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Governo exclui carne bovina e café de programa emergencial de compras públicas

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O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, explicou nesta segunda-feira (25) que carne bovina e café não foram incluídos no programa de compras públicas simplificadas criado após a elevação de tarifas pelos Estados Unidos. Segundo ele, a exclusão ocorreu porque esses dois produtos continuam com boa procura em outros mercados e não apresentam risco imediato de escoamento.

Confiança em acordo futuro com os EUA

Teixeira destacou ainda que há expectativa de que carne e café sejam retirados da lista de produtos tarifados pelos norte-americanos. De acordo com o ministro, os Estados Unidos dependem dessas commodities para garantir parte do abastecimento interno, o que aumenta as chances de uma futura flexibilização.

Compras sem licitação para reduzir impactos

Na última sexta-feira (22), o governo publicou portaria que regulamenta a medida emergencial. O texto autoriza União, Estados e municípios a adquirirem, sem licitação, alimentos brasileiros diretamente afetados pelo aumento das tarifas. A iniciativa busca reduzir prejuízos aos produtores e manter o fluxo de comercialização no mercado interno.

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Produtos contemplados pela medida

Entre os itens incluídos no programa estão açaí, água de coco, castanha de caju, castanha-do-Brasil (ou castanha-do-Pará), manga, mel e uva, além de diversas espécies de peixes, como tilápia, pargo e corvina. Esses alimentos foram considerados mais sensíveis aos impactos das tarifas impostas pelos EUA e, por isso, terão prioridade nas compras governamentais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expedição de papelão ondulado atinge recorde em abril de 2026 e cresce 5,5%, aponta IBPO/Empapel

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A expedição de papelão ondulado no Brasil atingiu 358.786 toneladas em abril de 2026, o maior volume já registrado para o mês desde o início da série histórica do Índice Brasileiro de Papelão Ondulado (IBPO), elaborado pela Empapel (Associação Brasileira de Embalagens em Papel) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O resultado representa crescimento de 5,5% em relação a abril de 2025 e supera o recorde anterior registrado em 2024, consolidando o setor como um dos principais termômetros da atividade econômica brasileira.

Papelão ondulado reflete desempenho da economia real

Presente em praticamente todas as cadeias produtivas, o papelão ondulado é amplamente utilizado em segmentos como alimentos, bebidas, cosméticos, higiene, medicamentos e comércio eletrônico.

Por essa característica, o desempenho do setor é considerado um indicador direto da atividade econômica, já que acompanha o fluxo de produção, consumo e logística em todo o país.

Volume por dia útil também registra alta

Em abril de 2026, o volume expedido por dia útil alcançou 14.949 toneladas, também com crescimento de 5,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

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Como abril de 2026 teve o mesmo número de dias úteis de abril de 2025, o resultado indica expansão real da demanda por embalagens de papelão ondulado, sem influência de efeito calendário.

Série dessazonalizada também aponta recorde histórico

Além do recorde para o mês de abril, os dados dessazonalizados indicam um novo marco histórico para o setor. O volume total ajustado chegou a 369.602 toneladas, o maior patamar já registrado desde o início da série, em 2005.

Na comparação com o mês anterior, o IBPO apresentou alta de 2,9%, reforçando a continuidade do ritmo de atividade na cadeia de embalagens.

Demanda consistente reforça papel estratégico do setor

O desempenho de abril reflete a manutenção da demanda por embalagens de papelão ondulado em diferentes segmentos da economia brasileira.

Por estar diretamente ligado ao transporte, armazenamento e comercialização de produtos, o setor segue sendo um importante indicador do comportamento da atividade industrial e do consumo, funcionando como um termômetro da economia real no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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