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Fungicidas da Sipcam Nichino oferecem controle robusto de doenças da soja em época de escassez de ‘multissítios’

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Fezan® Gold mantém eficácia comprovada contra ferrugem e outras doenças

O fungicida Fezan® Gold, avaliado há oito safras nos Ensaios Cooperativos de Rede do Consórcio Antiferrugem, segue entre os mais efetivos no controle da ferrugem asiática da soja (Phakopsora pachyrhizi). Segundo José de Freitas, engenheiro agrônomo da Sipcam Nichino Brasil, o produto apresentou eficácia média de 66% a 71% sobre a doença entre os ciclos 2022-23 e 2024-25.

Fezan® Gold combina propriedades sistêmicas e protetoras com ação ‘multissítio’, característica rara no mercado atualmente. A tecnologia pioneira contém clorotalonil em sua formulação, disponível em versão líquida e SC (suspensão concentrada), garantindo praticidade na aplicação e boa seletividade para a soja.

O fungicida também possui registro em outros cultivos como milho, algodão, feijão e amendoim, permitindo aos produtores uma solução estratégica para diversas lavouras, mesmo diante da escassez de produtos com ação multissítio.

Vitene® se destaca no manejo de septoriose e oídio

Outro produto do portfólio, Vitene®, também apresenta resultados consistentes em ensaios de campo, com destaque para o controle de septoriose (Septoria glycines), mancha-parda e oídio (Microsphaera diffusa).

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Freitas informa que, quando aplicado preventivamente, Vitene® atingiu até 80% de eficácia na septoriose, superando os tratamentos-padrão dos produtores, que registraram entre 54% e 56%.

O fungicida é sistêmico, pertencente aos grupos das estrobilurinas e triazóis, com ação de penetração e distribuição na área tratada. Seus ingredientes ativos são azoxistrobina e difenoconazol, registrados em diversos cultivos de grãos e hortifrúti.

Estratégia de manejo e resistência de fungicidas

A combinação de Fezan® Gold e Vitene® permite ao produtor realizar um manejo estratégico de doenças, especialmente na prevenção da resistência de fungicidas pelos patógenos. Aplicações programadas durante o ciclo da soja contribuem para reduzir o impacto de doenças de final de ciclo e proteger o potencial produtivo da lavoura.

A Sipcam Nichino também prepara eventos técnicos em regiões produtoras, com o objetivo de difundir informações sobre resultados de campo e boas práticas de manejo entre produtores e consultores agrícolas.

Principais doenças controladas pelos fungicidas
  • Ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi)
  • Crestamento-foliar (Cercospora kikuchii)
  • Mancha-parda / Septoriose (Septoria glycines)
  • Oídio (Microsphaera diffusa)

Segundo José de Freitas, o uso combinado desses produtos reforça o controle eficiente de patógenos, garantindo produtividade e rentabilidade das lavouras mesmo em anos desafiadores para o manejo químico.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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