RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Exportações de canola da Ucrânia podem ser suspensas por confusão alfandegária, alerta sindicato agrícola

Publicados

AGRONEGÓCIO

As exportações ucranianas de canola podem ficar paralisadas por pelo menos uma semana devido a problemas com documentos alfandegários, segundo informou nesta terça-feira o principal sindicato agrícola do país, a UAC (Ukrainian Agrarian Confederation). A medida ocorre após a introdução de uma taxa de 10% sobre a exportação de canola e soja.

Ucrânia: papel estratégico no mercado europeu de oleaginosas

O país é um dos maiores fornecedores de canola e soja para a Europa, e a nova tributação pode gerar volatilidade nos preços no curto prazo. Produtores e comerciantes, entretanto, esperam que o governo intervenha rapidamente para evitar impactos prolongados no mercado.

Associação agrícola orienta produtores a suspender embarques

Diante da situação, a UCAB (Ukrainian Agrarian Business Association) recomendou que os agricultores suspendam temporariamente o envio de canola até que as questões alfandegárias sejam completamente resolvidas. A entidade reforça a importância de evitar transtornos legais e financeiros decorrentes da implementação da nova taxa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Friboi é hexacampeã em carnes e bicampeã em churrasco no Top of Mind 2025
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Alta de invasões impulsiona campanha “Invasão Zero” e pressiona por lei mais dura

Publicados

em

Por

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou a reação às invasões de propriedades rurais com a campanha “Invasão Zero”, que reúne um conjunto de propostas legislativas e medidas de pressão institucional para endurecer o combate às ocupações no campo.

A iniciativa ganha força em meio ao aumento recente dos casos. Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta 33 invasões registradas entre janeiro e meados de abril deste ano, sendo 14 apenas neste mês. Do total, 32 episódios foram atribuídos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Para a bancada ruralista, o avanço das ocupações amplia a insegurança jurídica e afeta decisões de investimento no setor. A avaliação é de que o cenário pode comprometer a produção, sobretudo em regiões de fronteira agrícola, onde a expansão depende de maior previsibilidade institucional.

Como resposta, a FPA articula um pacote de projetos no Congresso. Entre eles está o Projeto de Lei 4.432/2023, que cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP), com integração ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). A proposta busca centralizar dados, facilitar a identificação de envolvidos e dar suporte às ações de segurança.

Leia Também:  Cultivo estratégico do brócolis Master impulsiona produtividade e reduz perdas no campo

Outro eixo da ofensiva é o endurecimento das penas. O Projeto de Lei 1.198/2023 propõe alterar o Código Penal para elevar a punição por esbulho possessório, hoje limitada a detenção de um a seis meses, para reclusão de quatro a oito anos, além de multa. Já o Projeto de Lei 6.612/2025 cria uma tipificação específica para invasões de propriedades rurais, com penas que podem chegar a dez anos, agravadas em casos de áreas produtivas ou ações coletivas.

No mesmo pacote, propostas buscam restringir o acesso de invasores a políticas públicas. Um dos textos em tramitação prevê a exclusão de ocupantes irregulares de programas de reforma agrária e o bloqueio temporário de crédito subsidiado, benefícios fiscais e contratos com o poder público.

A ofensiva legislativa ocorre em um contexto mais amplo de debate sobre a política fundiária. Dados do mostram que o Brasil tem cerca de 1,1 milhão de famílias assentadas, mas ainda enfrenta desafios estruturais na geração de renda e na integração produtiva dessas áreas. Para a FPA, a solução passa por tratar a reforma agrária como política técnica, com foco em infraestrutura, assistência e viabilidade econômica, e não por meio de ocupações.

Leia Também:  Friboi é hexacampeã em carnes e bicampeã em churrasco no Top of Mind 2025

A campanha “Invasão Zero” deve orientar a atuação da bancada ao longo de 2026, com prioridade para projetos que ampliem a segurança jurídica no campo e estabeleçam regras mais rígidas para ocupações ilegais. O tema tende a ganhar espaço na agenda do Congresso, especialmente diante da pressão de produtores e entidades do setor.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA