AGRONEGÓCIO
Indústria de ração em Presidente Prudente aproxima jovens do mercado de trabalho no Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Conectando teoria e prática no agronegócio
Para estudantes do curso técnico de Agronegócio, entrar no mercado de trabalho é um desafio que exige preparo e experiência prática. Com o objetivo de facilitar essa transição, professores das escolas estaduais Professora Léa Aparecida Vieira Guedes, de Tupi Paulista, e Professor Orlando Guirado Braga, de Pauliceia, organizaram visitas a indústrias e propriedades rurais na região de Presidente Prudente, interior de São Paulo.
“Ficar apenas na sala de aula, passando a parte teórica, é limitado. Mostrar o funcionamento real do mercado de trabalho agrega muito à formação dos estudantes”, afirma a professora Bárbara Barbosa, Zootecnista e Mestre em Ciência e Tecnologia Animal.
Visita à fábrica da Premix: experiência prática para os alunos
O primeiro destino dos jovens, com idades entre 16 e 18 anos, foi a Premix, indústria de nutrição animal referência nacional, localizada em Presidente Prudente. A visita permitiu aos estudantes conhecerem toda a cadeia de produção, desde a chegada dos insumos até a embalagem e logística dos produtos finais.
O diretor da unidade, Alexandre Lang, destaca a importância de abrir as portas da indústria:
“Valorizamos receber estudantes de cursos técnicos e superiores da área agrícola, permitindo que conheçam de perto o funcionamento de uma fábrica de grande porte.”
Os alunos puderam interagir com os profissionais da empresa, tirando dúvidas e entendendo cada etapa da produção, fortalecendo o aprendizado teórico com experiências práticas.
Oportunidades de carreira e desenvolvimento profissional
Além do aprendizado, a experiência desperta nos alunos a possibilidade de uma futura carreira na indústria. Bárbara Barbosa comenta:
“Eles saem não apenas com conhecimento, mas com o sonho de se desenvolver e seguir carreira no setor.”
Alexandre Lang compartilha um exemplo concreto: “Recebemos recentemente um pedido de estágio de um aluno da UNESP durante uma visita, que hoje trabalha em nossa unidade de Presidente Prudente.”
A iniciativa contribui para a formação de profissionais capacitados e fortalece a imagem da empresa no setor.
Próximos passos: ampliando a visão do agronegócio
As próximas visitas do curso técnico incluem confinamentos, laticínios e indústrias de suínos ou frangos de corte, oferecendo uma visão ampla das diferentes áreas do agronegócio.
“Queremos que os estudantes compreendam como funcionam outros setores, além de inspirar interesse e engajamento profissional”, afirma Bárbara Barbosa.
Ensino médio profissionalizante: vantagem competitiva
Nas escolas estaduais de Tupi Paulista e Pauliceia, os alunos têm a opção de curso técnico integrado ao ensino médio, permitindo que saiam do colégio com diploma escolar e técnico.
“Essa formação é uma grande vantagem para o ingresso no mercado de trabalho, tornando o aluno mais preparado e competitivo”, conclui a professora Bárbara Barbosa.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Consumo de diesel no Brasil deve bater recorde em 2026 com 70,8 milhões de m³, impulsionado pelo agronegócio
Demanda por diesel deve atingir novo recorde histórico em 2026
O consumo de diesel no Brasil deve alcançar um novo patamar histórico em 2026, refletindo o dinamismo do agronegócio, da indústria e da logística. Segundo relatório da StoneX, a demanda por diesel B está projetada em 70,8 milhões de metros cúbicos, crescimento de 1,9% na comparação anual.
O avanço é sustentado principalmente pelo ritmo da colheita agrícola, aumento das exportações e intensificação do transporte rodoviário de cargas.
“A recuperação do consumo está diretamente ligada à dinâmica econômica do país, especialmente ao agro e à logística”, destaca o especialista de Inteligência de Mercado, Bruno Cordeiro.
Início de ano mais fraco, mas tendência é de recuperação
Apesar da projeção positiva, o início de 2026 apresentou desempenho mais moderado. As vendas de diesel registraram queda de 1,7% no primeiro bimestre, impactadas por fatores pontuais:
- Atraso na colheita da soja
- Antecipação de compras no fim de 2025
- Ajustes tributários, como aumento do ICMS
No entanto, indicadores recentes já sinalizam retomada. Em março, o fluxo de veículos pesados em rodovias pedagiadas cresceu 7,5%, refletindo o aquecimento do transporte de cargas no país.
Regiões Sul e Sudeste lideram crescimento da demanda
No recorte regional, o relatório aponta que as regiões Sudeste e Sul devem concentrar a maior expansão do consumo de diesel, impulsionadas por:
- Recuperação da produção agrícola
- Desempenho da atividade industrial
- Intensificação do fluxo logístico rumo aos portos
Já o Centro-Oeste deve apresentar crescimento mais moderado, influenciado pela expectativa de menor produção de grãos, embora haja avanço no transporte de etanol de milho.
Produção nacional cresce e reduz necessidade de importações
Do lado da oferta, a produção nacional de diesel A ganhou força no primeiro trimestre, com alta de 4,5%, impulsionada principalmente em março.
Esse movimento reflete esforços das refinarias para ampliar a oferta interna diante das incertezas globais no mercado de energia.
Com isso, a expectativa é de redução nas importações, que devem somar 17,2 milhões de m³ em 2026, queda de 0,6% na comparação anual.
Biodiesel avança acima do diesel e reforça papel estratégico
No segmento de biocombustíveis, o crescimento será ainda mais expressivo. A demanda por biodiesel deve avançar 7,2%, atingindo 10,4 milhões de m³ em 2026.
O desempenho é impulsionado por:
- Aumento da mistura obrigatória para B15
- Crescimento da demanda por diesel
- Busca por alternativas para reduzir dependência externa
“O crescimento do biodiesel reflete tanto o aumento da mistura quanto o dinamismo da demanda por diesel no país”, explica a analista Isabela Garcia.
Óleo de soja segue como principal matéria-prima
O relatório aponta que o óleo de soja continuará como principal insumo para a produção de biodiesel, com participação estimada em 84,7%.
O avanço é favorecido pela ampla oferta interna e pela expectativa de esmagamento recorde de soja no país.
Em um cenário alternativo com adoção da mistura B16, a demanda por biodiesel pode chegar a 10,76 milhões de m³.
Cenário internacional ainda traz incertezas
Mesmo com o ambiente externo marcado por volatilidade — incluindo tensões geopolíticas no Oriente Médio e seus impactos sobre os preços de energia —, a avaliação é de que a demanda por diesel no Brasil deve se manter resiliente.
Isso porque o consumo do combustível está diretamente ligado à atividade econômica, especialmente:
- Transporte de cargas
- Produção agroindustrial
- Cadeias logísticas
Por outro lado, um cenário de deterioração econômica global pode impactar negativamente o consumo no curto prazo.
A expectativa de recorde no consumo de diesel em 2026 reforça o papel central do agronegócio e da logística na demanda por energia no Brasil, enquanto o avanço do biodiesel consolida a transição para uma matriz mais diversificada e estratégica no país.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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