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IFPA lança campanha de sazonalidade do tomate para estimular consumo no varejo

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A International Fresh Produce Association (IFPA) iniciou a campanha de sazonalidade do tomate, voltada a incentivar o consumo e apoiar estratégias de marketing do varejo. A ação integra o calendário anual da associação, que representa globalmente a indústria de frutas, legumes, verduras e flores (FLV), oferecendo conteúdo de qualidade e informações relevantes sobre os produtos para supermercados e hortifrutis.

Safra 2025 apresenta qualidade e produtividade acima da média

Segundo Junior Moraes, diretor comercial da Trebeschi, a safra de tomate de 2025 está ocorrendo dentro do planejado, com colheitas concentradas em Triângulo Mineiro, Goiás e Bahia. “A produtividade e a qualidade das lavouras estão muito boas, garantindo um bom volume disponível para o mercado e indicando uma safra promissora”, afirma.

Materiais promocionais apoiam varejistas

Durante a campanha, os varejistas associados receberão materiais promocionais, incluindo imagens atrativas, dados nutricionais e sugestões de receitas práticas com tomate, um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros. A iniciativa busca estimular o engajamento dos consumidores por meio de folhetos, redes sociais e e-books temáticos, reforçando os benefícios do tomate para a saúde e sua versatilidade na alimentação.

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Mercado equilibrado e preços estáveis

De acordo com Marcelo Mallman, um dos principais produtores de tomate do Brasil, o cenário do setor está mais equilibrado em relação a anos anteriores. “A produção está estável e acompanha a demanda. O plantio não aumentou devido à instabilidade econômica, custos elevados e desafios com mão de obra. Isso resultou em preços estáveis, tendência que deve continuar nos próximos meses”, explica.

IFPA reforça compromisso com alimentação saudável

A campanha, prevista para agosto em todo o Brasil, faz parte das iniciativas da IFPA para promover o consumo consciente de frutas, legumes e verduras e contribuir para uma alimentação mais saudável e acessível. O tomate é apenas um dos produtos em destaque no segundo semestre, com ações também programadas para outras frutas e hortaliças da estação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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