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Fundação Procafé realiza Dias de Campo 2026 com foco em inovação e produtividade na cafeicultura

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Fundação Procafé promove eventos técnicos para produtores de café

Reconhecida nacionalmente pela atuação em pesquisa e desenvolvimento na cafeicultura, a Fundação Procafé realizará mais uma edição dos tradicionais Dias de Campo em 2026. Os eventos acontecem entre os meses de abril e maio, nos estados de Minas Gerais e São Paulo.

A iniciativa é voltada a produtores, técnicos e profissionais do setor que buscam atualização sobre as principais inovações que vêm transformando a produção de café no Brasil.

Transferência de tecnologia aproxima pesquisa do campo

Os Dias de Campo são considerados um dos principais canais de difusão dos resultados das pesquisas desenvolvidas pela Fundação Procafé em suas fazendas experimentais.

A programação inclui demonstrações práticas, visitas às estações de campo e apresentações conduzidas por especialistas. O objetivo é levar conhecimento técnico diretamente ao produtor, contribuindo para a adoção de práticas mais eficientes no manejo dos cafezais.

Com isso, os produtores conseguem otimizar processos, reduzir custos e alcançar ganhos em produtividade e qualidade do café.

Programação percorre polos cafeeiros de MG e SP

A agenda de 2026 contempla três edições em importantes regiões produtoras de café:

  • Boa Esperança (MG) – 08 de abril
  • Franca (SP) – 15 de abril
  • Varginha (MG) – 20 e 21 de maio
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A escolha das localidades busca ampliar o alcance das tecnologias apresentadas e facilitar o acesso dos produtores às informações técnicas.

Evento conecta toda a cadeia produtiva do café

De acordo com o presidente da Fundação Procafé, Alysson Vilela Fagundes, os Dias de Campo têm papel estratégico na integração dos diferentes elos da cadeia cafeeira.

Segundo ele, o evento permite transformar conhecimento científico em soluções práticas, que impactam diretamente a produtividade e a rentabilidade no campo.

Iniciativa reforça avanço tecnológico da cafeicultura brasileira

A realização dos Dias de Campo 2026 reforça o compromisso da Fundação Procafé com o desenvolvimento sustentável da cafeicultura.

Ao promover a transferência de tecnologia e oferecer suporte técnico qualificado, a instituição contribui para o fortalecimento do setor e para a evolução contínua dos cafeicultores brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Alta de invasões impulsiona campanha “Invasão Zero” e pressiona por lei mais dura

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou a reação às invasões de propriedades rurais com a campanha “Invasão Zero”, que reúne um conjunto de propostas legislativas e medidas de pressão institucional para endurecer o combate às ocupações no campo.

A iniciativa ganha força em meio ao aumento recente dos casos. Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta 33 invasões registradas entre janeiro e meados de abril deste ano, sendo 14 apenas neste mês. Do total, 32 episódios foram atribuídos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Para a bancada ruralista, o avanço das ocupações amplia a insegurança jurídica e afeta decisões de investimento no setor. A avaliação é de que o cenário pode comprometer a produção, sobretudo em regiões de fronteira agrícola, onde a expansão depende de maior previsibilidade institucional.

Como resposta, a FPA articula um pacote de projetos no Congresso. Entre eles está o Projeto de Lei 4.432/2023, que cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP), com integração ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). A proposta busca centralizar dados, facilitar a identificação de envolvidos e dar suporte às ações de segurança.

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Outro eixo da ofensiva é o endurecimento das penas. O Projeto de Lei 1.198/2023 propõe alterar o Código Penal para elevar a punição por esbulho possessório, hoje limitada a detenção de um a seis meses, para reclusão de quatro a oito anos, além de multa. Já o Projeto de Lei 6.612/2025 cria uma tipificação específica para invasões de propriedades rurais, com penas que podem chegar a dez anos, agravadas em casos de áreas produtivas ou ações coletivas.

No mesmo pacote, propostas buscam restringir o acesso de invasores a políticas públicas. Um dos textos em tramitação prevê a exclusão de ocupantes irregulares de programas de reforma agrária e o bloqueio temporário de crédito subsidiado, benefícios fiscais e contratos com o poder público.

A ofensiva legislativa ocorre em um contexto mais amplo de debate sobre a política fundiária. Dados do mostram que o Brasil tem cerca de 1,1 milhão de famílias assentadas, mas ainda enfrenta desafios estruturais na geração de renda e na integração produtiva dessas áreas. Para a FPA, a solução passa por tratar a reforma agrária como política técnica, com foco em infraestrutura, assistência e viabilidade econômica, e não por meio de ocupações.

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A campanha “Invasão Zero” deve orientar a atuação da bancada ao longo de 2026, com prioridade para projetos que ampliem a segurança jurídica no campo e estabeleçam regras mais rígidas para ocupações ilegais. O tema tende a ganhar espaço na agenda do Congresso, especialmente diante da pressão de produtores e entidades do setor.

Fonte: Pensar Agro

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