anual.

Já o óleo de soja registrou uma das maiores altas entre os principais produtos do agronegócio, com embarques de 202 mil toneladas, aumento de 34% em relação ao mesmo mês do ano passado. Além do avanço no volume, os preços médios seguiram em trajetória de valorização.

Carnes ampliam participação no mercado internacional

O segmento de proteínas animais manteve ritmo acelerado nas exportações brasileiras.

A carne bovina in natura alcançou 262 mil toneladas exportadas em maio, crescimento de 20% frente ao mesmo período de 2025. A receita somou US$ 1,7 bilhão, impulsionada pelo aumento dos preços internacionais, que atingiram média superior a US$ 6,5 mil por tonelada.

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A carne de frango apresentou um dos melhores desempenhos do mês, com embarques de 442 mil toneladas, alta de 32% na comparação anual.

Já a carne suína exportou 111 mil toneladas, registrando crescimento de aproximadamente 5% sobre maio do ano passado, mantendo a trajetória positiva observada ao longo de 2026.

Açúcar e etanol enfrentam cenário mais desafiador

Enquanto soja e proteínas avançaram, o complexo sucroenergético registrou resultados mais modestos.

As exportações de açúcar VHP somaram 1,8 milhão de toneladas, queda de 10% na comparação anual. Além da redução no volume, os preços internacionais recuaram mais de 20% em relação ao mesmo período de 2025, pressionando as receitas do setor.

O açúcar refinado também apresentou retração, com embarques de 159 mil toneladas, volume 27% inferior ao registrado um ano antes.

No caso do etanol, a queda foi ainda mais expressiva. As exportações despencaram para apenas 17 mil metros cúbicos, retração de 79% na comparação anual. A perda de competitividade do produto brasileiro no mercado internacional continua sendo o principal fator limitante para os embarques.

Milho, algodão e suco de laranja registram avanços

Entre os demais produtos agrícolas, o milho apresentou a maior variação positiva do mês em relação ao ano anterior.

Os embarques alcançaram 249 mil toneladas, crescimento superior a 570%, embora o volume ainda seja considerado modesto devido ao estágio inicial da colheita da segunda safra.

O algodão também registrou forte desempenho, com aumento de 52% nos volumes exportados.

O suco de laranja manteve trajetória positiva, com crescimento de 17% nos embarques, reforçando a posição do Brasil como principal fornecedor global do produto.

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Tarifas dos Estados Unidos voltam ao radar do agronegócio

Além dos resultados comerciais, o setor acompanha com atenção os desdobramentos das investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos contra o Brasil.

No início de junho, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. Entre os temas citados estão comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais.

Apesar da medida, boa parte dos principais produtos do agronegócio brasileiro ficou fora da lista de sobretaxação, incluindo carnes, café, frutas, cereais, sementes, fertilizantes e suco de laranja.

Posteriormente, uma nova proposta de tarifa adicional de 12,5% foi apresentada em investigação relacionada a alegações de trabalho forçado em determinadas cadeias produtivas.

As audiências públicas sobre as medidas estão previstas para julho, e o mercado segue atento aos possíveis impactos para o comércio bilateral.

Exportações acumuladas mantêm crescimento em 2026

No acumulado de janeiro a maio de 2026, o agronegócio brasileiro segue apresentando resultados consistentes.

Os destaques são o crescimento das exportações de soja, carnes bovina, suína e de frango, além do avanço das vendas externas de óleo de soja, algodão e milho.

Por outro lado, setores como açúcar refinado, etanol, café verde, trigo e celulose registram desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano passado.

Mesmo diante das incertezas comerciais internacionais e da volatilidade dos mercados globais, o agronegócio brasileiro mantém forte competitividade e continua ampliando sua relevância no comércio mundial de alimentos, fibras e energia renovável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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